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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Projeto Olímpiadas: O esporte muito além do competir.

Adriana Costa Battella, Alexandre Costa Carraro, Andre Luis Morais Batista, Ailton Fiori, Edmilton dos Santos Silva, Everton Sibinel Silva, Luciana Dias Fiori, Maxwell Thiérri Machado dos Santos e Sandra Aparecida Faustino.

EMEIEF Augusto Boal, EMEIEF Cidade Takasaki, EMEIEF Eufly Gomes, EMEIEF Maria da Penha Manfredi e EMEIEF Tarsila do Amaral.

A REDE EM RODA 2016
Do Infantil ao Fundamental

O objetivo é trabalhar  conceitos referentes ao espírito dos jogos olímpicos baseado nos valores que norteiam nossa sociedade no que diz a respeito a competitividade e  aos próprios valores que podem ser desenvolvidos. Consiste em desenvolver  atividades práticas e teóricas paralelamente, levando  todos a  buscar  conhecimento,  através dos jogos olímpicos.

Na parte teórica, o histórico, os valores, a biografia, o resgate da vivência através de produção de texto, a confecção e construção de materiais, o trabalho com a  matemática através da estatística e da construção de  gráficos, a geografia através do conhecimento  dos países participantes ,  a informática com a apresentação de vídeos e o significado dos arcos olímpicos .

A parte prática será trabalhada com a vivência nas aulas de educação física e a competição como forma de estimulo e socialização destas vivências envolvendo um trabalho entre EMEIEFS, constituindo o primeiro Inter EMEIEF da rede municipal de Santo André.


Os alunos demonstraram interesses pessoais e afinidades por determinadas modalidades que até então eles não conheciam, houve um aumento considerável da auto estima, da cultura corporal, da responsabilidade, do empenho para com os horários e dias de treino.

 


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Educação Física, cooperação e raciocínio lógico

José Carlos Signorelli

EMEIEF Comendador Piero Pollone

A REDE EM RODA 2015
Ensino Fundamental I

Objetivos - Oportunizar aos alunos diferentes formas de organização e vivências; Favorecer a descoberta de formas cooperativas; Internalizar os elementos da cultura corporal e psicomotora; Contribuir para a formação integral do sujeito;  Auxiliar na aprendizagem da matemática.

Desenvolvimento - Na quadra  as crianças desenharão formas geométricas com giz de lousa . Em seguida,   elas  saltitarão, pularão e utilizarão conceitos como dentro e fora. Após a vivência com as figuras geométricas, as crianças irão utilizar a criatividade para a criação de desenhos  com as formas apresentadas. Outra proposta é o jogo da velha humano, em que o grupo de crianças irá representar com o corpo as peças do jogo da velha e criar estratégias para o desenvolvimento do jogo.

Resultado - Espera-se que o aluno aprenda a importância da cooperação, que internalize os elementos culturais e psicomotores,  bem como as normas de convívio social. Entendendo assim, que a  Educação Física Escolar como espaço que contribui para o estudo e a vivência do lazer, da comunicação, da cultura e da qualidade de vida.




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil







sexta-feira, 29 de julho de 2016

Educação Física Uma Proposta do Lúdico na Escola Crescer e aprender de forma divertida

Conceição Aparecida da Silva Rocha Penachio

 EMEIEF Carlos Drummond de Andrade


Do Infantil ao Fundamental


O objetivo deste trabalho é levar ao conhecimento de quem possa interessar o quanto é importante o envolvimento das crianças em ações lúdicas.Ressaltando que essa vivência nas idades iniciais do desenvolvimento são muito marcantes e influenciam diretamente no desenvolvimento emocional da criança. 

Como professora de educação física o meu objetivo é proporcionar o máximo de atividades recreativas de sociabilização e não menos COOPERATIVAS; considerando as necessidades da criança ao brincar.

Justifico a importância da ação lúdica porque considero que a criança feliz se integra melhor na escola e na sociedade e  o adulto que irá receber esta criança poderá perceber que os caminhos se tornam mais tranquilos quando a criança se diverte. A ideia é apresentar um trabalho em que as pessoas reconheçam que a criança participa, integralmente de ações lúdicas, jogos recreativos; da cultura popular; brincadeiras; cantigas de roda; e que essas podem refletir na vida da criança e em seu aprendizado na escola; e que as mesmas possam contribuir na vida de cada participante da oficina.

