Mostrando postagens com marcador EMEIEF Monsenhor João do Rego Cavalcanti. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EMEIEF Monsenhor João do Rego Cavalcanti. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Espaços de interesse: é possível escolher na Educação Infantil?

Cláudia de Carvalho Silva, Gabriella de Vargas, Luciana Carvalho Correia       


EMEIEF Monsenhor João do Rego Cavalcanti

1º CI/CF e 2º CI - Ensino Infantil

As atividades coletivas garantem que as crianças vivenciem diferentes situações de aprendizagem escolhendo,  valorizando seus interesses e preferências. Essa forma de trabalho pedagógico promove a emancipação da criança, considerando-a como sujeito de sua história, tendo, portanto, uma função decisiva em sua formação social e pessoal.

Às sextas-feiras as salas de aula são organizadas como espaços de interesse, ao promover diferentes propostas de movimento, arte, leitura e variadas experiências.
As crianças passam por todos os ambientes, observando as propostas e escolhem qual irão participar. No decorrer destas atividades, os alunos tem a liberdade de trocarem de espaços a hora que quiserem, explorando todos os ambientes de acordo com seus interesses. Ao retornarem para suas turmas, contam o que vivenciaram e trocam experiências. As atividades que geram mais interesse pelas crianças, costumam se repetir com mais frequência.


Essas vivências têm permitido que o professor não tenha controle direto nas escolhas das crianças, estes observam suas interações, os problemas enfrentados por elas, as dificuldades, gostos, aprendizagem e interesses. As crianças têm feito suas escolhas com autonomia e lidando melhor com suas frustrações, considerando que nem sempre podem estar em todas as atividades que gostariam.





A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Poder escolher não é fazer o que quer.

Célia Aparecida Silva, Vânia Tupan Lalli

EMEIEF Monsenhor João do Rego Cavalcanti

2º Ciclo Inicial - Ensino Infantil

Não é nem um pouco fácil ensinar a criança a fazer escolhas justas para si mesmo e para o coletivo, não é mesmo?

Em nossa escola, pensamos em uma educação voltada para o desenvolvimento da autonomia moral dos alunos, mas é preciso lembrar que o conceito de autonomia é mais amplo que a aquisição da independência e a primeira, segundo Piaget, é construída a partir da interação da criança com os diversos ambientes sociais e durante a convivência diária, principalmente com o adulto, que ela irá mediar sua aprendizagem, contribuindo na construção de seus valores, princípios e normas.
E para facilitar esse processo, precisamos pensar em alguns princípios, tais como:
- Qualidade do ambiente, favorecendo as relações de cooperação;
- Estímulo à investigação;
- Tempo adequado e diferentes materiais;
- Registro e reflexão por parte do professor
Participar do planejamento e elaboração da rotina, escolher o livro da biblioteca circulante a ser levado para casa, participar de forma ativa de eleições promovidas na escola, escolher a atividade que quer participar durante os momentos organizados com diferentes propostas, são alguns exemplos que podem favorecer a aquisição dessa autonomia.


Ao longo do ano as crianças vão se apropriando da rotina e desenvolvem a criticidade a ponto de questionarem a organização e o planejamento da escola, possibilitando uma educação que respeita e valoriza os saberes e interesses das crianças em prol de seu desenvolvimento.



A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Jogos matemáticos

Professora Elaine Cristina de Souza Eira
EMEIEF Monsenhor João do Rego Cavalcanti

2º ano do Ensino Fundamental

Objetivo: criar contextos significativos de aprendizagem matemática.



Frequentando o curso do PNAIC, me interessei pelos jogos e lembrei que tinha um livro de matemática voltado para os jogos. Selecionei alguns jogos que eram para a faixa etária dos meus alunos, considerando interesses e necessidades a serem contemplados.

Confeccionei e realizei junto com as crianças os jogos, primeiramente informando quais eram as regras dos jogos e como deveriam ser jogados. Foi uma experiência muito boa, os alunos se mostraram bastante interessados.

O jogo facilitou no avanço e entendimento de alguns conteúdos, como adição e dezena, além de outras questões como ganhar, perder e aguardar sua vez para jogar.

Conceitos aprendidos de forma prazerosa e desafiadora.

