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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O trabalho interdisciplinar no Programa Mais Educação

Professora Vivian Moreira Domingues
EMEIEF Miguel Sanches Ruiz

Apresentação musical entre as turmas do Programa Mais Educação

As atividades interdisciplinares permitem desenvolver vários eixos temáticos, estabelecendo regras, proporcionando a socialização, o trabalho em equipe pela preservação do espaço escolar e resgatando a autoestima e o respeito.

O Programa Mais Educação é um agente facilitador para o desenvolvimento de trabalhos interdisciplinares. A proposta apresentada foi a finalização de um trabalho para sensibilizar os alunos quanto a preservação da água, através da percussão corporal em conexão com o Projeto Reágua.

Esta experiência propõe trabalhar com música, educação ambiental, ludicidade, preservação da água, arte, esporte e letramento de forma prazerosa e permite que a criança desenvolva a concentração, memória e atitudes.


Reescrita e revisão de textos no processo de alfabetização

Professora Adriana Cristina Ferrari
EMEIEF Professor Júlio Nunes Nogueira

4º ano do Ensino Fundamental

Objetivos: Explorar a oralidade, reescrever textos familiares e revisar ortografia e estrutura textual.


O trabalho com reescrita e revisão textual, por meio de atividades sequenciadas, possibilitam a troca de experiências e possíveis intervenções durante processo de alfabetização.

Dentre as atividades trabalhadas, destacamos:

  • Leitura e interpretação do texto a ser trabalhado para a familiarização;
  • Texto coletivo;
  • Revisão de ortografia com texto previamente construído pelo professor com erros corriqueiros;
  • Reescrita em duplas produtivas e individuais;
  • Revisão individual e coletiva entre outras.

Astronomia e astronáutica na construção dos saberes científicos

Professora Aparecida Lourente Soares (Cidinha)
EMEIEF Machado de Assis

O encantamento pelo Universo certamente propicia descobertas, a busca e a construção do conhecimento objetivando a investigação, o questionamento e a aplicação desses conhecimentos em seu cotidiano. Os conteúdos da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica podem ser desenvolvidos interdisciplinarmente, abrangendo as diversas áreas do conhecimento como Ciências, História, Geografia, Matemática, Língua Portuguesa, Arte, Música, Informática e a Educação Física, tendo como foco a expressão corporal. Por meio de atividades lúdicas, práticas e de observação, é possível despertar nos alunos o interesse, a motivação e a curiosidade por meio da pesquisa científica.


Fábula

Professoras Priscila Leal e Tatiane Abreu
EMEIEF Salvador dos Santos

3º ano - Ensino Fundamental

No 1º trimestre do ano letivo de 2014 realizamos sondagens com as turmas dos 3ºs anos e através dos dados coletados percebemos a dificuldade do grupo em organizar suas ideias através da escrita, assim selecionamos um projeto intitulado “Projeto Fábula”, com o objetivo de sanar esta dificuldade.

Nas etapas desse Projeto realizamos reescritas individuais, coletivas e em grupos com as crianças. Após explorarmos algumas fábulas, selecionamos textos que a turma mais se familiarizou, sendo ela “A Lebre e a Tartaruga”. A proposta lançada foi reescrevê-la.

Posteriormente realizamos uma revisão textual coletiva.

Após essa atividade foi entregue para os alunos suas produções da aula anterior e foi proposto que eles revisassem seus próprios textos de acordo com o que foi trabalhado na revisão coletiva, reescrevendo assim um novo texto.

Concluímos assim que essa atividade foi de suma importância para as crianças do 3º ano, uma vez que tiveram a oportunidade de reconhecer seus próprios “erros” e ter autonomia para corrigí-los.

Contos e Fábulas

Professoras Adriana Maria Pugliese, Nerci Silva e Telma Cristina Piva da Silva
EMEIEF Professor Júlio Nunes Nogueira

2º, 3º e 5º ano do Ensino Fundamental

Objetivo: Compartilhar a experiência do trabalho com agrupamentos no 1º e 2º ciclo através de contos clássicos, renovados e fábulas.


Diante de algumas necessidades pontuais encontradas em cada uma das salas, o grupo deu início ao trabalho com agrupamento, tendo como foco o avanço das hipóteses de escrita e aprimoramento das produções textuais. Vale ressaltar que este trabalho está sendo desenvolvido entre as professoras da sala referência em parceria com a professora de flexibilização.

