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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Para alfabetizar: Vamos jogar?

Sara Timóteo

EMEIEF Cora Coralina

A REDE EM RODA 2015
1º ANO/CICLO I- Ensino Fundamental

OBJETIVO:
Utilizar jogos de forma prazerosa para o avanço na hipótese de escrita;

DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO:
 De acordo com a sondagem inicial constatou-se um grande número de alunos na hipótese de escrita pré silábica.
Sendo assim, percebemos a necessidade de organizar um trabalho prazeroso com jogos como estratégia para os alunos avançarem em suas hipóteses. Iniciamos em fevereiro e ainda continuamos de acordo com a necessidade de alinhamento de saberes relacionados a hipótese de escrita dos alunos.
A rotina foi organizada com os jogos como atividade permanente (todos os dias) utilizando jogos disponíveis na escola bem como confeccionando jogos com os alunos (utilizados em sala de aula e em casa).
A reunião com as famílias foi um momento que oportunizou o esclarecimento a respeito do trabalho desenvolvido.


RESULTADOS OBTIDOS OU ESPERADOS: 
O projeto vem obtendo avanços esperados paulatinamente e terá continuidade neste trimestre.




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil




quarta-feira, 21 de setembro de 2016

ALFABETIZAÇÃO PELO CORPO: Brincadeiras e intervenções que auxiliam no processo de aprendizagem

Noboru Ito Júnior e Tatiane Aparecida Martins Franco

EMEIEF CORA CORALINA

A REDE EM RODA 2015
Fundamental I

Vivenciar na íntegra a área motora com as demandas da alfabetização, buscando estimular as áreas neuromotoras que auxiliem na aprendizagem da escrita e da leitura.

Através do trabalho direcionado com os alunos do 1º ao 3º anos do Ensino Fundamental buscou-se alinhar as práticas motoras com os objetivos de cada ano que compõem o PPP. Além disso, realizou-se o trabalho interligado com as discussões realizadas em RPS entre os professores da sala regular, professores de Educação Física e equipe gestora para estruturar o desenvolvimento do trabalho com jogos e estímulos corporais. Tendo como base teórica Piaget, Wallon, Luria e Vygotski o trabalho está sendo desenvolvido paulatilamente e continuamente no último trimestre.

Em conversas pontuais e discussões em RPS's verificou-se avanço significativo na coordenação motora das crianças, influenciando positivamente nas questões de alfabetização. Sendo que, o trabalho terá continuidade no terceiro trimestre.    





Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


Os recursos audiovisuais em sala de aula.

Alessandro Santana

 EMEIEF Cora Coralina

A REDE EM RODA 2015
EJA II

Objetivo: Alcançar aprendizagem significativa com a utilização de recursos audiovisuais.
Trabalhar com recursos audiovisuais é uma maneira interessante de provocar o aluno a fazer descobertas e alcançar aprendizagem significativa.  Ao utilizar os cinco sentidos, o educando é capaz de fazer analises, comparações, subjetivar  e interpretar de formas diferentes. 

As aulas se tornam extremamente ricas, uma vez que o público alvo da EJA é heterogêneo, logo a percepção dos jovens e adultos, vindo de diferentes culturas, com diferentes modos de ver e sentir a vida se entrelaçam e tornam-se ainda mais significativas, com momentos de construção de conhecimentos e troca de experiências. Haja vista as dificuldades que os  alunos possuem em interpretar e visualizar os conceitos e atividades propostas em sala de aula, pois muitos estão afastados do ensino formal  há muitos anos ou abandonaram a escola por não se adaptarem ao tipo de ensino tradicional,   proponho aos educandos uma nova visão da utilização dos recursos que facilitam a interpretação dos conceitos trabalhados em aula, utilizando técnicas audiovisuais. 

Os recursos escolhidos podem ser: vídeos, músicas, celulares, objetos  antigos, objetos de pouco conhecimento do público que despertem curiosidade sempre contextualizados com os temas propostos. Por meio desses recursos trazemos o mundo para a sala de aula para problematizá-lo e analisá-lo a fim de construir conhecimentos.
 
Os resultados obtidos com este trabalho são supreendentes, pois os educandos  aprendem com maior facilidade os conteúdos trabalhados na medida em que vivenciam, pegam, sentem, ouvem  e mostram-se interessados e participativos nas aulas.




