Mostrando postagens com marcador PNAIC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PNAIC. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

PNAIC: O professor como protagonista

Carla Regina Nunes Campos, Nanci Carvalho Oliveira de Andrade, Maria Aparecida dos Santos, Rosangela Fernandez Duarte Artioli, Deise Marques, Fernanda Pinheiro Lopes Camacho, Beatriz Rosana Rolim Gregorio e Sandra Da Silva Germani

PNAIC


A REDE EM RODA 2016
1º ciclo 


Compartilhar o trabalho desenvolvido nas formações do PNAIC desde 2013 com ênfase nas práticas (eixos da Língua Portuguesa, Matemática e o trabalho com a interdisciplinaridade).

O resultado esperado com esta formação, é que o professor reflita sobre sua ação de forma crítica buscando contemplar os Direitos de Aprendizagem no processo de letramento e alfabetização nas diversas áreas do conhecimento.



Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Ciranda Literária

Professora Tatiane Souza Piva
EMEIEF Professora Maria da Graça de Souza

3º ano / 1º ciclo

Objetivos:
  • Estimular o gosto pela leitura;
  • Desenvolver o comportamento leitor através de bons exemplos de um leitor mais experiente;
  • Ler em voz alta com fluência e expressividade;
  • Ampliar vocabulário;
  • Realizar inferências em textos lidos;
  • Antecipar sentidos e ativar conhecimentos prévios;
  • Promover momentos coletivos de valorização da leitura;
  • Proporcionar momentos de manuseio de livros;
  • Estimular a criança a ler também imagens e construir histórias a partir delas.

O relato de experiência terá como foco a leitura e a oralidade. Devido à necessidade apresentada pelas turmas de ler com autonomia e compreensão, elaboramos um projeto que visa a leitura com fluência e expressividade, articulada aos eixos da Língua Portuguesa dos direitos de aprendizagem (PNAIC).

A turma apresenta três grupos distintos em diferentes hipóteses de leitura.

O primeiro grupo ficou com a responsabilidade de apresentar a história utilizando recursos como fantoches e dedoches, os quais tiveram a oportunidade de socializa-la com a Educação Infantil.

O segundo grupo, contou a história para a nossa turma.

O terceiro grupo contou a história para o 1º ano e utilizaram como recurso a leitura da história no próprio livro (portador).

Os próprios alunos escolheram a história e após conheceram as várias versões da mesma, optaram pela mais tradicional, aquela que contavam para eles quando eram menores.

Foi uma experiência muito válida e graças a esse projeto, foi possível trabalhar outras formas de desenvolvimento da oralidade como o teatro, além de despertar cada vez mais o interesse pela leitura e a função do ler: ler para quê e para quem.


Durante a apresentação:

  • Questões indicadas pelos participantes
  • Envolvimento dos alunos
  • Sugestões do grupo ao trabalho apresentado

Apresentação 1 - Ciranda Literária (ver)
Apresentação 2 - Ciranda Literária (ver)

Leitura e contação de história

Professora Florípes de Aguiar Kikut
Creche Professora Elisabete Lilian Piccinin

1º Ciclo Final

Objetivo: Estimular a contação de histórias como um recurso na formação de leitores, oferecendo diversas possibilidades de a criança ouvir e apreciar histórias.


Ao participar do curso do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) em 2013 sobre alfabetização em Língua Portuguesa que tem como proposta estimular a contação de histórias como um recurso na formação de leitores nas escolas, surgiu à ideia de planejar as histórias com personagens dando som a cada um deles, estratégia que promove a atenção e concentração das crianças, pois trabalhar com esta faixa etária exige repensar a forma de contar histórias para que este momento não seja enfadonho e desmotivador para as crianças. Uma das características das crianças nesta fase do desenvolvimento é a memória e a capacidade de concentração que aumentaram (a criança é capaz de dar continuidade a uma atividade que foi interrompida, mantendo-se concentrada por períodos de tempo mais longos), sendo assim é possível ter um maior envolvimento e participação das crianças durante estes momentos tão prazerosos.

