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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Uma possibilidade de entendermos o que é SER professora de creche na prefeitura de Santo André: constituindo sua identidade.

Fernanda Pereira das Chagas Gomes

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves 


Professoras que irão lotar
Professoras de creche
Professoras do fundamental / 2016/ Creche

A intenção é compartilhar minha pesquisa de mestrado que teve como objetivo analisar o processo de constituição da identidade profissional de quatro professoras que atuam em creche na rede, com crianças de 4 meses a 3 anos, na perspectiva de Dubar (1997, 2009) acerca da identidade. 

A inserção de professoras nas creches tem características particulares em nossa rede, o que desencadeia uma realidade muitas vezes complexa. Entendendo que a constituição da identidade docente ocorre ao longo do percurso profissional, e vários elementos participam desse processo, destaca-se na pesquisa a importância dos elementos que constituem a identidade profissional das professoras de creche. Considerando o seu papel, este estudo trata das concepções de criança e infância, da função da instituição creche, da compreensão do brincar, da formação inicial e continuada, assim como das condições de trabalho que influenciam a identidade profissional da professora de crianças pequenas. Tendo em vista que, na atualidade, a função da creche é cuidar e educar, o que torna mais complexa a profissão, surgem novos desafios para a professora de creche, como o domínio de conhecimentos específicos sobre a criança e a infância, além do trabalho docente. Desta forma, este trabalho permitiu compreender um pouco mais a realidade das creches do município de Santo André, através da observação e dados coletados com as quatro professoras desse espaço-creche. Entretanto, deixou perguntas não respondidas, questões não tratadas e temas a serem discutidos, que podem favorecer a reflexão dos responsáveis pela educação no município e das professoras de creche.





Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


Cores, cores... Materiais pedagógicos que ajudam no cotidiano do professor (mini oficina)

Cristiane Pereira Carvalho

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves

Inicial / 2016 / Creche.

Vivemos em um mundo colorido, onde nossos pequenos veem diversas cores no seu cotidiano, mas ainda não as identificam ou nomeiam, o que não é necessário nesta faixa etária. 

Tendo em vista que eles têm um grande interesse por músicas e brincadeiras, pensamos num processo de uso de material voltado a explorar as cores, contribuindo no desenvolvimento da criança e facilitando o trabalho pedagógico diário dos professores de forma lúdica. 

Esta mini oficina tem como objetivo ampliar o repertório de possibilidades para construção destes materiais, relacionando-os com as músicas infantis da rotina.




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Um faz de conta que acontece na creche

Aline Rocha Prandi Reina, Amanda Loureiro de Oliveira e Francisca Edicleide Queiroz Almeida

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves

Inicial / Final / 2016/Creche

Acreditando que a brincadeira de faz de conta promove para a criança um momento único de desenvolvimento, no qual ela exercita em sua imaginação a capacidade de planejar e de imaginar situações lúdicas existentes em cada situação ao longo do ano, programamos ações coletivas, viabilizando momentos de integração entre os alunos, professoras e funcionários. 

Iniciamos o movimento realizando dramatizações feitas pelos adultos para as crianças e posteriormente o objetivo é inseri-las nesta dinâmica, como protagonistas das apresentações. As atividades têm ocorrido mensalmente, levando em consideração a rotina da creche. Tais ações têm contribuído para o desenvolvimento das crianças que participam assistindo e interagindo com grande prazer e interesse. 

Nosso objetivo tem sido alcançado, uma vez que almejamos que as crianças se interessem pelas dramatizações, apreciando e participando; também é possível observar no dia a dia a imaginação criadora, expressão e sensibilidades nos momentos de integração na creche.





Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil




EU: descobrindo, experimentando e vivenciando com o meu corpo

Cristiane Pereira Carvalho e Girlane Maria da Silva Brasil Sampaio Aguiar

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves

Inicial / 2016 / Creche

A proposta com o I ciclo inicial, agora em 2016, é ajudar a criança a identificar as partes que constituem o seu próprio corpo, ampliar seus movimentos, aprimorar o desenvolvimento da sua comunicação explorando as sensações corporais. 

