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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO E DA INTERVENÇÃO DO PROFESSOR NA ROTINA E APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM TEA NO ENSINO REGULAR

BRUNA PESSANHA BRUZA ARENA

EMEIEF CAROLINA MARIA DE JESUS

A REDE EM RODA 2015 
4°ANO

Objetivo:
1-Compartilhar com a rede a prática pedagógica de planejar detalhadamente a rotina, as intervenções pedagógicas para alunos com Transtorno do Espectro Autista no Ensino Regular vinculado ao planejamento e antecipação das ações com o restante da turma também, ressaltando o quanto esta ação favorece o processo de ensino e aprendizagem de todos os alunos da turma, promovendo o respeito às diferenças, considerando a individualidade dos alunos dentro da Perspectiva da Educação Inclusiva.

Desenvolvimento do trabalho: Apresentar aos participantes como foi o processo de elaboração do planejamento, o passo a passo desde a adaptação do aluno com a professora, a sondagem dos conhecimentos do aluno Lucas Gabriel Silva Santos, que tem Transtorno do Espectro Autista e Surdez,  a elaboração de atividades diferenciadas para todos os alunos cada qual com suas especificidades no processo de ensino e aprendizagem, a construção do Plano de Acompanhamento do Aluno em parceria com a PAEI, o vínculo entre professor, aluno e com o restante da turma, o apoio do profissional AIE neste processo, o que é fundamental para que a Educação Inclusiva obtenha bons resultados.

Compartilhar as diferentes formas de registro e estratégias para facilitar este planejamento funcional que facilita o trabalho do professor mediante o desafio de acolher todas as diferenças na sala de aula.  





Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


MUSICALIZAÇÃO

NAYARA GARCIA DE BARROS

EMEIEF CAROLINA MARIA DE JESUS

A REDE EM RODA 2015 
ED. INFANTIL

A atividade tem como objetivo proporcionar às crianças experiencias sonoras e bem estar.

O trabalho realizado mostra que é possível inserir a música na rotina diária  e por meio de atividades lúdicas introduzir, aprofundar ou consolidar conceitos de som, suas várias formas, como reconhé-las com a exploração e o uso de instrumentos convencionais ou não,  tendo o corpo como parte do processo. 

Vamos explorar algumas músicas do folclore, brincadeiras, apreciar músicas colocando  o corpo para sentir, ouvir, produzir e reproduzir. Será possível experientar  possibilidades de ampliar  a criatividade no trabalho das  áreas do conhecimento: matemática e ciencias. 

É relevante considerar que a música amplia repertório, descobertas corporais, auditivas, potencializando o desenvolvimento integral dos alunos.




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Oficinas Educativas

LUCIANA DOS SANTOS NOMOTO / SIMONE SALTAO FIRMINO

EMEIEF Carolina Maria de Jesus

A REDE EM RODA 2015

EJA II (6º ao 9º ano)

Ao elaborarmos as aulas de Projeto que iríamos desenvolver ao longo do primeiro semestre de 2015 junto aos alunos da EJA II. Pensamos em uma forma democrática e participativa de trabalho: as oficinas. Períodos não tão longos no qual se desenvolve uma intensa atividade educativa que visa adicionar conhecimento teórico e prático a quem já tem tanta experiência de vida. 

O aluno independente do termo que estiver cursando poderá se inscrever na oficina que mais lhe despertar o interesse. Para decidirmos sobre quais oficinas montar tivemos que partir das possibilidades de cada professor e de uma intensa pesquisa realizada entre os alunos

O objetivo principal do projeto de Oficinas Educativas é propiciar ao aluno a oportunidade de se deparar com um conhecimento que seja de seu interesse e que lhe desperte a curiosidade para vir a somar com o conhecimento que já lhe é oferecido pela escola e assim lhe propiciar uma experiência educativa na EJA de Santo André que vá além da sala de aula podendo vir a se tornar uma forma dele se aperfeiçoar no trabalho, encontrar uma nova profissão ou apenas descobrir algo que lhe dê satisfação. 

Dessa forma compreendemos que a educação para o público da EJA deva ser composta não só pelo conteúdo da sala de aula, mas também por outras experiências sejam elas culturais, cientificas ou de qualquer natureza que não se estão ao seu alcance se não quando dentro de um meio educativo. Fazendo da escola um lugar que além do aprendizado valoriza a experiência de vida desse jovens e adultos e a transforma em novos conhecimentos.





Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Mostra de Curtas: a linguagem cinematográfica na Educação de Jovens e Adultos

IVONEI OLIVEIRA CORDEIRO / FERNANDO MARCOS FRANCISCO / DANILO DE SOUZA CONCEICAO

EMEIEF CAROLINA MARIA DE JESUS

A REDE EM RODA 2015 
EJA II (6º ao 9º ano)

Entendendo a linguagem cinematógrafica com uma forma democrática e hoje, graças a tecnologia disponível em aparelhos celulares e afins, muito mais acessível a todos os públicos, desenvolvemos um projeto de elaboração de filmes de curta metragem junto aos alunos na EJA II. 

Em cada sala de aula, independente do termo, todo o grupo ficou responsável por elaborar um roteiro, produção, filmagens e edições de um filme a ser apresentado na 1ª Mostra de Curtas. Cada sala contou ainda com um professor e coordenador que auxiliou no processo e incentivou os alunos a participarem. Durante o processo foi necessário mobilizar várias habilidades, o diálogo em grupo e a forma democrática de tomada de decisões além de incentivar a convivência entre toda a sala e assim incentivar a parceria e o respeito entre todos. 

O projeto teve duração de três semanas, sendo desenvolvido durante 4 aulas as quintas-feiras, na primeira semana foi apresentado, discutido e teve o roteiro e planejamento elaborados, a segunda semana foi dedicada as gravações e edição e na ultima semana os curtas foram apresentados para todos os alunos do período.

Os resultados foram surpreendentes, mostrando a capacidade de integração e produção de trabalhos por parte dos alunos que excedem aqueles desenvolvidos apenas dentro da sala de aula, mostrando que ao trabalharmos com um publico tão diversificado e cheio de experiencias podemos ter resultados muito significativos para a aprendizagem ao utilizarmos formas e linguagens diversificadas de trabalho.     





Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

A importância do lúdico, do vínculo com a turma e da relação professor-aluno para a aprendizagem de crianças com Deficiência no ensino regular

ELAINE CRISTINA JORDÃO DA SILVA / KAREN CRISTINA MOREIRA SANTOS DE LIMA E ROMISLEIDE LOPES MARQUES

EMEIEF CAROLINA MARIA DE JESUS

A REDE EM RODA 2015 
2°ano e 3°ano do Ensino Fundamental 

Objetivo:
1-Compartilhar com a rede os saberes e práticas construídos e desenvolvidos em sala de aula para a inclusão de alunos com deficiência no ensino regular; 
2-Refletir sobre o papel do professor como ator principal no cenário de Educação Inclusiva e o papel da escola de cumprir verdadeiramente o seu papel, aceitando as diferenças e sabendo respeitá-las, já que só é possível o ser humano se desenvolver plenamente e ser cidadão se aprender a enxergar o outro como alguém que tem o mesmo valor que ele;

Desenvolvimento do trabalho: Explicitar aos participantes todas as etapas para a inclusão dos alunos Lucas Murilo de Jesus que tem Deficiência Física, do aluno Rafael Rogério da Silva que tem Deficiência Múltipla e do aluno Diego de Souza que tem Transtorno do Espectro Autista no contexto escolar de suas turmas de 2°ano e 3° ano do Ensino Fundamental na EMEIEF Carolina Maria de Jesus, desde o acolhimento e adaptação dos alunos do início do ano letivo, as facilidades e dificuldades encontradas nesta etapa, a relação com a família, o planejamento das ações e propostas pedagógicas para o desenvolvimento destes alunos, a construção do Plano de Acompanhamento do Aluno em parceria com a PAEI, a construção do vínculo entre professor, aluno e com o restante da turma, o que é fundamental para que a Educação Inclusiva seja real e acertiva no contexto do ensino regular.

Apresentar como a organização e planejamento das aulas, a pesquisa das professoras para a qualificação das suas práticas e intervenções, as diferentes formas de registro, a exploração de atividades lúdicas e de materiais não estruturados e o respeito ao aluno foram fatores fundamentais para o êxito do trabalho, isto é, o avanço dos alunos com Deficiência no ensino regular cada qual com sua singularidade.



Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil



sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Música, quem canta se alegra

Professoras Alessandra, Ivanete, Patricia e Sirlene
EMEIEF Carolina Maria de Jesus

Com o objetivo de ampliar o vocabulário oral por meio de atividades orais e musicalização, bem com repertoriar o educando no universo das cantigas e brincadeiras cantadas. O projeto “quem canta se alegra” contempla de maneira interdisciplinar estes aspectos envolvendo a todos, com atividades de expressão corporal e musicalização. No contexto escolar da educação infantil, a musica é elemento essencial para desenvolver nos educando a apreciação, para ampliar o vocabulário e apresentar à eles como é vasta a nossa cultura musical por meio das cantigas de roda e brincadeiras cantadas. “O ideal seria alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo alfabetizado e letrado” (Soares, 2005, p. 47).


Leitura em sala de aula

Nelci Marques Batista e Rosa Ivanilde G. S. Barbosa
EMEIEF Carolina Maria de Jesus

Objetivo: desenvolver uma postura leitura, além de ampliar o gosto pela leitura e escrita.

A ideia do projeto surgiu para incentivar os alunos à leitura, pois se sabe que, é por ela que se reverte certas situações de aprendizagem. O papel da escola é formar cidadãos competentes capazes de não só decifrar códigos, mas compreender seus significados. A leitura é um elemento fundamental para o ingresso e a participação na sociedade letrada, é uma ferramenta básica da comunicação. O ato de ler é desenvolvido durante toda a vida do indivíduo e se processa de modo formal na escola a partir da alfabetização. Os livros e suas leituras são recursos e ferramentas de atuação em sala de aula, contribuindo na formação de leitores competentes, capazes de decodificar o mundo, sendo este o papel do cidadão dentro da escola e da sociedade. Uma criança que tem pouco ou nenhum contato com livros em casa deverá ter oportunidade de tê-lo na escola e com qualidade, este é um dos seus direitos. Não se pode esperar que as crianças criem algo do nada, pois precisam ter conhecimentos e bons repertórios, ouvir muitas histórias, assim terão mentes enriquecidas e criativas, além do gosto e hábito pelas leituras.

Motricidade, jogos e brincadeiras no processo de alfabetização e letramento

Professor Esp. Claudio Aparecido de Sousa
EMEIEF Carolina Maria de Jesus

Sabemos que a Psicomotricidade é a ciência que tem como objeto de estudo o homem através do seu corpo em movimento, onde o corpo é a origem das aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas. Para Ferreiro (2001), a psicogênese realiza um processo de recontar a escrita, para a autora esse processo irá se constituindo pelos caminhos da formação do símbolo (imitação, jogo simbólico, desenho), caminhos que se intensificarão com o lúdico, a brincadeira e o jogo. A criança percebe seu próprio corpo por meio de todos os sentidos, capta imagens, recebe sons, sente cheiros e sabores, dor e calor, movimenta-se.

O processo de adaptação do indivíduo ao ambiente está relacionado à memória e experiências vivenciadas. Brincar é um ato social que permite uma comunicação através de gestos, mesmo que não haja comunicação verbal. É no brincar que a criança tem a oportunidade de expressar o que esta sentindo ou necessitando, daí a importância do faz de conta. (Freire, 1989).

Jogos pedagógicos na sala de aula

Alexandra A. Liberato Trevisan e Maria Matilde Antonelli
EMEIEF Carolina Maria de Jesus

Trata-se de uma experiência desenvolvida com os alunos dos terceiros anos do Ensino Fundamental I, a partir do pressuposto de que os jogos oferecem inúmeras possibilidades de melhorar o raciocínio lógico das crianças durante o envolvimento dessas atividades em sala de aula.

Os jogos foram confeccionados pelas alunas do Curso de Pedagogia do CUFSA (Centro Universitário Fundação Santo André) participantes do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência), em parceria com a professora titular da classe. No intuito de aguçar a curiosidade das crianças, os jogos foram depositados em um carrinho intitulado “Hora do Jogo”. Enquanto jogam, as crianças planejam ações, projetam e criam estratégias próprias para resolução encarando o “erro” como forma de aprender novos conceitos.

Os resultados mostram que, para serem bem sucedidos, os jogos na sala de aula devem contar com planejamento, objetivos e intencionalidade. O “olhar” atento do professor permite subsidiar o processo com intervenções pedagógicas de intensificar ou diminuir os desafios para que as crianças se sintam motivadas a ultrapassar as etapas. É nesse ambiente de ações e trocas que as crianças “aprendem a respeitar regras, a exercer papéis diferenciados e controles recíprocos, a discutir, a chegar a acordos” (PARRA; SAIZ, 1996, p. 223).