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quarta-feira, 25 de maio de 2016

Projeto: Igualdade na Diversidade

Regina Maria da Silva

EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro

2º ciclo final - Educação Infantil

A escola tem papel social primordial no que se refere à realidade racial: reproduz as concepções de educação e cultura presentes na sociedade, mas também as cria e transforma. 

O cotidiano pedagógico é entrelaçado de relações dos mais diversos aspectos. Uma característica evidenciada é "a predominância do silêncio nas situações que envolvem racismo, preconceito e discriminação étnicos, o que permite supor que a criança negra, desde a educação infantil, está sendo socializada para o silêncio e para a submissão (CAVALLEIRO, 1998, p.12). Neste cenário, o presente projeto tem a intenção de explorar a temática da cultura afro-brasileira e africana presente em obras de literatura infantil, bem como selecionar obras que representem a diversidade da população brasileira em obras de temática variada, sem estereótipos, possibilitando que as crianças construam um repertório positivo da cultura e da história afro-brasileira e, consequentemente, da população preta/negra. 

Serão feitas rodas de história e conversa para conversar sobre valores, como respeito, amizade, diálogo e identidade, além de pontuar possíveis situações de xingamentos/apelidos/discriminações de qualquer espécie, fazendo com que as crianças exercitem a empatia, coloquem-se no lugar do outro e construam a ideia de que todos somos diferentes fisicamente, mas iguais em direitos, faremos desenhos livres e dirigidos, observação de características pessoais e imagens que representem pessoas de diferentes características étnico-raciais, gênero, peso, tamanho e hábitos de culturas diversas (exemplo: roupas, cabelos, etc.) e assistiremos vídeos, com o objetivo principal de construir referenciais para inserção dos princípios da educação das relações étnico-raciais e a construção de uma imagem positiva da população negra.



 A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil



terça-feira, 24 de maio de 2016

Música na Escola

Priscila de Oliveira Casimiro

EMEIEF Arq. Estevão de Faria Ribeiro

5º Ano do Ensino Fundamental

O objetivo do trabalho foi explorar a apreciação pela música nos aspectos rítmicos, melódicos e para diferentes sensações/sentimentos.

Pensando na interdisciplinariedade, nas aulas foram trabalhados o aparelho respiratório, aparelho fonador, tessitura da voz, coro, ritmo e expressão corporal. Trabalhamos cantigas de roda (populares) e principalmente a música Rosa Amarela de Villa Lobos, tanto a parte escrita quanto a leitura da partitura. No aspecto rítmico, trabalhamos a brincadeira dos copos da Palavra Cantada, parte escrita e motora e também produções de textos utilizando  a melodia da música trabalhada com expressão corporal. 

O resultado foi a demonstração de interesse por músicas além do cotidiano. 
Com uma lista de músicas de cada gosto, analisamos e classificamos ao "nosso" gosto.
As duas atividades foram apresentadas para os demais alunos da escola, foi tão positivo que os outros alunos nos chamavam para ensinar as atividades nas salas.

O maior presente foi levar os alunos à Sala São Paulo para assistirem o Coro infantil e Juvenil da OSESP, para  eles foi muito mais que um sonho realizado.



 A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


Lendo e escrevendo com os personagens do Sítio do Pica-pau Amarelo

Mirvane Dias de Souza

EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro

2º ANO 

O presente relato faz referência a uma experiência que esta sendo desenvolvida com os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental I da EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro, no período de julho a outubro do corrente ano. 

O objetivo proposto foi favorecer o desenvolvimento das capacidades linguísticas e criadora das crianças, fomentando nelas o gosto pela leitura e escrita, utilizando como estratégia as histórias, músicas e personagens do Sítio do Pica-pau Amarelo, através de um enfoque interdisciplinar. 

O trabalho está sendo desenvolvido em várias etapas e terá como produto final uma peça teatral realizada pelas crianças tendo como público os outros alunos da escola.





 A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

  

terça-feira, 10 de maio de 2016

Desenvolvimento psicomotor e cognição: um estudo de caso da EMEIEF Arq. Estevão de Faria Ribeiro

Mirvane Dias de Souza

EMEIEF Arq. Estevão de Faria Ribeiro

Ciclo I - 1ª Ano - Educação Física

Esse trabalho teve como objetivo  desenvolver e aprimorar as habilidades motoras básicas, através dos princípios e conceitos da psicomotricidade; estabelecendo relação com o desenvolvimento cognitivo dos alunos do 1º ano da EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro. 

Através de observação da professora da classe, foi verificado que os alunos apresentavam dificuldade em atividades relacionadas a noção de espaço, assim como na aprendizagem da leitura e da escrita. Foi realizado um planejamento de aulas de Educação Física visando contribuir de forma relevante na formação da estrutura corporal das crianças e da assimilação da consciência corporal, seguindo as fases do desenvolvimento psicomotor: tonicidade, equilíbrio, lateralização, esquema corporal, noção de tempo e espaço e praxia global e fina. 