O prazer de ler histórias e ver o prazer das crianças em ouvi-las me faz sempre procurar novas formas de Contação. Os livros infantis atuais, cheios de ilustrações, recursos gráficos dos mais variados, são capazes de prender a atenção do pequeno leitor e abrir portas para o universo mágico e misterioso da leitura, resultando em inúmeras e importantes aprendizagens, ao passo que ajuda a despertar o gosto pelo ato de ler e conseqüentemente auxiliam no processo de letramento do indivíduo.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Jogos matemáticos

Professora Elaine Cristina de Souza Eira
EMEIEF Monsenhor João do Rego Cavalcanti

2º ano do Ensino Fundamental

Objetivo: criar contextos significativos de aprendizagem matemática.



Frequentando o curso do PNAIC, me interessei pelos jogos e lembrei que tinha um livro de matemática voltado para os jogos. Selecionei alguns jogos que eram para a faixa etária dos meus alunos, considerando interesses e necessidades a serem contemplados.

Confeccionei e realizei junto com as crianças os jogos, primeiramente informando quais eram as regras dos jogos e como deveriam ser jogados. Foi uma experiência muito boa, os alunos se mostraram bastante interessados.

O jogo facilitou no avanço e entendimento de alguns conteúdos, como adição e dezena, além de outras questões como ganhar, perder e aguardar sua vez para jogar.

Conceitos aprendidos de forma prazerosa e desafiadora.

O que caracteriza o jogo como contexto de aprendizagem escolar é que na escola, diferentemente da vida social, o jogo não se encerra em si mesmo, não se justifica apenas pelo seu aspecto lúdico e, sim, é parte de uma sequência intencional de ensino, que contextualiza a resolução de problemas e o desenvolvimento de estratégias que se relacionam com o desenvolvimento de aprendizagens importantes de uma determinada etapa, que respeita os diferentes ritmos de aprendizagem das crianças, mas se compromete com o avanço de todos e a conquista de um conjunto compartilhado de saberes.

E isso só é possível com a intervenção atenta e cuidadosa de um professor que sabe aonde quer chegar.

Jogos utilizados: Dominó (sequência, número e quantidade), Cobre Tabuleiro (adição com desafios), Passinho para frente (adição e subtração), Bingo (antecessor, sucessor e entre números), Dado com tampinhas (sequência numérica, quantidades, base).

Matemática: Caça ao Tesouro

Professora Dandiê Soares da Silva
EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

Através do PNAIC discutimos sobre a importância da Matemática em situações lúdicas e de uso real, portanto, essa experiência objetivou a prática da matemática sobre o viés lúdico. O Caça ao Tesouro Matemático empregou em seus desafios situações problemas nas quais os alunos usaram a soma, subtração, multiplicação e divisão. Além disso, o raciocínio lógico foi valorizado já que os diferentes grupos de alunos corriam contra o tempo para conseguir o baú de tesouro de “um certo pirata”.

Divididos em nove grupos de diferentes cores recebiam pistas enigmáticas para encontrar os desafios. Todos ganharam a primeira pista para iniciar a caçada, mas as outras só a medida que resolviam os desafios.

A explicação básica da Caça ao Tesouro Matemático foi dada através de uma carta “escrita por um pirata”, o dono do tesouro. No baú havia outra carta desse mesmo pirata impondo uma última condição para o seu recebimento, o grupo vencedor teria de aceitar dividir o prêmio com os outros grupos.

Posteriormente essa atividade gerou uma discussão sobre a dificuldade ou facilidade dos desafios e voltamos a resolver estes coletivamente. No final da carta “o pirata pediu” que os alunos escrevessem de volta contando como foi a experiência deles na caça ao tesouro. E assim eles fizeram.

Além de narrarem esse momento fizeram perguntas ao “pirata”, sobre a vida dele. Além da matemática, essa atividade proporcionou o trabalho com o gênero carta, a cooperação e a solidariedade entre as crianças.

