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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

DIVERSIDADE CULTURAL

André Luiz Lírio da Cunha e Talita Pereira da Silva

CPFP Valdemar Mattei

EJA II - 3º TERMO (1º Semestre/2015)


O projeto “Diversidade Cultural” foi realizado com os educandos do terceiro termo do Centro Público de Formação Profissional Valdemar Mattei do período noturno e foi desenvolvido durante o 1º semestre/ 2015.

Os objetivos gerais
- Reconhecer a importância do estudo das questões de alteridade para compreender as relações de caráter histórico-cultural; 
- Promover a melhoria da leitura e escrita dos educandos por meio dos gêneros jornalísticos; coloca-los como sujeitos de sua aprendizagem.

Os objetivos mais específicos foram
- Reconhecer a seriedade de valorizar e respeitar as diferenças de variadas naturezas, que caracterizam os indivíduos e os grupos sociais; 
- Identificar, na sociedade contemporânea, práticas e ocasiões de desrespeito aos direitos humanos; 
- Realizar a leitura compartilhada em sala de aula dos diversos textos, a fim de desenvolver uma leitura fluida e coerente para melhoria da compreensão textual e Produzir textos e respostas dissertativas coerentes, de acordo com o assunto abordado, prezando os elementos coesivos e argumentativos cabíveis ao tema em estudo.

O processo de desenvolvimento do trabalho buscou discussões em salas com iniciativas dos próprios educandos, com cada um colocando suas argumentações, impressões e subjetividade sobre os vídeos e leituras propostas. Como resultado final do projeto esperou uma maior criticidade dos discentes com um termo tão complexo como cultura e um incentivo a leitura e escrita. E por último, contudo não menos importante, modelo abrangente para incluir uma gama de diversidade de existência dentro da turma, como as distintas faixas etárias, diferenças social e cultural.




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Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

MUITO ALÉM DO PESO, PROPOSTA DE COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIA INTERDISCIPLINAR

Wildemar Fernandes Sandrin Junior

CPFP Júlio de Grammont

EJA

Objetivos Principais:
- Gerar situações pelas quais o educando desenvolva sua competência comunicativa, de forma argumentativa; 
- Apreender os mecanismos e procedimentos para elaboração de pesquisa, bem como executar o pensamento crítico através da produção de texto;
- Gerar documento (formalizar) que corrobore seu discurso no momento da apresentação de suas ideias, dando-lhe suporte físico para os questionamentos feitos (inclusive pela banca). 
- Aumentar em diversas linguagens sua capacidade de interação e preparação frente às diferentes situações sociais tanto na escrita como oralmente;
- Mostrar aos jovens e adultos a importância do pensamento crítico diante daquilo que se recebe dos meios de comunicação.
- Promover o respeito ao outro, entendendo as diferenças não como barreiras e sim como possibilidade de novos aprendizados;
-Desenvolver capacidades mínimas de inserção na sociedade, eliminando discriminações;Identificar os distúrbios alimentares como doenças e que tais como são, devem ser encaradas com responsabilidade e isentas de pré-julgamentos.

Desenvolvimento: 
O projeto teve como disparador o filme Muito Além do peso, que trouxe para o debate e análise  os temas de distúrbios alimentares e sua relação com a publicidade e propaganda.O tema proposto foi um desdobramento do conteúdo tratado inicialmente nas disciplinas de Português e Ciências, de conhecimento prévio, que foi permeando pelas outras disciplinas e transformando-se numa ação interdisciplinar, de maneira generalizada, mas com potencial evolutivo. 

As próximas etapas constituirão na elaboração por parte dos alunos, de um trabalho dividido em três etapas: Pesquisa, produção de texto e apresentação aos colegas e à banca formada pela Grupo Gestor e pelos professores da EJA da referida unidade escolar. 



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AAC - AULAS ABERTAS COLETIVAS

Márisson Pedro Camargo

CPFP Júlio de Grammont


EJA II


Obra de Tomie Ohtake, em Santo André é vista pelos Alunos em 2014. O que são as A.A.C? Chamamos em um determinado momento, todos os educandos envolvidos com o Processo Educativo da Escola e a estes ministramos algum tema específico, provocando, sobre ele, algumas reflexões.

