Mostrando postagens com marcador Leitura e Escrita. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Leitura e Escrita. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Um conto e muitas descobertas

Cintia de Oliveira Rocha Silva

EMEIEF Professor Darcy Riveiro

A REDE EM RODA 2015
1º Ciclo Intermediário / 2º Ano / Ensino Fundamental

O inicio do projeto partiu de uma necessidade da turma  do 2º ano do Ensino Fundamental em construir textos individuais e coletivos e respeitar a fala do outro durante o desenvolvimento das atividades. 

O primeiro momento consistiu em realizar coletivamente a recriação da história Chapeuzinho Vermelho.  A história foi dividida em capítulos, e cada capítulo tratou de um determinado momento da história. Os alunos construíram o texto coletivamente tendo a professora como escriba. A reflexão sobre a escrita foi instigada a todo  momento observando  pontuações, questionamentos, atividades direcionadas sobre o texto, de maneira interdisciplinar e pesquisas  no laboratório de informática.  

Ao finalizar, fizemos uma exposição dos livros e assistimos uma versão moderna da história. A avaliação do trabalho foi contínua, revendo as necessidades do grupo e flexibilizando a forma de continuarmos na construção do livro, com a participação de todos.



Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Para alfabetizar: Vamos jogar?

Sara Timóteo

EMEIEF Cora Coralina

A REDE EM RODA 2015
1º ANO/CICLO I- Ensino Fundamental

OBJETIVO:
Utilizar jogos de forma prazerosa para o avanço na hipótese de escrita;

DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO:
 De acordo com a sondagem inicial constatou-se um grande número de alunos na hipótese de escrita pré silábica.
Sendo assim, percebemos a necessidade de organizar um trabalho prazeroso com jogos como estratégia para os alunos avançarem em suas hipóteses. Iniciamos em fevereiro e ainda continuamos de acordo com a necessidade de alinhamento de saberes relacionados a hipótese de escrita dos alunos.
A rotina foi organizada com os jogos como atividade permanente (todos os dias) utilizando jogos disponíveis na escola bem como confeccionando jogos com os alunos (utilizados em sala de aula e em casa).
A reunião com as famílias foi um momento que oportunizou o esclarecimento a respeito do trabalho desenvolvido.


RESULTADOS OBTIDOS OU ESPERADOS: 
O projeto vem obtendo avanços esperados paulatinamente e terá continuidade neste trimestre.




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil




terça-feira, 16 de agosto de 2016

"ANIMALUCOS"

EVELYN SENA DA SILVA / TATIANE VANESSA ABREU

EMEIEF Carlos Drummond de Andrade

A REDE EM RODA 2015 
CICLO I / 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL


O jogo “ Animalucos” faz parte do projeto  “ Os Animais” e tem como objetivo geral  trabalhar a interdisciplinaridade de maneira divertida e produtiva.  

As crianças lançam os dados e a partir das figuras dos animais sorteados será criado um novo animal. Os alunos utilizam as silabas móveis para formara a palavra, no momento dessa construção há a reflexão sobre escrita.





Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil




quarta-feira, 25 de maio de 2016

Projeto: Igualdade na Diversidade

Regina Maria da Silva

EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro

2º ciclo final - Educação Infantil

A escola tem papel social primordial no que se refere à realidade racial: reproduz as concepções de educação e cultura presentes na sociedade, mas também as cria e transforma. 

O cotidiano pedagógico é entrelaçado de relações dos mais diversos aspectos. Uma característica evidenciada é "a predominância do silêncio nas situações que envolvem racismo, preconceito e discriminação étnicos, o que permite supor que a criança negra, desde a educação infantil, está sendo socializada para o silêncio e para a submissão (CAVALLEIRO, 1998, p.12). Neste cenário, o presente projeto tem a intenção de explorar a temática da cultura afro-brasileira e africana presente em obras de literatura infantil, bem como selecionar obras que representem a diversidade da população brasileira em obras de temática variada, sem estereótipos, possibilitando que as crianças construam um repertório positivo da cultura e da história afro-brasileira e, consequentemente, da população preta/negra. 

Serão feitas rodas de história e conversa para conversar sobre valores, como respeito, amizade, diálogo e identidade, além de pontuar possíveis situações de xingamentos/apelidos/discriminações de qualquer espécie, fazendo com que as crianças exercitem a empatia, coloquem-se no lugar do outro e construam a ideia de que todos somos diferentes fisicamente, mas iguais em direitos, faremos desenhos livres e dirigidos, observação de características pessoais e imagens que representem pessoas de diferentes características étnico-raciais, gênero, peso, tamanho e hábitos de culturas diversas (exemplo: roupas, cabelos, etc.) e assistiremos vídeos, com o objetivo principal de construir referenciais para inserção dos princípios da educação das relações étnico-raciais e a construção de uma imagem positiva da população negra.