Jogos Matemáticos

Professoras Adriana Aparecida de Azevedo Barbosa Martins, Elisangela Natalina Dias e Josenilda Quitéria Ramos Novaes
EMEIEF Cândido Portinari

Partindo das formações realizadas no PNAIC, as professoras desenvolveram um ambiente alfabetizador em matemática, proporcionando as seguintes propostas:

  • Reflexão sobre o Sistema de Numeração Decimal com o material dourado;
  • Situações de conflito sobre a construção do número, onde a socialização de pensamentos é essencial para assimilar conceitos e construir conhecimentos;
  • Bingo de números para reconhecer propriedades e relações entre as ordens e classes dos números;
  • Fichas Escalonadas visando ajustar a leitura dos números à sua escrita, respeitando os respectivos valores posicionais;
  • Jogo do Tapetão: compreensão do valor posicional dos algarismos no sistema decimal, estimulando o cálculo mental, comparações, equivalências e relações entre as ordens e classes dos números.

A proposta é resgatar e refletir estas situações de forma que o aluno seja atuante na construção destes conhecimentos.

PNAIC: Jogos de alfabetização matemática

Professora Valéria Ferreira Fontes
EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

1º ciclo do Ensino Fundamental

Este relato provém dos estudos do PNAIC, com uma série de jogos que podem e devem ser utilizados em sala de aula, favorecendo assim, a “alfabetização matemática”. Estes jogos, em especial a “amarelinha matemática”, visam portando, garantir a todos os alunos oportunidades para, ludicamente, atuarem como sujeitos da linguagem da matemática, numa dimensão mais reflexiva.

Temos que saber que:
  • aprendemos a vida toda;
  • aprender não é acumular conhecimentos;
  • o importante é aprender a pensar;
  • o sujeito aprende através de sua experiência;
  • aprende-se o que é significativo;
  • é preciso tempo para aprender.

“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.” Paulo Freire

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Os eixos da língua portuguesa de mãos dadas com a tecnologia

Professora Juliane Barssalos Lehm
EMEIEF Professor Nicolau Moraes Barros

1º Ciclo do Ensino Fundamental

Objetivo: Desenvolver os eixos da Língua Portuguesa usando o computador como ferramenta e instrumento de aprendizagem, na perspectiva da construção do caderno digital.


Com tantas mudanças nos dias atuais, a educação vem incorporar a tecnologia nos processos pedagógicos, sendo facilitador de aprendizagem. A ideia é aproximar os assuntos de disciplinas curriculares vistos em sala de aula e desenvolver os conteúdos por intermédio dos computadores usando como ferramenta de aprendizagem. A base teórica utilizada foi pautada nos direitos de aprendizagem do Programa PNAIC de Língua Portuguesa. Os eixos trabalhados foram: leitura, oralidade e produção de texto. Tinha como finalidade proporcionar às crianças ler, informar-se e repertoriar diferentes fontes de pesquisa com material digital. Na Educação a inserção do computador propicia o desenvolvimento integral do aluno, valorizando seu lado social, emocional, crítico, imaginário, deixando margens para exploração de novas possibilidades de criação. Serve para explorar novas possibilidades pedagógicas de contribuir para uma melhoria de trabalho docente em sala de aula, valorizando o aluno como sujeito do processo educativo. O papel da escola é apresentar os elementos do mundo em que vivemos e ensinar como integrá-los. A tecnologia veio para expandir o conhecimento. O educador que usa o computador como instrumento de aprendizagem, permite que desde cedo, os alunos acessem diversas manifestações de linguagem, pois é uma ferramenta que enriquece as aulas tornando-as mais dinâmicas e motivadoras, favorecendo a construção do conhecimento e da aprendizagem. A atividade do uso do computador pode ser feita tanto para continuar transmitindo a informação para o aluno, quanto para criar condições do aluno construir seu conhecimento. É importante eleger programas e jogos interativos que agreguem o trabalho com os conteúdos didáticos explorados na escola e não levar o aluno ao laboratório sem dar sentido a sua aula. As atividades do caderno digital fazem parte do planejamento prévio, dos quais os conteúdos serão desenvolvidos em sala de aula, bem como os objetivos que se pretende alcançar, são pertinentes para serem desenvolvidos no laboratório de informática. O relato dos alunos diante dessa experiência comprova que o laboratório de informática deixou de ser um espaço de jogos sem fins pedagógicos para um espaço de fonte de aprendizagem.