Objetivos específicos:
• Proporcionar um maior aproveitamento, por parte dos educandos, quando da saída com os mesmos em atividades extraclasse;
• Unir e integrar o todo da Escola: EJA 1, EJA 2, F.I.C.;
• Fornecer formação a mais a todos os pertencentes  das turmas;
• Obra “La Gioconda” de Leonardo Da Vinci. Uma das obras símbolo da busca maior de possibilidades humanas.

Estratégias:
1- Planejar o assunto ou conteúdo e quem o ministrará (um ou mais Professores);
2 - Reunir a todos os educandos num só espaço;
3 - Ministrar a aula em si/desenvolver o tema (em geral, por aproximadamente 30 a 40 minutos);
Sempre que possível, garantimos o clima de diálogo entre todos os participantes. É quando o Aluno interage com o tema em si e/ou com o ministrante do conteúdo  que o objetivo da Aula Aberta Coletiva é alcançado. É isto o que mais vale nas A.A.C..

A.A.C. já realizadas:
•  Preparação à ida à BIENAL DE ARTE/ Preparação à ida à PINACOTECA DE SANTO ANDRÉ /Preparação à ida ao CCBB – Picasso e os Modernistas/Folclore e a Nossa Cultura /Projeção do Filme “Menino da Porteira” – (lei nº 13.006 de 26 de junho de 2014)/ Preparação à  Mostra Cultural 
• Há ainda as propostas de realização de A.A.C. nos seguintes temas: Internet Segura//Uso de bebidas alcoólicas//Hinos Cívicos  Conscientes.
• Obra: Sem Título
Autor: Vitor Mizael   Ano de aquisição ao acervo: 2013
Forma de aquisição: 41° Salão de Arte C



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ESCRITORES DA LIBERDADE

Denis Oliveira da Silva

CPFP JÚLIO DE GRAMMONT


EJA 2


O projeto denominado “Cadernos de escrita” ou Escritores da Liberdade, nasceu de uma necessidade de estimular nos alunos o hábito da escrita. A ideia foi concebida a partir do filme “Escritores da Liberdade” ao qual os alunos assistiram. Desta forma, no primeiro semestre de 2015, o projeto buscou incitá-los a uma produção profícua, na tentativa de fazê-los escrever seus relatos pessoais: dia-a-dia; história de antepassados e relatos autobiográficos.

Por sugestão dos próprios alunos, que não queriam ser identificados em suas histórias, foram criados por eles próprios pseudônimos. Assim, foi entregue a cada aluno um caderno no qual seu pseudônimo foi colado através de uma etiqueta produzida pela escola com mesma fonte na contracapa, evitando por parte deles o reconhecimento da letra dos colegas. Todas as quintas-feiras o caderno é entregue aos alunos com um pequeno texto de autores literários, filósofos ou mesmo do professor incentivando o ato de escrever através de perguntas, esses os devolvem na terça-feira seguinte, e, assim, periodicamente as entregas e coletas são feitas. Quando autorizado pelo aluno-autor o texto é lido para a sala. 

Para alguns o processo tem sido uma “espécie” de catarse, para outros uma terapia. 

Relatos e histórias de cunho extremamente pessoal surgiram. A meu ver, tal situação aponta a confiança no anonimato, apesar de alguns já manifestarem o interesse em compartilhar suas histórias, o que ainda não foi feito por não ser uma unanimidade e exporia quem não o quer fazer.

Em relação à melhoria nas demais áreas almejadas, percebe-se uma tranquilidade tanto de maneira escrita, quanto verbal em expor seus pensamentos. As correções gramaticais são executadas de maneira seletiva, isto é, nem todas as incorreções são apontadas em um mesmo texto.     



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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

MEU LUGAR, MEU POVO, MINHA CULTURA

Antonia Monica Ferro Mendes, Elaine Climene Cincerrê Teixeira, Leticia Mayara Clementino Bezerra 

CPFP Armando Mazzo 

EJA II - 3º TERMO (1º Semestre/2015)

Expressões da cultura popular brasileira e o mundo do trabalho.
Ênfase para a Literatura de Cordel


“(...) Jardineiro da utopia
Nunca parou de regar
Letras, sílabas, palavras,
Frases para educar.
Neste pesquisar profundo,
As linguagens do mundo
Sempre soube respeitar.(...)”

Costa Senna in
“Paulo Freire na Literatura de Cordel”

O CPFP Armando Mazzo oferece Educação de Jovens e Adultos (EJA) I e II vinculada à Formação Profissional (FIC) na área da Construção Civil.