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

A parceria entre PAEIS, AIES E Estagiárias de pedagogia na inclusão de alunos com deficiência na Rede Municipal de Santo André

Amanda Sousa Batista do nascimento, Débora de Lourdes da Silva Sousa, Juliana Cristina Barbosa do Amaral, Silvana Aparecida Bortoloti de Moraes, Douglas Vaz Gomes, Paulo Sérgio Paulino Lopes, Priscila Regina Moreno David, Vastir Rodrigues de Oliveira e Eliana Soares Silva

EMEIEF Cândido Portinari, EMEIEF Cora Coralina Maria de Jesus e EMEIEF Chico Mendes

A REDE EM RODA 2016
EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL E EJA


OBJETIVO:
  • Explicitar o trabalho desenvolvido pelas PAEIS na assessoria das Unidades Escolares atrelado ao fazer dos Agentes de Inclusão Escolar e estagiárias de Pedagogia para assegurar uma Educação Inclusiva de qualidade.
  • Evidenciar a importância da parceria entre estes os profissionais e os resultados obtidos com os alunos, compartilhando as práticas desenvolvidas nas Unidades Escolares.

DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO:

  • O trabalho da Educação Inclusiva implica a ação direta das PAEIS com os professores para traçar o Plano de Acompanhamento dos alunos, as conversas com as famílias, e o passo a passo desde a matrícula dos alunos até o seu acompanhamento trimestral. Para qualificar este trabalho, as PAEIS contam com parceiros: equipes gestoras, professores de Sala de Recursos Multifuncionais, técnicos, AIES e estagiárias de Pedagogia. Neste trabalho, tratamos especificamente dos profissionais AIES e estagiárias de Pedagogia, que atuam diretamente com os alunos nas Unidades Escolares e são fundamentais para o sucesso das ações.
  • O trabalho dos AIES e das estagiárias são orientados pelas PAEIS, desde a formação mensal da qual eles participam, com o apoio da Coordenação do CADE, até mesmo as conversas realizadas nas Unidades Escolares, para planejar os horários de atendimento, a confecção de materiais adaptados, as orientações específicas e o compartilhamento do Plano de Acompanhamento do aluno.
  • Cada PAEI, AIES e estagiária irá partilhar uma experiência ou relato de prática assertiva com os alunos com deficiência, bem sucedidas devido à parceria entre todos os profissionais envolvidos.

RESULTADOS ESPERADOS:

Os resultados esperados com este trabalho em parceria na Educação Inclusiva é que o aluno com deficiência seja cada vez mais autônomo, que avance em seu processo de ensino e aprendizagem considerando aprendizagens realmente significativas, não utilizar parâmetros preestabelecidos de comparação, mas sim comparar o aluno com ele mesmo, dentro das suas possibilidades, saberes e não saberes.
Propiciar paulatinamente, oportunidades para que o aluno tenha uma formação acadêmica e social, de acordo com o que ele precisa, sem minimizar suas capacidades.
Ressaltar que a Rede Municipal de Santo André possui um trabalho diferenciado em Educação Inclusiva, que busca efetivamente alcançar as metas e objetivos do Plano Municipal de Educação e da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Embora tenhamos percalços e muito mais a se fazer, é preciso valorizar o que já foi construído até o momento e compartilhar boas práticas, consolidando o ideal de que é possível incluir os educandos com deficiência e contribuir para que tenham acesso à Educação, que é direito constitucional.

 


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil



segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Matemática investigativa

Professores Hugo Leonardo de Almeida e Rosa Mara Baptista
EMEIEF Cora Coralina

No trabalho com a Matemática Investigativa o professor deixa de ser um expositor e passa para a condição de expectador, atuando como mediador, numa prática onde vivencia como seus alunos pensam sobre a própria aprendizagem. Essa prática viabiliza uma aprendizagem significativa a partir do momento que professor e aluno se relacionam no processo ensino aprendizagem buscando o saber pela investigação. Objetivo definido é a base de um trabalho de investigação. Para isso, se faz necessário despertar o interesse do aluno envolvendo-o no assunto e proporcionando trocas com os demais para que todos tenham a oportunidade de conhecer as estratégias elaboradas pelos colegas. O saber conquistado é a certeza de que a aprendizagem realmente aconteceu de forma significativa para o aluno. Isso torna o ensino dinâmico e o conhecimento autêntico, sendo o saber infinito.