A professora tem um papel muito importante nesse processo de planejamento e aplicação, visando uma educação de qualidade. Nós, professoras oportunizamos momentos com vivências e experimentações de utensílios, alimentos, objetos do cotidiano social de forma elaborada e focada, visando a exploração e a segurança no manuseio, partindo deste princípio proporcionamos experiências significativas, onde as crianças possam se manifestar por diferentes meios, sendo ouvidas, acolhidas e sentindo-se bem no ambiente. Além disso, englobam a linguagem oral e as percepções táteis, gustativas, olfativas, auditivas, visual. 

É um momento de interação muito importante, pois a criança é corpo e movimento e tem a necessidade de explorar, tocando tudo ao seu redor, ouvindo sons diferentes, experimentando texturas diferentes, sentindo os odores. Pensando nisso compartilhamos esta prática que muito contribui na rotina da creche.







Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil








terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Estimulando o prazer pela leitura

Nicole Soares Tavares e Roberta Aline Costa Oliveira

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves

I Ciclo Inicial e Final/ Educação Infantil 

O objetivo destas práticas é ampliar repertório de histórias favorecendo o desenvolvimento da linguagem oral e estimulando o prazer pela leitura, através da oferta de possibilidades para que as crianças pequenas ouçam e apreciem histórias.

Na creche diferentes estratégias para contar histórias é fundamental, assim como o uso de acessórios que envolvam e despertem o interesse das crianças.
É preciso transformar simples palavras em histórias inesquecíveis para as crianças, pois se forem devidamente apresentados à literatura adequada à faixa etária e de forma interessante  as crianças pequenas irão querer ouvir cada vez mais e por mais tempo, a voz tão querida e conhecida das educadoras, que agora se dirige a elas num novo ritmo, encenando uma personagem.

Todo este processo é envolvido de afeto, pois contar histórias é um ato que prova, de fato, a afetividade. Mais do que isso, esse ato, ao tornar-se hábito, será sentido como um ato de amor, com diálogo, escuta e envolvimento. Durante as aulas as professoras utilizaram tendas, cabanas, personagens em feltro, fantoches, bonecos, objetos não estruturados que se tornam parte das histórias. Até personagens que visitam as casas das crianças foram acessórios que enriqueceram este processo. A Ninoca e o Ted foram os desencadeadores destas ações, nas quais a visita na casa das crianças transformou a contação de história em momentos mágicos e reais.

A cada dia a concentração das crianças aumenta e o prazer em ouvir as histórias abre portas para este encantador mundo da imaginação. Nossa intencionalidade com este projeto, foi que as crianças tivessem prazer em ouvir histórias, criando possibilidades a partir delas, tornando-se sujeitos críticos, criativos e bons leitores.


A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Aprendizagem do adulto professor: processo estimulado nas reuniões formativas em serviço

Fernanda Pereira das Chagas Gomes 

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves

Formação de professores

Pensando em qualificar os momentos de formação de professores em serviço e favorecer a aprendizagem do adulto professor buscamos estratégias que os levem a uma ação reflexiva, nas quais o corpo e a mente são estimulados e contribuem para tornar estes momentos prazerosos e realmente significativos.

Considerando isso é necessário que  o docente esteja em constante processo de formação, buscando sempre se qualificar. Neste sentido, a formação continuada em serviço poderá aperfeiçoar  sua prática docente e seu conhecimento profissional, levando em consideração a sua trajetória pessoal, pois o percurso profissional do educador só terá sentido se relacionada a sua vida pessoal, individual e na interação com o coletivo.

Estas questões são norteadoras das ações desenvolvidas nas Reuniões Pedagógicas Semanais dos professores com carga horária de 30 horas, que têm as dinâmicas, discussões, estudos e trocas de experiências como desencadeadoras do processo reflexivo.
Faz-se necessário que o professor tenha consciência do seu papel social para que possa ajudar o aluno a compreender a sociedade em que está inserido. A retomada de sua própria história e percurso contribui na construção de "suas identidades", por isso ações desta natureza são desencadeadas em RP. Ao qualificar estes encontros, tornando este espaço prazeroso, o tempo acaba sendo melhor utilizado, o planejamento acontece de forma mais significativa e o desenvolvimento profissional se efetiva.

Nestas reuniões buscamos levar os educadores à conscientização da necessidade de uma nova postura, acreditando na possibilidade de transformar a realidade e também acreditar na escola como um espaço de mudança.

Nossa responsabilidade é tornar o espaço de formação em serviço realmente efetivo, para valorizar as reflexões e ações.



A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Roda, roda. Venha se encantar com as músicas e histórias da nossa creche!