Durante o primeiro semestre de 2015, nas duas turmas de EJA I foi desenvolvido o Projeto “Trabalho: apenas uma questão de sobrevivência?”, onde tivemos a oportunidade de discutir com os educandos, dentre outros temas, o significado do trabalho (sentido ontológico e histórico), as possibilidades de organização do trabalho e do trabalhador, suas necessidades formativas, seus direitos e deveres, ética profissional, segurança no trabalho.

Através dessa proposta, objetivamos possibilitar aos educandos o resgate e valorização de sua identidade como cidadão brasileiro, por intermédio do conhecimento de diferentes aspectos da diversidade étnica-cultural que compõe nossa sociedade. A fim de atingir tal objetivo, enfatizamos o trabalho com textos da Literatura Popular: causos, contos, lendas, repentes, adivinhas, parlendas, ditados populares, frases de caminhão, cordel sendo válido indicar que este Projeto integrou as disciplinas do núcleo comum à Formação Profissional através das aulas de pintura artística quando em parceria propomos a elaboração coletiva de um livreto de Literatura de Cordel e utilizamos para tal produção temas como violência, opressão, corrupção, diversidade (social, de raça, etnia, gênero, religião, orientação sexual), drogas, exploração do trabalhador destacando-se que, nas aulas do FIC, estão sendo elaborada releitura da tradicional xilogravura através da técnica de “stencil arte”. 




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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Folhetim: uma criação coletiva ampliando universos culturais

Assistente Pedagógico Edson da Silva
Creche Parque Andreense

Educação Infantil

Objetivos:
  • Comunicar os fazeres das crianças, jovens e adultos;
  • Ampliar a visibilidade das ações e saberes construídos na coletividade;
  • Registrar a memória coletiva na história da cidade.

Uma simples ideia que surgiu do desejo de comunicar os fazeres das crianças, jovens e adultos. A criação de uma publicação em que a palavra, a fotografias, o desenhos sejam a memória em gestos poéticos, o registro do cotidiano em dias mais felizes.


Alguns resultados:
  • Espaço permanente para a participação de todos;
  • Cultura de leitura e escrita da realidade vivida;
  • O reconhecimento das famílias sobre o trabalho pedagógico realizado no CESA;
  • Prática em compartilhar os fazeres e projetos;
  • Contribuição para a memória local e da cidade.

A obra de Monteiro Lobato “O Picapau Amarelo”

Professor Glauber Machado
EMEIEF Paranapiacaba

Partindo do livro “O Pica-pau Amarelo” do autor Monteiro Lobato, descobre-se nas figuras dos personagens lobatianos um grande universo a ser explorado. A obra encantou crianças desde o seu lançamento em 1939, sendo adaptada para novas mídias. Especialmente nesta obra, os personagens do Sítio encontram-se com outras culturas literárias, como Dom Quixote, os heróis gregos, príncipes encantados e as princesas dos contos de fada.

Desses encontros, surge a possibilidade de estimular a imaginação e a criatividade das crianças, bem como estimular a reescrita de contos tradicionais, com novos desfechos e novas aventuras, além de abrir um mundo de criação e encontros nunca antes pensados. Afinal, quem imaginaria que Branca de Neve ficou viúva e se casou com um príncipe das Arábias?


sábado, 6 de dezembro de 2014

Alfabetização com Músicas

Professora Gisele Nadim R. Oliveira
EMEIEF Professora Therezinha Monteiro Barros Nosé

1º ano do Ensino Fundamental

O objetivo do trabalho com parlendas, trava-línguas, rimas, cantigas e quadrinhas é refletir sobre o sistema de escrita, estabelecendo relação entre a fala e a escrita.

Com o texto na mão, sabendo de cor, o aluno tem o desafio de ajustar aquilo que fala àquilo que está escrito, e, com o apoio do professor alfabetizador, acaba por analisar o texto e buscar relações entre as letras e os sons.

Esta é uma atividade que cria problemas para diferentes níveis de conhecimento, promovendo a aprendizagem para todos os níveis de escrita.

Desenvolvemos esse trabalho em várias etapas: roda de conversa sobre a música escolhida, cantamos muito com gestos e letra da música, ordenamos o texto fatiado da canção, focamos nas palavras chaves da música e começamos a refletir sua escrita utilizando estratégias variadas, chegamos, então, nas atividades escritas: cruzadinhas, completar... utilizando das palavras chaves, reescrita de memória coletiva e reescrita de memória individual.

