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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

A alfabetização e os desafios para os professores recém-formados

Zeni de Oliveira Muniz Ferreira

Creche Professor Antonio Oliveira

A REDE EM RODA 2016


Historicamente em nosso contexto educacional, a atuação dos docentes na educação, especialmente para os recém-formados, passa por vários desafios, principalmente quando se trata da alfabetização nas séries iniciais do ensino fundamental. 

O professor que inicia sua carreira numa sala de alfabetização, geralmente enfrenta salas numerosas e precisa lidar com alunos que possuem diferentes conhecimentos e experiências e, muitas vezes, alguns alunos apresentam dificuldades em relação à aquisição da leitura e da escrita e necessitam de intervenções ajustadas às suas reais necessidades. A presente pesquisa propõe uma investigação sobre os desafios enfrentados por esses professores recém-formados em salas de alfabetização.


O educador deverá ser sensível para acompanhar a construção do conhecimento por parte da criança. Quando ensinamos uma criança a ler e a escrever, ensinamos também a usar a linguagem em múltiplas circunstâncias de comunicação, como Emília Ferreiro relata à possibilidade de encarrar de maneira diferente a aprendizagem da leitura e da escrita, conseguindo assim uma alfabetização de melhor qualidade.  E a partir dessas pesquisas, o como se ensina e o como se aprende têm dado início à tomada de consciência sobre a importância da alfabetização inicial, passando também a se considerar o método utilizado pelo professor e seu conhecimento na utilização do mesmo. 

O construtivismo, enquanto fundamento teórico para a alfabetização passou a ser discutido. Apesar de, nas últimas décadas vivenciarmos um longo debate sobre o ensino e aprendizagem da língua escrita, as pesquisas mostram que muitas escolas em nosso país continuam praticando uma alfabetização tradicional, baseada em cartilhas e atividades repetitivas, com a intenção de fazer o aluno decorar as lições aplicadas.


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Arca de Noé de Vinicius de Moraes

Alexandra Henriques Ferreira e Marilene Santana Souza

Creche Professor Antonio Oliveira


Berçário


Objetivo: Incentivar os professores de Berçário a desenvolverem projetos com esta faixa etária.

Desenvolvimento: Mostraremos as fotos do trabalho que foi desenvolvido, passo a passo; levaremos os jogos e recursos utilizados em sala de aula para que os professores possam manipular e entender como está sendo realizado o projeto. Os resultados estão sendo obtidos ao longo do processo e o projeto terminará no final do ano com um produto final que será entregue para cada criança.




  


   







Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

"Eu e Ninoca na magia das histórias infantis e da musicalização".

Kenny Cristina de Oliveira, Maria Cristina Vitorino Pinto, Sílvio Damico, 
Priscila Stollberg Destro

 Creche Professor Antônio Oliveira

Berçário/ 2015/ Educação Infantil

OBJETIVOS:
• Compartilhar um projeto pedagógico da creche com os profissionais de educação do município de Santo André;
• Promover momentos de observação e discussão das  práticas de trabalho;
• Promover práticas lúdicas no contexto da Educação Infantil, permitindo entre tantos outros objetivos, que através do lúdico, o professor realize um trabalho interventivo.

DESENVOLVIMENTO:
Inicialmente as professoras apresentaram as histórias da Ninoca, da autora Lucy Cousins para a turma. Na sequência mostraram a boneca dessa personagem (que foi confeccionada de pano) e, neste momento, as crianças puderam manuseá-la e explorá-la livremente, ingressando nesse mundo lúdico.

Tendo também como "eixo norteador" , uma das necessidades levantadas quando se pretende construir uma cidade educadora (família efetiva no dia- a- dia da escola), esse projeto ganhou ainda mais forças, pois foi nítido o estreitamento de laços entre escola e família, o que foi constatado por meio de conversas nas entradas e saídas e também por bilhetes via agenda das crianças. Partindo dessa ludicidade, rica e própria da criança, bem como, por essa necessidade constante de acolher as famílias, que também exigem atenção e merecem nosso respeito, a Ninoca foi introduzida em todos os momentos da rotina: musicalização, hora da história, atividades sequenciadas e outras; ora como personagem principal, ora como acompanhante do grupo.


Enfim, com o desenvolvimento do projeto ao longo desse segundo semestre, esperamos observar avanços na oralidade, na inventividade, na organização do espaço coletivo (habilidade que a personagem faz muito uso nas histórias). E por último, mas não menos importante, garantir o direito a infância.



A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

OP Criança: cidadania na creche

Professoras Elaine Rodrigues Nantes Santos e Vilma Aparecida de Barros
Creche Professor Antônio Oliveira

1º Ciclo Final - Educação Infantil

O Projeto, intitulado “OP Criança: cidadania na creche”, teve o intuito de trabalhar a identidade das crianças, fazendo com que elas se reconhecessem enquanto ser social, com direitos, mas também com deveres; e oferecer oportunidade de exercer participação social, popular e cidadã, percebendo e indicando demandas para seu bairro, cidade e para a área da educação, a fim de contribuírem na conquista de seus direitos e de melhores condições de vida e entendendo que a participação se dá como processo contínuo e não como um evento.

Inicialmente, tivemos que subsidiar as crianças, levando-as a conhecerem seus direitos e deveres, enquanto cidadãos mirins. Para essa primeira etapa, utilizamos histórias e materiais ilustrados sobre o tema. Uma das histórias foi a da autora Ruth Rocha, intitulada “Os direitos das crianças, segundo Ruth Rocha”, da Editora Companhia das Letrinhas. As crianças compreenderam esse conteúdo.

Os alunos do 1º ciclo final da Creche Professor Antônio Oliveira aprenderam que eles, enquanto crianças constituem-se em seres sociais, com direitos, mas também com deveres; cidadãos que, mesmo tendo pouca idade, já podem e devem exercer cidadania e se fazer representar, opinar e levantar necessidades para o lugar onde vivem.

Durante todas as atividades, os alunos foram acompanhados através de registro fotográfico; foram registradas suas opiniões através de produções (desenhos), exposição oral com posterior registro escrito.

A participação oral foi o principal instrumento para que acompanhássemos o progresso e a compreensão dos alunos, que surpreenderam utilizando uma linguagem simples, porém objetiva e racional, ao indicarem demandas tão importantes, as quais foram observadas pelos mesmos.