"Lúdico é tudo aquilo que leva uma pessoa a se divertir, se entreter, se alegrar, passar o tempo (...) esse estado de espírito acontece espontaneamente e deve ser estimulado." (CAVALLARI E ZACHARIAS, 1998). 

"Se quiser mudar o mundo, comece pelas crianças." (Ayrton Senna da Silva, desconheço o ano). 




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

AMARRAR É UM "NÓ"?!? - o barbante como recurso pedagógico

Christine Luise Isberner

EMEIEF Ayrton Senna da Silva

2º ciclo inicial e final da Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental


Objetivos:
- Aperfeiçoar a coordenação motora fina - movimento de pinça;
- Adquirir autonomia para amarrar os calçados;
- Aprimorar a noção espacial.

Desenvolvimento do trabalho:
     Observando a dificuldade das crianças para amarrar os cadarços de seus tênis e considerando a importância da coordenação motora fina, verificou-se a necessidade de desenvolver um trabalho, possibilitando a superação deste desafio. Pensando nisso, o barbante mostrou-se um material facilitador.
     A aula começa com um aquecimento, já utilizando o barbante, para trabalhar a percepção corporal e espacial, com ênfase no movimento. São exploradas situações diferenciadas de movimentação do barbante, até chegar na construção de figuras com o mesmo.
    Utilizando-se de uma história para a compreensão dos movimentos com o barbante para executar um nó, cada aluno vai executando o seu, e uma vez que obteve sucesso, repete o exercício até terminar o barbante.
     Havendo a boa compreensão de como fazer o nó, começa a execução do laço e seu aperfeiçoamento.

Resultados:
     O resultado esperado é a autonomia da criança para amarrar os cadarços de seus calçados com eficiência e utilizar esta habilidade em outras situações de seu dia a dia.


A REDE EM RODA 2015
Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A dança e a Educação Infantil

Professora Sandra Aparecida Faustino de Paula
EMEIEF Professora Elaine Cena Chaves Maia

Com base nos Referenciais Curriculares para a Educação Infantil e nos conteúdos da Educação Física, a música e dança são essenciais para o desenvolvimento infantil. O objetivo do trabalho foi desenvolver e aprimorar as habilidades motoras e as capacidades físicas por meio da dança. Na escola a dança tem uma função bastante importante que se resume na criação de movimentos criativos e livre expressão da criança. Com a dança a criança pode apresentar avanços em relação ao domínio do seu corpo aprimorando suas possibilidades de movimentação, explorando novos espaços, superando limites e vencendo desafios motores.

Durante Projeto Copa 2014 desenvolvido na escola, os alunos da Educação Infantil exploraram o movimento de diversas maneiras. Construíram bolinhas de papel e posteriormente experimentaram diferentes movimentos associando as partes do corpo e o toque na bolinha. Mais tarde tais movimentos resultaram em uma coreografia que foi apresentada na festa da escola (Copa Junina). A música utilizada neste processo foi “Tatu Bom de Bola – Arlindo Cruz” tema do mascote da Copa 2014.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Amarelinha

Professores Vinícius dos Santos Moreira e Juliana do Nascimento
EMEIEF Doutor Janusz Korczak e EMEIEF Professora Maria da Graça de Souza

Educação Infantil e Ensino Fundamental I

Como um dos conteúdos da Educação Física, os jogos e brincadeiras tradicionais se mostram como uma excelente ferramenta para o desenvolvimento integral do aluno. Nesse relato de experiência em que está sendo utilizada a brincadeira amarelinha, pretendemos compartilhar o andamento do trabalho que está sendo realizado com objetivo de resgate de brincadeiras tradicionais com ênfase nas dimensões conceituais, procedimentais e atitudinais. Nesse sentido estamos atuando em duas escolas: EMEIEF Dr. Janusz Korczak (Valparaiso) e EMEIEF Maria da Graça de Souza (Vila Floresta), com turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Na metodologia foram adotadas algumas características do modelo didático de investigação na escola, que tem como finalidade educativa, o enriquecimento do conhecimento dos alunos, numa direção que conduza para uma visão mais complexa e crítica da realidade, sem deixar de dar prioridade para a ludicidade. Dessa maneira, busca relacionar os conhecimentos da disciplina de Educação Física com os conhecimentos prévios do cotidiano dos alunos.