Cada etapa foi realizada com diversas parlendas e textos de memória conhecidos dos alunos. Esse trabalho virou um projeto que foi desenvolvido ao longo do ano letivo.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Música, quem canta se alegra

Professoras Alessandra, Ivanete, Patricia e Sirlene
EMEIEF Carolina Maria de Jesus

Com o objetivo de ampliar o vocabulário oral por meio de atividades orais e musicalização, bem com repertoriar o educando no universo das cantigas e brincadeiras cantadas. O projeto “quem canta se alegra” contempla de maneira interdisciplinar estes aspectos envolvendo a todos, com atividades de expressão corporal e musicalização. No contexto escolar da educação infantil, a musica é elemento essencial para desenvolver nos educando a apreciação, para ampliar o vocabulário e apresentar à eles como é vasta a nossa cultura musical por meio das cantigas de roda e brincadeiras cantadas. “O ideal seria alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo alfabetizado e letrado” (Soares, 2005, p. 47).


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Japão, além das fronteiras!

Professoras Natalia Francisquetti da Silva e Edirlaine Aparecida de Lana Freire
EMEIEF Professora Maria da Graça de Souza

2º ciclo - inicial e final

Objetivos:

  • Repertoriar as crianças acerca de algumas características e tradições da cultura japonesa;
  • Trabalhar com diferentes áreas do conhecimento em situações contextualizadas, ampliando saberes.


A temática da Copa do Mundo de futebol foi um assunto muito frequente no cotidiano das crianças durante o primeiro semestre. Por esta razão ficou acordado entre o grupo de professoras e gestão escolar a substituição da tradicional “Festa Junina” pela “Festa das Nações”, ocasião em que todas as turmas da escola apresentariam uma dança típica de algum país escalado para o mundial.

O Japão foi escolhido para as crianças do 2º ciclo inicial e final como país a ser representado na festa. Porém, as professoras elencaram ser de fundamental importância repertoriar as crianças acerca de algumas características e tradições da cultura japonesa, tendo para tanto a cultura brasileira como referência, objetivando despertar o respeito pela diversidade cultural e racial entre os povos.

Desta forma, foi realizado um projeto interdisciplinar e em parceria entre as duas turmas. O trabalho teve início com uma roda de conversa para as crianças socializarem o que já sabiam sobre o Japão. Surgiram assim relatos que o país é do outro lado do mundo e que a população possui “olhos puxados”. Utilizando o Mapa-Mundi como recurso as crianças conheceram a localização geográfica do Brasil e Japão. Estabeleceram comparações entre os tamanhos territoriais de ambos e a distância. O envolvimento e questionamentos das crianças possibilitou ainda uma conversa sobre o dia e noite.

A bandeira do Japão foi apreciada pelas crianças em comparação com a do Brasil. Após observação e conversa sobre os seus significados, as crianças confeccionaram suas bandeiras utilizando moldes vazados com formas geométricas. Nesta atividade, além da criatividade a solidariedade também foi contemplada. As crianças do 2º ciclo final auxiliaram as crianças do 2º ciclo inicial a realizar a pintura.

As crianças apreciaram o vídeo musical “Cocoricó no Japão” que apresenta diversos elementos da cultura japonesa, como banheira de ofurô, origami, alimentação, vestes e idioma. Todos esses aspectos foram trabalhados estabelecendo comparações com a cultura das crianças.

Para contemplar o estudo sobre a alimentação no Japão as crianças brincaram de restaurante, preparando Sushi e Sashimi com massinha. Vivenciaram também, simbolicamente, a experiência de comer com “hashi” ao invés de talheres.

O registro escrito por meio de símbolos foi bastante intrigante para as crianças, sobretudo quando comparado com as letras do alfabeto.

A finalização deste trabalho aconteceu na Festa das Nações com a apresentação de dança. Nesta data as crianças vestiram-se de quimono, chinelo e meias, conforme a tradição deste povo.

Durante toda a realização deste projeto as crianças se envolveram com as propostas e assuntos em estudo. O projeto possibilitou o trabalho com diferentes áreas do conhecimento em situações contextualizadas e do interesse das crianças, que se mostraram curiosas e envolvidas em todas as etapas deste estudo.