 A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil



terça-feira, 24 de maio de 2016

Lendo e escrevendo com os personagens do Sítio do Pica-pau Amarelo

Mirvane Dias de Souza

EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro

2º ANO 

O presente relato faz referência a uma experiência que esta sendo desenvolvida com os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental I da EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro, no período de julho a outubro do corrente ano. 

O objetivo proposto foi favorecer o desenvolvimento das capacidades linguísticas e criadora das crianças, fomentando nelas o gosto pela leitura e escrita, utilizando como estratégia as histórias, músicas e personagens do Sítio do Pica-pau Amarelo, através de um enfoque interdisciplinar. 

O trabalho está sendo desenvolvido em várias etapas e terá como produto final uma peça teatral realizada pelas crianças tendo como público os outros alunos da escola.





 A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

  

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Projeto "Maria que Ria"

Cláudia Anselmo Romão e Ana Kelly Santos Alencar

 Creche Maria Dolores Felipe Silva

1° ciclo inicial - 2015 / Educação Infantil

PROJETO: “ MARIA QUE RIA”
“ Maria surgiu na sala de aula saltando das páginas de um livro de história, e a partir daí, passou a fazer parte do grupo como mais uma criança, participando da rotina e de momentos em família, na casa das crianças. Acreditando na possibilidade de oferecer às crianças noções de responsabilidade e cuidado, bem como incentivar e promover a afetividade e favorecer a aproximação da família, criamos o projeto “Maria que Ria”.

Objetivo:
• Reconhecer sua importância para com o outro, desenvolvendo aspectos de socialização, cuidados e afetividade;
• Incentivar o gosto pela leitura, despertando a imaginação, a curiosidade e a aproximação das famílias com a creche;
A atividade disparadora do projeto foi a contação de história do livro “Maria que Ria”, e a primeira Maria surgiu de um desenho da personagem em uma cartolina e  percebendo o carinho e o diálogo que as crianças faziam com o desenho, resolvemos construir uma boneca de pano. O desdobramento em casa está sendo com a proposta de a criança levar para casa a Maria, o livro e um diário para registro de como foi o final de semana.

O projeto está em andamento, e esperamos na finalização, contribuirmos com um aprendizado significativo, vivências prazerosas e o estreitamento da relação de confiança entre família/escola.



A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil




      

Estimulando o prazer pela leitura

Nicole Soares Tavares e Roberta Aline Costa Oliveira

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves

I Ciclo Inicial e Final/ Educação Infantil 

O objetivo destas práticas é ampliar repertório de histórias favorecendo o desenvolvimento da linguagem oral e estimulando o prazer pela leitura, através da oferta de possibilidades para que as crianças pequenas ouçam e apreciem histórias.

Na creche diferentes estratégias para contar histórias é fundamental, assim como o uso de acessórios que envolvam e despertem o interesse das crianças.
É preciso transformar simples palavras em histórias inesquecíveis para as crianças, pois se forem devidamente apresentados à literatura adequada à faixa etária e de forma interessante  as crianças pequenas irão querer ouvir cada vez mais e por mais tempo, a voz tão querida e conhecida das educadoras, que agora se dirige a elas num novo ritmo, encenando uma personagem.

Todo este processo é envolvido de afeto, pois contar histórias é um ato que prova, de fato, a afetividade. Mais do que isso, esse ato, ao tornar-se hábito, será sentido como um ato de amor, com diálogo, escuta e envolvimento. Durante as aulas as professoras utilizaram tendas, cabanas, personagens em feltro, fantoches, bonecos, objetos não estruturados que se tornam parte das histórias. Até personagens que visitam as casas das crianças foram acessórios que enriqueceram este processo. A Ninoca e o Ted foram os desencadeadores destas ações, nas quais a visita na casa das crianças transformou a contação de história em momentos mágicos e reais.

A cada dia a concentração das crianças aumenta e o prazer em ouvir as histórias abre portas para este encantador mundo da imaginação. Nossa intencionalidade com este projeto, foi que as crianças tivessem prazer em ouvir histórias, criando possibilidades a partir delas, tornando-se sujeitos críticos, criativos e bons leitores.