Alguns resultados e investigações durante as aulas até o momento mostram que parte dos alunos nunca tinham vivenciado essa brincadeira de maneira sistematizada. Aos poucos os alunos foram demonstrando interesse e interagindo com os colegas já “experientes” para a realização da atividade, compartilhando os conceitos, procedimentos e desenvolvendo atitudes necessárias para brincar. Verificou-se também, a necessidade de planejar as ações visando diversificar as maneiras de jogar, respeitando a criatividade dos alunos para ampliação do repertório motor, e ainda, a possibilidade de se trabalhar de maneira interdisciplinar, tendo em vista que essa brincadeira envolve sequências numéricas, formas geométricas e cores.

Dança e suas possibilidades educativas

Professora Jaqueline Gonçalves Bonini Chasseraux
EMEIEF Professora Maria da Graça de Souza

2º Ciclo do Ensino Fundamental

Objetivo: Desenvolver a consciência da corporeidade através da dança como forma de expressão.


Ao ingressar na escola a criança traz consigo um conhecimento amplo a respeito de seu corpo, mas que muitas vezes não foi despertado. A criança nasce, desenvolve-se e cresce, vivenciando experiências através do próprio corpo. Este é o meio de ação para explorar e conhecer o espaço em que vive, interagindo com as pessoas que a cercam. Em todas as fases, observa-se a importância do corpo como forma de expressar emoções. A criança necessita de experiências que possibilitem o aprimoramento de sua criatividade, atividades que favoreçam a sensação de alegria, que a partir daí, ela possa retratar e canalizar o seu humor, seu temperamento, através da liberdade de movimento, explorando-o e permitindo que suas fantasias aflorem em seus movimentos, numa corporeidade plena e consciente.

Dançar é, pois, a efetivação da corporeidade através de uma experiência transcendente, na qual se vivencia o processo de aprendizagem na educação. O trabalho da dança educacional, quando preocupado em deixar fluir dos educando suas emoções, seus anseios e desejos, através dos movimentos permitirá que o sujeito se revele e desperte para o mundo, numa relação consigo e com os outros, de forma consciente. Contudo, na medida em que favorece a criatividade, pode trazer muitas contribuições ao processo de aprendizagem, se integrada com outras disciplinas além de promover experiência lúdica. O trabalho com o corpo gera a consciência corporal. O aluno questiona-se e começa a compreender o que passa consigo e ao seu redor, torna-se mais espontâneo e expressa seus desejos de modo mais natural. O aprendizado da dança deve integrar o conhecimento intelectual e criatividade do aluno, desenvolvendo os pilares da educação: aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a viver juntos; aprender a ser. (DELORS, 1996).

Segundo o Coletivo de Autores (1992), a Educação Física possui conhecimentos específicos a serem tratados pedagogicamente, sistematizados no contexto escolar. Dentre esses conteúdos, materializados na expressão corporal como linguagem, encontra-se a dança. A dança na escola não deve priorizar a execução de movimentos corretos e perfeitos dentro de um padrão técnico imposto, gerando a competitividade entre os alunos. Deve partir do pressuposto de que o movimento é uma forma de expressão e comunicação do aluno, objetivando torná-lo um cidadão crítico, participativo e responsável, capaz de expressar-se em variadas linguagens, desenvolvendo a auto- expressão e aprendendo a pensar em termos de movimento (MARQUES, 2003).

Diante do exposto, passei a questionar qual seria a proposta de dança realmente condizente com o ensino/aprendizagem no ambiente escolar. No que se refere a Dança Educativa destaca-se a proposta de Rudolf Laban que possibilita ao aluno expor-se por seus próprios movimentos, educa conforme o vocabulário de movimento de cada um, contribuindo para o desenvolvimento emocional, físico e social do participante. Rudolf Laban possibilita ao aluno expor-se por seus próprios movimentos. Não ensina apenas a forma ou a técnica, mas educa conforme o vocabulário de movimento de cada um, contribuindo para o desenvolvimento emocional, físico e social do aluno. Com base em sua Teoria Do Movimento, apliquei atividades em formas de jogos que explorassem as ações corporais como saltar, girar, rolar, torcer, flexionar, estender e os quatro fatores do movimento destacados por Laban que são fluência, espaço, tempo, peso. A proposta foi realizada com o segundo ciclo do ensino fundamental da EMEIEF Maria da Graça, Vila Floresta, Santo André.