Cristiane Pereira Carvalho e Márcia Alvite Pereira

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves


I ciclo Inicial e Final/ 2015/ Educação Infantil


Acreditamos que a música tem um poder criador e libertador e pode tornar-se um poderoso recurso educativo na educação infantil, pois representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança.

Pensando nisso e que também as crianças desta faixa etária, 0 a 3 anos, gostam de ouvir e cantar músicas infantis, iniciamos os momentos coletivos, “Roda, roda”, onde cantamos e assistimos muitas histórias musicais. Esses momentos são planejados, elaborados e colocados em prática pelas professoras da creche.

Estes encontros são mágicos, lúdicos, prazerosos e desenvolvidos com diversos recursos pedagógicos, como: saco musical (instrumentos de sucata e tradicionais), bichos de pelúcia, placas com figuras, maleta e caixa musical, fantasias e ao som do rádio com CDs.
Observamos muitos avanços no desenvolvimento das crianças, no que se refere a linguagem, expressão oral, na ampliação do repertório musical e também no retorno das famílias.


Nestes momentos coletivos com práticas musicais  esperamos que a criança seja habituada a expressar-se musicalmente desde os primeiros anos de sua vida, para que a música venha a se constituir permanentemente em seu ser, além de favorecer o bom desenvolvimento dos pequenos.




A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Brincar e Aprender na Creche através das Brincadeiras, Músicas e Histórias de Ontem e Hoje

Cristiane Pereira Carvalho

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves


I Ciclo Final/ 2015/ Educação Infantil

Com o objetivo de proporcionar socialização entre as crianças e possibilitar o acesso a brincadeiras tradicionais, lendas, músicas, adivinhações, preservando a cultura e história cultural, este projeto foi pensado.

O que me levou a desenvolver este projeto foi a necessidade de se manter viva a cultura dos povos de forma a proporcionar e divulgar o conhecimento e as informações tão necessárias na construção de nossa história, resgatando o ontem, de modo que as novas gerações possam ter acesso a sua origem,  sem que o mesmo se apague com o tempo.
Ao longo do semestre foram desenvolvidas brincadeiras tradicionais como corre cotia, cobra cega, corrida do saco e batata quente. Brincamos e confeccionamos cata-vento, pipa, bilboquê. Também ouvimos lendas, cantamos músicas e dançamos bastante.
Tendo em vista que estamos vivendo na era da globalização e nossas crianças de hoje já não vivenciam uma infância com brincadeiras consideradas tradicionais, músicas infantis, histórias (lendas, parlendas), acreditamos que estas vivências possam multiplicar a cultura do brincar, que está aos poucos se perdendo. 


Os resultados esperados, enquanto professora, é trazer para a escola estas práticas e vivenciar com nossas crianças essa cultura, pois tivemos o prazer de tê-las na nossa infância. É preciso oportunizar através de vivências o resgate do ontem, para deixá-lo vivo. Tudo isso aconteceu de uma maneira lúdica e prazerosa, brincando, cantando, dançando, pintando, imitando, ouvindo histórias e assistindo a teatros.



A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Diversas possibilidades na rotina da Creche

Camila Rosa dos Santos Aleixo

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves

I ciclo inicial/ 2015/ Educação Infantil

Observar como os pequenos ocupam o espaço físico, manejam os objetos e como e em quais situações a turma interage pode render intervenções.

A preparação da rotina para a Educação Infantil deve ser intencional. “Organizar um espaço adequado para as crianças requer conhecimentos diferentes daqueles que as mães colocam em prática intuitivamente em casa. No ambiente institucional, além do acolhimento, elas precisam ter segurança para se movimentarem com liberdade”.
Nas creches as rotinas precisam ser organizadas de modo a dar aos pequenos chances de desenvolver a relação tempo/espaço por meio de estímulos. A aprendizagem em ambientes com várias possibilidades é mais intensa do que naqueles em que o cotidiano é estruturado com base em restrições. Considerar o aspecto lúdico e assumir a postura de apoiar as atividades significa, nessa faixa etária, contribuir para a construção de conhecimentos imprescindíveis.

O estímulo é realizado através do brinquedo, de brincadeiras, de jogos e de várias outras práticas inclusas na rotina, beneficiando o potencial cerebral da criança, desenvolvendo assim aspectos físicos, emocionais e intelectuais.
Desta forma, socializar as diversas possibilidades de trabalhar atividades permanentes no contexto da creche é de suma importância para garantir um processo educativo de qualidade.