A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ALUNOS ESCRITORES - Jornal do Senninha

Fernando Cezar da Silva Detogni
Rosemeire Duarte Silveira Fernandes
Tatiana Zanini da Silva Patiño

EMEIEF Ayrton Senna da Silva

1º ao 5º ano do Ensino Fundamental


Objetivos:
- Construir um jornal a partir da sua função social real;
- Agrupar os alunos, segundo suas necessidades pedagógicas;
- Avançar na produção oral e escrita;
- Conhecer os gêneros textuais trabalhados no jornal;
- Aprofundar as características dos gêneros desenvolvidos em cada agrupamento;
- Reconhecer as finalidades dos textos lidos, percebendo seus diferentes propósitos.
  
Desenvolvimento do trabalho:
O projeto visa realizar um agrupamento entre os alunos do 1º ciclo e entre os alunos do 2º ciclo, em parceria com a Professora de Flexibilização da Unidade Escolar. Os alunos foram agrupados de acordo com os seus saberes, tendo como desafio a elaboração de um jornal para a escola (a ênfase não foi dada à dificuldade do aluno, mas à construção do jornal).
    
O jornal será composto por cadernos, que foram organizados pelos professores, de modo a atender as necessidades pedagógicas dos alunos. Para cada caderno, foi realizado uma atividade sequenciada, que tiveram como foco o trabalho com um gênero textual, com o objetivo dos alunos avançarem na leitura e na escrita.
  
Resultado:
Primeiramente observamos que as crianças estão envolvidas nos agrupamentos, uma vez que os mesmos tem clareza de que estão produzindo algo que será socializado para os seus familiares (função social da escrita).

Com os agrupamentos, os professores puderam realizar intervenções mais pontuais, mesmo porque contaram com uma professora a mais no grupo (professora de flexibilização).
     
Durante o desenvolvimento deste projeto, percebeu-se avanços na maioria dos alunos.


A REDE EM RODA 2015
Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

ESCRITORES DA LIBERDADE

Denis Oliveira da Silva

CPFP JÚLIO DE GRAMMONT


EJA 2


O projeto denominado “Cadernos de escrita” ou Escritores da Liberdade, nasceu de uma necessidade de estimular nos alunos o hábito da escrita. A ideia foi concebida a partir do filme “Escritores da Liberdade” ao qual os alunos assistiram. Desta forma, no primeiro semestre de 2015, o projeto buscou incitá-los a uma produção profícua, na tentativa de fazê-los escrever seus relatos pessoais: dia-a-dia; história de antepassados e relatos autobiográficos.

Por sugestão dos próprios alunos, que não queriam ser identificados em suas histórias, foram criados por eles próprios pseudônimos. Assim, foi entregue a cada aluno um caderno no qual seu pseudônimo foi colado através de uma etiqueta produzida pela escola com mesma fonte na contracapa, evitando por parte deles o reconhecimento da letra dos colegas. Todas as quintas-feiras o caderno é entregue aos alunos com um pequeno texto de autores literários, filósofos ou mesmo do professor incentivando o ato de escrever através de perguntas, esses os devolvem na terça-feira seguinte, e, assim, periodicamente as entregas e coletas são feitas. Quando autorizado pelo aluno-autor o texto é lido para a sala. 

Para alguns o processo tem sido uma “espécie” de catarse, para outros uma terapia. 

Relatos e histórias de cunho extremamente pessoal surgiram. A meu ver, tal situação aponta a confiança no anonimato, apesar de alguns já manifestarem o interesse em compartilhar suas histórias, o que ainda não foi feito por não ser uma unanimidade e exporia quem não o quer fazer.

Em relação à melhoria nas demais áreas almejadas, percebe-se uma tranquilidade tanto de maneira escrita, quanto verbal em expor seus pensamentos. As correções gramaticais são executadas de maneira seletiva, isto é, nem todas as incorreções são apontadas em um mesmo texto.     



A REDE EM RODA 2015
Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Folhetim: uma criação coletiva ampliando universos culturais

Assistente Pedagógico Edson da Silva
Creche Parque Andreense

Educação Infantil

Objetivos:
  • Comunicar os fazeres das crianças, jovens e adultos;
  • Ampliar a visibilidade das ações e saberes construídos na coletividade;
  • Registrar a memória coletiva na história da cidade.

Uma simples ideia que surgiu do desejo de comunicar os fazeres das crianças, jovens e adultos. A criação de uma publicação em que a palavra, a fotografias, o desenhos sejam a memória em gestos poéticos, o registro do cotidiano em dias mais felizes.