Durante a apresentação:

  • Questões indicadas pelos participantes
  • Envolvimento dos alunos
  • Sugestões do grupo ao trabalho apresentado

Ginástica Laboral

Professores Everton Sibinel Silva e André Luis Morais Batista
EMEIEF Professora Maria da Penha de Almeida Manfredi

Educação Física

Esta experiência foi desenvolvida no ano de 2013 com todos os alunos do período da manhã. A ginastica consiste em promover um momento coletivo, de diferentes atividades físicas, que proporcionam a ativação do sistema nervoso central para melhor concentração e desempenho em sala de aula.

Utilizamos a ginástica laboral para proporcionar aos alunos pausas nas suas atividades em sala de aula e promover alguns minutos de exercícios de alongamento, relaxamento, massagem e dinâmica em grupo o que auxilia na melhora da concentração, diminuição do estresse, aumenta a motivação, melhora a atenção, o relacionamento interpessoal e diminui o sedentarismo durante as aulas, contribuindo com a aprendizagem.

Jogos cooperativos

Professores Adriana Costa, Ana Carolina Nogueira e Célio Santos
EMEIEF Augusto Boal, EMEIEF Vinícius de Moares, EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

Atividade realizada na EMEIEF Professor Darcy Ribeiro, onde apresentamos atividades relacionadas aos jogos cooperativos. Com objetivo dos jogos serem trabalhados com os alunos nas aulas de Educação Física. Os Jogos Cooperativos desenvolvem vários valores sociais, tais como: Construção de uma relação social positiva; Empatia; Cooperação; Comunicação; Participação; Autoestima; Alegria.

Segundo Brotto (2001) nestes jogos, chamados cooperativos, é importante deixar claro para todos os participantes que: não há seleção dos melhores porque cada um é vital para o jogo do momento, não há primeiro nem último lugar porque o lugar que ocupamos é nosso lugar comum, não há vencedores nem perdedores porque jogamos para 'VenSer', para vir a Ser quem somos plena e essencialmente, não há adversários porque somos todos parceiros de uma mesma jornada, não há troféus, medalhas ou outras recompensas porque já ganhamos tudo o que precisávamos ter. Para saber que a verdadeira conquista é poder continuar jogando uns com os outros, ao invés de uns contra os outros. Aprende-se a considerar o outro que joga como um parceiro, e não como adversário, fazendo com que a pessoa aprenda a se colocar no lugar do outro, e não priorizar seu lado, resultando assim na ação de aceitar todos como são verdadeiramente. Nos jogos cooperativos o maior prêmio é a alegria!!


Buscando autonomia com prazer

Professoras Luciana Dias Budrevicius Mazeto, Marisa de Almeida dos Santos e Sandra Maria Cavalcanti Ribeiro
EMEIEF Machado de Assis

Para que possamos desenvolver a autonomia das crianças, é importante oferecer situações nas quais elas possam desenvolver seu potencial com ajuda de outros. Percebemos que esse tipo de atividade é fundamental para o desenvolvimento do aluno. No trabalho com interclasses, é possível proporcionar a diversidade de opiniões, onde ocorre a mediação das situações-problema e assim, o desenvolvimento da aprendizagem.

Temos como objetivo nesse trabalho com interclasses, o desenvolvimentos da autonomia das crianças, o que não significa deixar fazer por fazer e sim, uma interação entre os grupos com intervenção do professor onde tomam decisões e resolvem situações-problema que surgem durante as atividades.

As atividades foram planejadas da seguinte forma:

Semanalmente realizamos na quadra atividades de circuito, onde os alunos das três turmas estão juntas, participando das mesmas atividades.

Após vivenciarmos o circuito na quadra, achamos importante que as crianças pudessem praticar, de forma autônoma, a locomoção nos espaços da escola e a escolha de atividades a serem realizadas.

Planejamos, então, atividades interclasses de Artes que são realizadas quinzenalmente. Essas atividades incluem: dobraduras, pinturas com tintas, esculturas com massinhas, confecção de brinquedos com sucatas, recorte e colagem, atividades teatrais com fantoches entre outras.