Após 6 meses, verificou-se uma melhora significativa nos aspectos psicomotores e cognitivos dos alunos, o que nos leva a concluir que são necessário outros estudos e aplicação de testes, mas que para desenvolver a escrita e a leitura é necessário desenvolver as habilidades psicomotoras. 



A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Todo Mundo tem Nome - Trabalhando o nome a partir de jogos e brincadeiras.

Ana Maria da Silva Pinto

EMEIEF Arq. Estevão de Faria Ribeiro

2º Ciclo Inicial - Educação Infantil

O trabalho acima tem como objetivo que os alunos reconheçam e escrevam o próprio nome sem o apoio do modelo, identificando-o nas diversas situações do cotidiano.

A construção do nome constitui-se para o ser humano uma necessidade básica. O nome próprio de uma criança é seu marco de identificação, por isso é tão valorizado por ela. O reconhecimento do mesmo está intimamente relacionado à formação da sua identidade.
Na educação Infantil, a construção da escrita do nome se constitui num longo caminho a ser percorrido pela criança. Sendo assim, esse processo deve ser iniciado desde os primeiros anos de vida da criança. Além disso, o nome está presente nas suas primeiras manifestações de escrita, onde a criança terá como referência as letras do seu próprio nome para a escrita de outras palavras.

Tendo em vista que nessa faixa etária o lúdico se faz muito presente, utilizou-se o jogo e a brincadeira como estratégia de ensino e de aprendizagem, oportunizando às crianças a vivência de situações que proporcionassem desafios e construção de conhecimentos sobre o trabalho proposto.

Nessa perspectiva, o papel do professor é considerar os conhecimentos prévios dos alunos, realizando um planejamento criativo e mediando todo o processo.
Após a realização dessas atividades durante um período de três meses, as crianças aprenderam a reconhecer seu próprio nome e dos colegas.




A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

TODO MUNDO TEM NOME - Trabalhando o nome a partir de jogos e brincadeiras.

Ana Maria da Silva Pinto

EMEIEF Arq. Estevão de Faria Ribeiro

2º Ciclo Inicial - Educação Infantil


O trabalho acima tem como objetivo que os alunos reconheçam e escrevam o próprio nome sem o apoio do modelo, identificando-o nas diversas situações do cotidiano.
A construção do nome constitui-se para o ser humano uma necessidade básica.
O nome próprio de uma criança é seu marco de identificação, por isso é tão valorizado por ela. O reconhecimento do mesmo está intimamente relacionado à formação da sua identidade.

Na educação Infantil, a construção da escrita do nome se constitui num longo caminho a ser percorrido pela criança. Sendo assim, esse processo deve ser iniciado desde os primeiros anos de vida da criança. Além disso, o nome está presente nas suas primeiras manifestações de escrita, onde a criança terá como referência as letras do seu próprio nome para a escrita de outras palavras.

Tendo em vista que nessa faixa etária o lúdico se faz muito presente, utilizou-se o jogo e a brincadeira como estratégia de ensino e de aprendizagem, oportunizando às crianças a vivência de situações que proporcionassem desafios e construção de conhecimentos sobre o trabalho proposto.

Nessa perspectiva, o papel do professor é considerar os conhecimentos prévios dos alunos, realizando um planejamento criativo e mediando todo o processo.
Após a realização dessas atividades durante um período de três meses, as crianças aprenderam a reconhecer seu próprio nome e dos colegas.


A REDE EM RODA 2015
Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Projeto Circo

Professores Mirvane Dias de Souza e Sérgio Hideo Ishigami
EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro

Durante diagnóstico inicial, observamos que deveríamos iniciar as aulas de Educação Física pelo conteúdo ginástico, que é base para todos os movimentos do corpo. Então surgiu a questão: Como trabalhar tal conteúdo de forma prazerosa e significativa para as crianças? Surgiu então a ideia do Circo que além de trabalhar os movimentos ginásticos, trabalha também com a cultura circense que nem sempre está acessível aos educandos.

O projeto nasceu com três vídeos (Circo de Rua, Circo Chinês e Circo na Escola) e uma roda de conversa. A segunda etapa foi a construção de materiais (malabares, discos de equilíbrio, pés de lata). Na terceira etapa, os educandos tiveram aulas de malabarismo, equilíbrio e acrobacias, sendo finalizado encerrado com uma apresentação para a comunidade escolar.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Ciranda de Livros: Viajando na Sacolinha Mágica da Leitura

Professora Ana Maria da Silva Pinto
EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro

Trata-se de um projeto de prática de leitura onde semanalmente todos os alunos do grupo classe levaram para casa um livro da Biblioteca Circulante. Uma criança também levou a “Sacolinha Mágica da Leitura”, contendo um mascote (Sapinho de Pelúcia) e um caderno de registro, onde a criança anotou o título da história, o nome do autor e ilustrador e fez o registro da história lida através do desenho e/ou colagem. Também foi proposto que o aluno recontasse a história que ouviu para sua família e para o mascote. Ao retornar à sala de aula, a história foi novamente recontada para o grupo e seu registro foi socializado.

Esse projeto visou mostrar o livro com a dimensão do prazer e da alegria, para que o aluno percebesse que ler é uma viagem maravilhosa e não apenas uma das atividades de escola.