Alguns resultados:
  • Espaço permanente para a participação de todos;
  • Cultura de leitura e escrita da realidade vivida;
  • O reconhecimento das famílias sobre o trabalho pedagógico realizado no CESA;
  • Prática em compartilhar os fazeres e projetos;
  • Contribuição para a memória local e da cidade.

A obra de Monteiro Lobato “O Picapau Amarelo”

Professor Glauber Machado
EMEIEF Paranapiacaba

Partindo do livro “O Pica-pau Amarelo” do autor Monteiro Lobato, descobre-se nas figuras dos personagens lobatianos um grande universo a ser explorado. A obra encantou crianças desde o seu lançamento em 1939, sendo adaptada para novas mídias. Especialmente nesta obra, os personagens do Sítio encontram-se com outras culturas literárias, como Dom Quixote, os heróis gregos, príncipes encantados e as princesas dos contos de fada.

Desses encontros, surge a possibilidade de estimular a imaginação e a criatividade das crianças, bem como estimular a reescrita de contos tradicionais, com novos desfechos e novas aventuras, além de abrir um mundo de criação e encontros nunca antes pensados. Afinal, quem imaginaria que Branca de Neve ficou viúva e se casou com um príncipe das Arábias?


Lendas Urbanas

Professoras Jane Marques de Oliveira Mantello e Helena Aparecida Minzon Bonatto
EMEIEF Miguel Sanches Ruiz

O trabalho foi desenvolvido a partir do interesse dos alunos pelo tema, que foi incorporado também a leitura diária, o tema aguçou a curiosidade e criou um ar de mistério, incentivando a leitura e a escrita.

Nesse processo as famílias foram envolvidas, colaborando na pesquisa e na contação de lendas conhecidas aos alunos. Os alunos realizaram pesquisas por meio da internet, ouviram lendas contadas pelas professoras e pelos pais, houve contação de história envolvendo as lendas e dramatização, realizaram leituras sobre tema, produziram lendas autorais e confeccionaram painéis com desenhos das lendas.

O trabalho colaborou no aprimoramento das produções textuais e no incentivo à leitura.


domingo, 7 de dezembro de 2014

Encantando os pequenos leitores

Professora Ivanilza da Silva Xavier
Creche Professor Máximo Manssur

Flex- Creche

A contação de história é uma ferramenta que estimula o desenvolvimento dos educandos, cognitiva, afetiva e socialmente, incentivando as crianças a se tornarem bons ouvintes, estimulando também a imaginação e a criatividade.

Auxilia na aquisição da oralidade, instiga os movimentos corporais, a criticidade do sujeito, a autonomia e a dialogicidade. Assim, quanto mais cedo a criança for apresentada ao mundo da leitura, mais prazer encontrará futuramente no ato de ler, ampliando sua visão sobre o mundo que o cerca.

Neste Projeto “Encantando os Pequenos Leitores” foi possível conquistá-los, estimulá-los a recontar a história a sua maneira e a cuidar dos livros, a serem leitores, desde o momento do manuseio.

Atividades Coletivas na creche: é possível?

Professoras Milene Pereira Martins Franchi, Carla da Silva Cuerva Valincius e Maria Ignêz Mazzaro da Costa Longo
Creche Paranapiacaba

Berçário, 1º Ciclo Inicial e 1º Ciclo Final

A Creche Paranapiacaba está inserida em uma pequena comunidade turística, ao pé de um morro e com um clima bem atípico. Conta apenas com três salas de aula, um pátio pequeno e o parque que fica em outro prédio fora da Creche. Todos os alunos frequentam o período integral. Ao refletirmos sobre o espaço e o cansaço desses alunos no período da tarde, chegamos à conclusão sobre a necessidade de planejarmos atividades coletivas e diversificadas, nas quais seriam garantidos o cuidado, a socialização, o desenvolvimento cognitivo, ético, moral e o bem estar de nossas crianças.

Nosso projeto leva em consideração os aspectos climáticos da Vila, o espaço físico restrito e a riqueza histórica de Paranapiacaba. Sendo assim, utilizamos no dia-a-dia diferentes locais para concretizarmos nossas atividades coletivas, tais como parque externo da creche, parque de areia da Vila, parque do Clube Lira e as diversas áreas verdes que a Vila nos proporciona. Dessa forma desenvolvemos ações como Contação de História com fantoches, Caça ao Tesouro, Circuitos diversos, e o Dia de Quem Cuida de Mim, projeto que enfatiza a importância da família na escola. Por trabalharmos em um lugar tão distante e com características tão peculiares, achamos importante que a Rede conheça a rotina e os projetos desenvolvidos em nossa creche, mostrando que tudo é possível quando se trabalha em equipe!