Durante a apresentação:

  • Questões indicadas pelos participantes
  • Envolvimento dos alunos
  • Sugestões do grupo ao trabalho apresentado

Projeto coletivo onde todos ganham

Professoras Márcia Felix e Regina Maria
EMEIEF Professora Maria da Penha de Almeida Manfredi

2º e 3º ano

Este ano tivemos a experiência de realizar um projeto coletivo na unidade: Copa das nações.

Nesse projeto foi possível vislumbrar uma proposta de gestão democrática, com a participação dos professores, pais, conselho de escola, conselho mirim.

Utilizamos a Copa para poder falar sobre outras culturas, realizar pesquisas, organizar ações em que as famílias pudessem participar de forma mais efetiva da aprendizagem das crianças o que resultou em um belo momento de exposição e apresentação de danças.

Foram realizadas diversas atividades em parcerias, com agrupamentos produtivos, registros e trabalhos, realizados na escola e para serem desenvolvidos em casa, envolvendo a participação de todos.

Os objetivos foram, além da interação, cooperação com o outro, a ampliação do conhecimento e aprendizagem significativa.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Berçário: O Imaginável, o possível e real

Professoras Janaína Dias Fernandes e Kátia Caruso de Souza
Creche Irmã Rosina da Silva

A equipe de educadores dos berçários percebeu que a apresentação dos alunos seria um momento para consolidar um dos objetivos propostos no PPP, que seria aproximar as famílias da escola.

Mesmo com várias dúvidas e medos (que as crianças chorassem e que as famílias não se envolvessem), o grupo aceitou o desafio e apostou em uma apresentação cultural, que contou com a participação ativa das famílias e a consolidação dos vínculos com a equipe escolar. Pensando também no prazer das crianças na atividade, utilizamos chocalhos coloridos, confeccionados junto com elas.

O resultado foi uma atividade agradável e prazerosa para a comunidade escolar. E uma troca de experiências com colegas que se identificaram com a proposta e/ou manifestaram interesse em conhecer o nosso dia a dia.

Projeto Circo

Professores Mirvane Dias de Souza e Sérgio Hideo Ishigami
EMEIEF Arquiteto Estevão de Faria Ribeiro

Durante diagnóstico inicial, observamos que deveríamos iniciar as aulas de Educação Física pelo conteúdo ginástico, que é base para todos os movimentos do corpo. Então surgiu a questão: Como trabalhar tal conteúdo de forma prazerosa e significativa para as crianças? Surgiu então a ideia do Circo que além de trabalhar os movimentos ginásticos, trabalha também com a cultura circense que nem sempre está acessível aos educandos.

O projeto nasceu com três vídeos (Circo de Rua, Circo Chinês e Circo na Escola) e uma roda de conversa. A segunda etapa foi a construção de materiais (malabares, discos de equilíbrio, pés de lata). Na terceira etapa, os educandos tiveram aulas de malabarismo, equilíbrio e acrobacias, sendo finalizado encerrado com uma apresentação para a comunidade escolar.

Conhecendo e apreciando obras de Arte

Professora Rosalda Rolim Gregorio e ADI Eliana Santos
Creche Monsenhor João do Rego Cavalcanti

1º Ciclo Final

Este projeto tem como objetivo ressaltar a importância das artes na Educação Infantil, esperando contribuir para a aprendizagem e os experimentos e, principalmente, colaborar com o desenvolvimento físico, social-cognitivo, afetivo e cultural de nossas crianças.


A arte e seus elementos estão presentes no dia a dia desses “pequenos” como, por exemplo, nas cores e figuras de uma parede, em um quadro, nas ruas, em casa, nos brinquedos. As artes têm o poder de conduzir essas crianças a conhecerem suas limitações, dificuldades e possibilidades de desenvolver, explorar e conhecer suas reais potencialidades.

Trabalhando a vários anos em creche, pude vivenciar o interesse das crianças pequenas pelas obras de pintores, tanto clássicos como contemporâneos.

Neste ano, nossa turma intitulada “Girassol” deu a oportunidade de trabalharmos Van Gogh e suas obras.

Como estratégias de aprendizagem, foi propiciado que as crianças apreciassem as obras em livros, filmes e desenho animado.

Foi possível perceber que aos poucos vão identificando as obras em diferentes contextos. Reconhecem as cores, identificam sentimentos nas obras, como tristeza e alegria.