O que caracteriza o jogo como contexto de aprendizagem escolar é que na escola, diferentemente da vida social, o jogo não se encerra em si mesmo, não se justifica apenas pelo seu aspecto lúdico e, sim, é parte de uma sequência intencional de ensino, que contextualiza a resolução de problemas e o desenvolvimento de estratégias que se relacionam com o desenvolvimento de aprendizagens importantes de uma determinada etapa, que respeita os diferentes ritmos de aprendizagem das crianças, mas se compromete com o avanço de todos e a conquista de um conjunto compartilhado de saberes.

E isso só é possível com a intervenção atenta e cuidadosa de um professor que sabe aonde quer chegar.

Jogos utilizados: Dominó (sequência, número e quantidade), Cobre Tabuleiro (adição com desafios), Passinho para frente (adição e subtração), Bingo (antecessor, sucessor e entre números), Dado com tampinhas (sequência numérica, quantidades, base).

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Família + Infância + Escola = um grande desafio

Assistente Pedagógica Valquíria Bertuzzi Veronesi e Diretora Regina Célia Molan
EMEIEF Monsenhor João do Rego Cavalcanti

Tendo como grande desafio a participação das famílias na escola, realizamos várias discussões e reflexões com o grupo de profissionais da Unidade, levantando possibilidades de atrair e envolver as famílias em diversos momentos, inclusive repensando assuntos polêmicos, como por exemplo as datas comemorativas. Nosso foco foi efetivar a parceria das famílias com a escola, considerando a cultura da infância para o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos.

Através de pesquisas para a caracterização da comunidade, reunimos dados que nos alertaram para as reais necessidades das crianças: o que fazem, o que não fazem, onde e como brincam, quais atividades realizam com seus familiares, quais os espaços para a cultura da infância, entre outros.

Com a participação das famílias na vida escolar dos filhos há muito mais chances de que eles se comprometam, assumam responsabilidades, se envolvam, e consequentemente, tenham melhor desempenho nos estudos. Esse desafio valeu a pena e os resultados foram surpreendentes.

Considerando que é comum a escola se queixar da ausência da família e vice-versa, nosso desafio foi que essa relação se efetivasse com as seguintes ações:
  • Acolhimento/estreitamento de vínculos;
  • Construção do PPP com a participação das famílias/membros do conselho/funcionários;
  • Reunião com pais: levantando expectativas e como contribuir;
  • Atendimentos/Orientações/Esclarecimentos;
  • Conselho de Escola (maior envolvimento/mães e pais colaboradores);
  • Festas e Aulas passeio;
  • Melhorias na Comunicação: Cronograma do semestre, bilhetes, cartazes, boca a boca;
  • Mostra Permanente (das produções / trabalhos com as crianças);
  • Encontros mensais e de curta duração;
  • Encontros informativos, homenagens, copa/junina, vivência e convivência - valorização da infância - homenagens às famílias e seus representantes.

Pequenos curiosos no Mundo de Beakman

Professora Célia Aparecida Silva, Maria Helena Baldin Conte (ADI) e Heolísa Ferreira Silva (AADI)
EMEIEF Monsenhor João do Rego Cavalcanti

1º Ciclo Final - Educação Infantil

Observar, registrar e comprovar hipóteses. Esse é o caminho para iniciação científica.

Como parte do RCN, as disciplinas que, em conjunto, formam o que chamamos de ciência, se destacam como um eixo que enriquece outras áreas curriculares.

Nesse caso, tanto a biologia, quanto a física ou a química devem contribuir para o desenvolvimento de valores, comportamentos sociais e atitudes científicas, possibilitando a ampliação da curiosidade, criatividade, espírito crítico, flexibilidade de pensamento, respeito, cooperação e autoconfiança.

E assim, a partir de algumas experiências (com os elementos da natureza e outros) os alunos da EMEIEF Monsenhor João do Rego Cavalcanti puderam agir e construir seu próprio conhecimento, criando relações, testando hipóteses e refletindo, tendo a oportunidade de estruturar o pensamento constantemente.

Para dar mais significado às experiências, contamos com a participação especial do personagem “Beakman”, o que torna nossos experimentos práticos e lúdicos, instigando a imaginação, bem como a exploração, observação e análise de aspectos que mais tarde favorecerão a assimilação das ciências.

Experiências: Plantio do Feijãozinho, Afunda ou não afunda, Ora afunda ora não afunda, Experiência com o ar (bexiga, seringa, língua de sogra, copo na água), Ovo pelado, Misturam ou não? (óleo, álcool e água) e (leite, anilina e detergente), Tenção superficial (pimenta, água e detergente) e (água palitos e detergente).