Apresentamos às crianças as três atividades que serão realizadas naquele dia. Cada criança escolhe a atividade que quer realizar e sempre leva o produto final para casa.

Em outros momentos, realizamos o circuito com brinquedos e pecinhas, onde eles passam pelas três salas no mesmo dia para brincarem, vivenciando a autonomia de forma prazerosa.

Combinados e resolução de conflitos

Professora Geovania de Lima
EMEIEF José Maria Sestilio Mattei

5º ano - Ensino Fundamental

Objetivo: Desenvolver reflexões e atitudes acerca dos bons hábitos no cotidiano escolar com o intuito de sensibilizar que as ações são refletidas na relação com o outro.


A professora organizou um rol de combinados a partir deste tema. Estes combinados foram construídos e firmados entre professor e alunos.

Neste sentido elencaram algumas atitudes que poderiam ou não ser “legais”, no tão famoso “cartaz de combinados”.

Com relação às aprendizagens, as aulas sempre foram planejadas baseadas em motivações, pesquisas e trocas e se por ventura alguns alunos não alcançassem os objetivos propostos, poderiam alcançá-los gradativamente a partir de toda a dinâmica que estivesse inserido e que a disciplina estaria diretamente relacionada aos avanços nas aprendizagens de todos os envolvidos.

Como disparador do trabalho assistiram o filme “Mãos talentosas”. Diante da abordagem trazida pelas cenas, os alunos perceberam que podem contar com o apoio dos professores e da família. Como a maior parte das crianças gosta de dançar, planejamos o “Quiz semanal” (baladinha), porém, ficou acordado também que se houvesse algum motivo que fugisse dos combinados não haveria esta “baladinha” e que todos seriam informados, em tempo oportuno, sobre o motivo. Mais uma proposta foi realizada com a turma: o desenvolvimento do teatro – “Menina Bonita do Laço de Fita” com o intuito de trabalhar as diferenças e sua relevância na relação com o outro. Outra ação importante foi a organização de grupos de estudos matemáticos onde por meio de avaliações e observações realizadas durante a rotina escolar, os alunos foram agrupados de acordo com os saberes de cada um. Enfim, a professora trabalhou com a pedagogia da dialogicidade como uma prática na resolução dos nossos conflitos. Outra ação importante e relevante foi os alunos envolvidos no planejamento e replanejamento das ações desenvolvidas em nosso cotidiano. Esta postura e consciência aos poucos foram se estabelecendo e se firmando. Os alunos perceberam a importância de sua participação, envolvimento e da sua co-responsabilidade no processo de ensino e aprendizagem.

Os ganhos foram muitos e os resultados são mensuráveis em todo o convívio e desenvolvimento cognitivo da turma.


Durante a apresentação:

Alguns professores de Educação Física relataram que este trabalho com regras e combinados reflete nas aulas corporais onde requer também respeito e cooperação das crianças durante as aulas.

A professora Vilma da creche parabenizou o trabalho apresentado pela professora e disse ter aprendido muito com ela.

Outra professora presente validou o trabalho apresentado no que diz respeito a importância de se desenvolver a reflexão sobre atos e atitudes e suas consequências dentro de uma relação coletiva.

Astronomia e astronáutica na construção dos saberes científicos

Professora Aparecida Lourente Soares (Cidinha)
EMEIEF Machado de Assis

O encantamento pelo Universo certamente propicia descobertas, a busca e a construção do conhecimento objetivando a investigação, o questionamento e a aplicação desses conhecimentos em seu cotidiano. Os conteúdos da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica podem ser desenvolvidos interdisciplinarmente, abrangendo as diversas áreas do conhecimento como Ciências, História, Geografia, Matemática, Língua Portuguesa, Arte, Música, Informática e a Educação Física, tendo como foco a expressão corporal. Por meio de atividades lúdicas, práticas e de observação, é possível despertar nos alunos o interesse, a motivação e a curiosidade por meio da pesquisa científica.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Jogos cooperativos

Célio Domingos dos Santos
EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

O relato será sobre aulas de Educação Física com o objetivo de trabalhar a amizade, respeito, solidariedade e criatividade (jogos cooperativos), utilizando os óculos e o paraquedas do kit cooperativo.