Nas situações de aprendizagens, foi proposto a obra “O quarto” em maquete. Utilizamos materiais recicláveis como papelão e jornal.

Será realizado trabalho com a releitura coletiva do quadro “Noite Estrela” onde será utilizada a técnica de pintura em tela.

Ainda como situação de aprendizagem nas diferentes linguagens, será utilizada a técnica de “pintura de terra” para a releitura dos girassóis.

Através dos registros, pretendemos socializar com outras professoras da rede.

Magia, descobertas, aventuras... são os sentimentos que estamos vivenciando com o projeto.

O ato de expressar deve ser considerado um fator essencial no processo do desenvolvimento da linguagem artística, bem como uma espécie de documento que registra a evolução da criança. A criança ao expressar-se artisticamente desenvolve a auto-expressão e atua de forma afetiva com o mundo, opinando, criticando, sugerindo, através da utilização das cores, formas, tamanhos, símbolos, entre outros.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Mais Educação

Professora Luciana Vieira da Silva
EMEIEF Cidade Takasaki

O Mais Educação iniciou em nossa escola no ano de 2012. O programa é um projeto Federal e trata da construção de uma ação entre as políticas públicas educacionais e sociais, contribuindo, desse modo, tanto para a diminuição das desigualdades educacionais, quanto para a valorização da diversidade cultural brasileira, por meio do auxílio com as dificuldades de aprendizagem e o incentivo a diversas atividades culturais e esportivas.

Em nossa escola temos cinco atividades (macrocampos):

  • Educação Ambiental e Sociedade Sustentável / Conservação do Solo e Composteira: canteiros sustentáveis (horta) e ou Jardinagem Escolar.
  • Cultura, Artes e Educação Patrimonial / Iniciação Musical de instrumentos de cordas. (musicalização).
  • Cultura, Artes e Educação Patrimonial / Teatro. (artes plásticas).
  • Esporte e Lazer / Esporte na escola / Atletismo e Múltiplas Vivências Esportivas (basquete, futebol, futsal, handebol, voleibol, xadrez).
  • Acompanhamento Pedagógico / Orientação de Estudos e Leitura.

No relato de experiências foi abordado sobre algumas informações importantes do Programa e o seu funcionamento em nossa escola. Como é a rotina e experiências com atividades diferenciadas realizadas com o auxílio das monitoras voluntárias e com os professores flex (polivalente e educação física) por meio de fotos e vídeos registrados durante o decorrer do programa.

Programa Mais Educação - Passo a Passo

"Festa Junina na Região Nordeste" - Uma expressão cultural

Professora Paula Aparecida Batista Arruda e Agente de Desenvolvimento Infantil Priscilla Breve
Creche Monsenhor João do Rego Cavalcanti

1º Ciclo Final - Educação Infantil / Creche

As rodas de conversa foram ótimas ferramentas para leitura de pesquisas, apreciação de imagens, diálogos sobre alguns símbolos, vestimentas e comidas típicas bem como apreciação de músicas.

Na culinária realizamos uma receita deliciosa de maria-mole com um dos ingredientes mais utilizados na culinária local, o côco.

Realizamos atividades de arte, na confecção de nosso painel ao confeccionarmos as bandeirinhas, a fogueira e o balão e de retratrar a paisagem da Região Nordeste.

Brincadeiras tradicionais na quadra e na sala de aula foram organizadas tais como: corrida do ovo na colher e acertar o rabo no burro.

Observamos também quais são os instrumentos musicais mais utilizados nas canções tradicionais do Nordeste como o forró. Os alunos puderam experiênciar e ouvir o som do pandeiro, do triângulo, da zabumba e da sanfona.

Estudamos sobre a vida de Luiz Gonzaga, onde nasceu, quem eram seus pais, onde dormia, em que ele trabalhava, quais eram as profissões de seus pais, etc., e então faziam um paralelo com suas vidas ou indagavam curiosidades.

Como recurso, utilizamos o computador. Mostrei aos alunos Luiz Gonzaga, o som original da sanfona e a dança chamada quadrilha. Acharam engraçadas as vestimentas.

Apreciamos também suas músicas e realizamos um pequeno baile em sala de aula. As crianças também puderam balançar-se numa rede, após ter sido mencionada num relato sobre o artísta.

Este projeto foi uma prática significativa e prazerosa onde os alunos tiveram possibilidade de vivenciarem várias experiências lúdicas de qualidade.