Com este projeto buscamos favorecer este contexto, garantindo assim que as possibilidades apresentadas fossem oportunizadas às crianças.



A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Primeiras experiências

Professoras Alessandra Oliveira de Souza Silva e Marcia Alvite Pereira

Creche Maria Delphina de Carvalho Neves

I ciclo Inicial/2015/ Educação Infantil

O objetivo deste projeto é levar a criança a vivenciar práticas nas quais as experiências a estimulem  a perceber e questionar os elementos e a sua forma de interação com o ambiente. Tais ações permitem a experimentação dos sentidos e aguçam a curiosidade, aspecto fundamental nesta faixa etária.
As crianças são muito curiosas, observadoras e investigativas e buscam explicar e compreender os fenômenos que acontecem em seu cotidiano.  Assim, atividades que possibilitam observar as reações provenientes de sua ação sobre elementos e materiais, bem como as transformações decorrentes de diferentes misturas, provocam muito interesse nos pequenos.

O presente trabalho foi desenvolvido com as turmas do primeiro ciclo inicial, uma vez por semana, em ambiente externo preparado com os materiais necessários para cada experiência e em subgrupos. Os adultos sensibilizavam as crianças durante o experimento respeitando suas vontades.Planejamos atividades de forma simples e lúdica, em que as crianças podiam vivenciar e relacionar-se com determinadas experiências – ver, sentir, manusear, cheirar, provar, ouvir – despertando a curiosidade natural e o interesse delas pelo mundo que as rodeia.
            
Esperamos com este projeto que as crianças incorporassem algumas noções, de forma prazerosa e criativa, percebendo e compreendendo os fenômenos naturais para uma elaboração dos conceitos de tempo (duração, sucessão e ritmos) e de espaço, através dos estímulos sensoriais.  

A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil





terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Eu brincando e cantando

Professora Cristiane e Assistente Pedagógica Monica Assunção
Creche Maria Delphina Carvalho Neves

Ciclo Final

Para que nossas crianças exerçam sua capacidade de criar é imprescindível que haja riqueza e diversidade nas experiências que lhes são oferecidas nas Instituições.

No ato de brincar os sinais, os gestos, os objetos e os espaços valem e significam outra coisa daquilo que aparentam ser.

Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia, e nela desenvolvem algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação, socialização, e por meio da interação e da utilização e experimentação de regras e papéis sociais, vivenciam papéis sociais da sua vida. E apostando que o brincar deve ser uma das atividades principais na rotina dos alunos desta faixa etária eu procurei adaptar as brincadeiras da nossa infância com os pequenos, fazendo algumas adaptações e reiventando as msesma para que eles pudessem vivenciá-las de maneira pedagógica e prazerosa na sua rotina.

Apresentei para o grupo de educadores um pequeno vídeo de algumas atividades desenvolvidas com as crianças na creche.

Possibilidades sensoriais: estímulos para crianças de 0 a 3 anos organizarem as sensações do próprio corpo

Professora Fernanda Pereira das Chagas Gomes
Creche Maria Delphina Carvalho Neves

Pensando na importância das experiências sensoriais na primeira infância, iniciei uma sequência de propostas em 2013 que continuou neste ano. Estas experiências e vivências sensoriais são “alimento” para o cérebro da criança e tem a função de organizar as sensações do próprio corpo, de forma a ser possível a percepção de todas as possibilidades corporais e do mundo. Por serem de fundamental importância, as experiências e vivências sensoriais devem fazer parte da rotina infantil e podem acontecer com os mais diversos materiais. Acreditando que as vivências favorecem a construção do conhecimento, estas e tantas outras brincadeiras sensoriais aconteceram na creche e foi a base para a construção dos pensamentos e atos mais complexos através do brincar cotidiano, tornando-se fundamentais para o desenvolvimento infantil.

A apresentação no “Rede em Roda” foi feita de modo a estimular professores a perceberem as possibilidades de vivências que favorecem o desenvolvimento das crianças de forma significativa, lúdica e prazerosa. O resultado foi muito bom, pois as professoras que participaram sentiram-se emocionadas ao ouvir o relato da prática e dialogaram após a apresentação demonstrando que esta foi significativa para elas.