Os jogos cooperativos como conteúdo das aulas, oferecem uma grande oportunidade para que os alunos possam participar ativamente, mesmo aqueles que tenham resistência por acreditarem que é preciso competir o tempo todo para se divertir, bem como aqueles que possuem dificuldade nas práticas corporais. Assim a amizade, a cooperação, a alegria e a solidariedade trabalhadas, favorecem atitudes positivas nos relacionamentos, auxiliando o desenvolvimento do pensamento critico e participativo nas aulas e dentro de um período do desenvolvimento das crianças que tendem a ser mais competitivas.


A Educação Física na Educação Infantil

Professora Patrícia Salvador
EMEIEF Homero Thon

O trabalho tem como foco as crianças de cinco anos de idade da Educação Infantil da escola EMEIEF Homero Thon, média de trinta alunos por turma.

O objetivo é aprimorar a estruturação viso motora espacial, minimizando questões de quedas, esbarrões e tropeços, melhorando consciência tônico postural, desenvolvendo a estruturação espaço temporal, aprimorando o freio inibitório e desenvolvendo a atenção viso motora, além da autonomia.

A atividade número um tem como objetivo melhorar a consciência tônico postural, através de atividades em que precisam imitar a sua foto, figura com poses o aluno fazem e os demais dizem se está correto, imitar a imagem permanecendo nela até sinal do professor.

O objetivo da atividade número dois é desenvolver a estruturação espaço temporal, determinados alunos recolhem objetos pelo espaço dentro de um determinado tempo, conta-se a quantidade objetos e troca-se os alunos.

A atividade número três visa aprimorar o freio inibitório, aluno é escolhido para ser medusa (mitologia grega) que fica de costas, os demais vão se deslocar que um lado ao outro da quadra, mas ao virar os demais devem parar e virar o rosto para trás, caso contrário viram medusa.

A atividade número quatro desenvolve a atenção viso motora, forma-se corredor com bexigas de diversas cores que representam cada parte do corpo, e ao passar pelo corredor os alunos tem que bater a parte do corpo correspondente.

Projeto Circo

Professores Mirvane Dias de Souza e Sérgio Hideo Ishigami
EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro

Durante diagnóstico inicial, observamos que deveríamos iniciar as aulas de Educação Física pelo conteúdo ginástico, que é base para todos os movimentos do corpo. Então surgiu a questão: Como trabalhar tal conteúdo de forma prazerosa e significativa para as crianças? Surgiu então a ideia do Circo que além de trabalhar os movimentos ginásticos, trabalha também com a cultura circense que nem sempre está acessível aos educandos.

O projeto nasceu com três vídeos (Circo de Rua, Circo Chinês e Circo na Escola) e uma roda de conversa. A segunda etapa foi a construção de materiais (malabares, discos de equilíbrio, pés de lata). Na terceira etapa, os educandos tiveram aulas de malabarismo, equilíbrio e acrobacias, sendo finalizado encerrado com uma apresentação para a comunidade escolar.

Valorizando as aulas de Educação Física

Professor Sérgio Carvalho de Oliveira
EMEIEF Professor José do Prado Silveira

3º, 4º e 5º ano

A Educação Física passou, ao longo dos anos, por momentos de indefinição, afetando sua identidade e causando a desvalorização da disciplina, bem como, do professor que atua na área. Ainda, a disciplina é vista por pais, demais professores e alunos como, momento de brincar, oportunidade de sair da sala de aula, jogar futebol e outros.

Por isso, nosso objetivo, por meio de atividades diversas, foi reavaliar e redimensionar com os alunos a aula de Educação Física. Além das aulas diárias, utilizamos seminários teóricos/práticos para alunos do 3º, 4º e 5º ano, o Judô foi incluído como atividade no programa Mais Educação. Organizamos acompanhamento semestral da avaliação física (peso, medida, condição física nas atividades) dos alunos na Educação Infantil e no Ensino Fundamental.

Os alunos maiores socializaram com seus respectivos grupos, a brincadeira ou a prática esportiva escolhida. Vivenciaram o papel do professor, experimentando aspectos positivos, como ensinar os colegas e alguns aspectos não tão fáceis de administrar, quando alguns colegas mostravam indisciplina ou não entendiam as regras propostas. As aulas de Judô, no programa Mais Educação, trouxe por si só disciplina aos alunos, respeito e valorização por si e pelo outro. Foi um exercício de aprender a perder, também.

Não só os alunos, mas pais e demais professores começaram a ter um olhar produtivo pela aula e pelo profissional de Educação Física. Com isso, foi possível uma parceria entre os envolvidos. As crianças aprenderam a trabalhar em grupo, tiveram avanços no campo da criatividade, da oralidade e no repertório motor.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Integração e sociabilização: uma proposta para a Educação Física

Professora Conceição Aparecida da Silva Rocha Penachio
EMEIEF Professor Nicolau Moraes Barros

Educação Infantil e Ensino Fundamental

Objetivo: Integração de diferentes faixas etárias


Proporcionar vivências em atividades físicas que oportunizam a integração de grupos de diversas faixas etárias.

Atividade diversificada, proporcionando vivências corporais através de brincadeiras, jogos recreativos, desafios, dança e cantigas de roda.

A Rede em Roda foi um momento de troca de experiências entre profissionais da rede com o objetivo de socializar os trabalhos realizados nos últimos meses.

A interação da criança e de qualquer indivíduo com o meio, a relação com as pessoas é que estabelecem as ligações afetivas e o desenvolvimento humano em geral.

Da quadra para a sala... da sala para quadra

Professores Andreia Geraldo e Kleison L. Amorim
EMEIEF Professor Nicolau Moraes Barros

Esta experiência propôs atrelar as aulas de Educação Física a outras disciplinas, pois a interdisciplinariedade é uma realidade almejada por todos os profissionais da educação. Baseou-se na concepção integral da criança considerando diferentes aspectos do desenvolvimento.

Objetivos:
  • Apresentar atividades da aula de Educação Física que reforçam os conteúdos desenvolvidos em sala de aula;
  • Aproximar os profissionais de sala e de quadra através do diálogo dos conteúdos;
  • Proporcionar ao aluno a riqueza de explorar de forma lúdica os conteúdos.

A interdisciplinariedade é uma realidade almejada por todos os profissionais da Educação. Baseia-se na concepção integral da criança nos seus aspectos do desenvolvimento (cognitivo, afetivo-emocional e motor). O trabalho apresenta algumas atividades da aula de Educação Física que auxiliam na aprendizagem significativa dos conteúdos pedagógicos, especificamente da Matemática. As atividades são apresentadas por ciclo da seguinte forma:

Infantil: Formas Geométricas (“chamadas lúdicas das formas geométricas”; “percurso das formas”; “dança das formas” e “limpando a quadra”).

Primeiro Ciclo Fundamental: Adição e Subtração (“amarelinha quadradinha dos números”; “gincana das continhas”).

Segundo Ciclo Fundamental: Medidas de Comprimento (saltos, arremessos e corrida do atletismo e gráficos).

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Sequência didática da brincadeira Amarelinha

Professores Uirá de Siqueira Farias e Edmilton dos Santos Silva
EMEIEF Cidade Takasaki

Como um dos conteúdos da Educação Física, os jogos e brincadeiras tradicionais se mostram como uma excelente ferramenta para o desenvolvimento integral do aluno. No relato de experiência em que foi utilizada a brincadeira amarelinha, foi compartilhado o andamento do trabalho que foi realizado com objetivo de resgate de brincadeiras tradicionais com ênfase nas dimensões conceituais, procedimentais e atitudinais.

Público: turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. A finalidade educativa, tem como linha norteadora o enriquecimento do conhecimento dos alunos, numa direção que conduza para uma visão mais complexa e crítica da realidade, sem deixar de dar prioridade para a ludicidade. Dessa maneira, busca relacionar os conhecimentos da disciplina de educação física com os conhecimentos prévios do cotidiano dos alunos.

Alguns resultados e investigações durante as aulas até o momento mostram que parte dos alunos nunca tinham vivenciado essa brincadeira de maneira sistematizada. Aos poucos os alunos foram demonstrando interesse e interagindo com os colegas já “experientes” para a realização da atividade, compartilhando os conceitos, procedimentos e desenvolvendo atitudes necessárias para brincar. Verificou- se também, a necessidade de planejar as ações visando diversificar as maneiras de jogar, respeitando a criatividade dos alunos para ampliação do repertório motor, e ainda, a possibilidade de se trabalhar de maneira interdisciplinar, tendo em vista que essa brincadeira envolve sequências numéricas, letras, formas geométricas e cores.