A fim de contemplar as diferentes faixas etárias, há agrupamentos entre o 2º e 3º anos, utilizando-se dos gêneros: contos de fadas e fábulas. Por se tratarem de textos que os alunos demonstraram maior apreciação, estes nos possibilitaram mergulharmos junto com os alunos num mundo de imaginação e fantasia, tornando estes momentos um forte aliado na aprendizagem das crianças.

Agrupamento no 1º ciclo: Trabalho com as turmas de 2º e 3º ano, junto com a professora de flexibilização, de acordo com as fases da escrita, oportunizando o desenvolvimento de cada etapa. Trabalho com contos de fadas clássicos (versões diferenciadas) e fábulas. Cada agrupamento trabalha com intervenções diferentes, de acordo com suas necessidades.

Trabalho com 2º ciclo: Explora os contos renovados do autor Flávio de Souza. Com histórias instigantes, o autor aguça a curiosidade durante as leituras, o que é notório a motivação pelos alunos. Este projeto tem como objetivo proporcionar momentos diferenciados no processo pedagógico para melhor atender aos educandos, quanto as hipóteses de escrita em que se encontram. Surgiu a partir do projeto de agrupamento e quando percebemos que que estávamos totalmente inseridas e imaginando momentos que despertem ainda mais a vontade dos alunos em saber qual será o próximo conto.

Considerando as dificuldades pontuais existentes na sala do 5º ano, buscamos desenvolver projeto utilizando “Contos Renovados”, os quais percebemos de imediato o interesse dos alunos em conhecê-los, bem como motivando-os à realizarem suas próprias produções. O que resultou na confecção de um livro coletivo.

Leitura e contação de história

Professora Florípes de Aguiar Kikut
Creche Professora Elisabete Lilian Piccinin

1º Ciclo Final

Objetivo: Estimular a contação de histórias como um recurso na formação de leitores, oferecendo diversas possibilidades de a criança ouvir e apreciar histórias.


Ao participar do curso do Programa de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) em 2013 sobre alfabetização em Língua Portuguesa que tem como proposta estimular a contação de histórias como um recurso na formação de leitores nas escolas, surgiu à ideia de planejar as histórias com personagens dando som a cada um deles, estratégia que promove a atenção e concentração das crianças, pois trabalhar com esta faixa etária exige repensar a forma de contar histórias para que este momento não seja enfadonho e desmotivador para as crianças. Uma das características das crianças nesta fase do desenvolvimento é a memória e a capacidade de concentração que aumentaram (a criança é capaz de dar continuidade a uma atividade que foi interrompida, mantendo-se concentrada por períodos de tempo mais longos), sendo assim é possível ter um maior envolvimento e participação das crianças durante estes momentos tão prazerosos.

O prazer de ler histórias e ver o prazer das crianças em ouvi-las me faz sempre procurar novas formas de Contação. Os livros infantis atuais, cheios de ilustrações, recursos gráficos dos mais variados, são capazes de prender a atenção do pequeno leitor e abrir portas para o universo mágico e misterioso da leitura, resultando em inúmeras e importantes aprendizagens, ao passo que ajuda a despertar o gosto pelo ato de ler e conseqüentemente auxiliam no processo de letramento do indivíduo.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Sacola da leitura – parcerias e desafios de cada ciclo. Um momento prazeroso onde a família e a creche se encontram

Professoras Camila Souza Almeida, Claudete Alves Domingos, Maria José Almeida de Abreu, Quitéria Oliveira França de Brito e Tania do Carmo Martins
Creche Maria de Campos Santos

O Projeto “Sacolinha da leitura” teve início após as professoras dos diferentes ciclos observarem o quanto o momento da história era esperado e prazeroso às crianças. Nossa intenção foi ampliar esse momento na rotina das famílias, juntos compartilhando a alegria da leitura. Esse projeto veio a proporcionar um momento de lazer diferenciado as famílias para ler, ouvir, encantar-se, observar os personagens, saber o enredo da história, recontar através das figuras (ler sem saber ler) e principalmente se divertir.

Organizamos as sacolas ou maletas de leitura (que podem ser decoradas com as crianças) com: dois livros, em algumas classes uma mensagem de reflexão para os pais, o mascote e uma caixa de giz de cera para o registro da criança.

A seleção de livros que irão para casa depende da intencionalidade pedagógica de cada professora.

O segredo do nosso trabalho é despertar e encantar as crianças para o mundo da leitura.

Integração na Educação Infantil. Momento coletivo de contação de histórias

Professoras Ana Carolina Campos, Isabela Berti, Maria Gabriela Mills Cammarano e Silvia Conceição Fagundes da Silva
EMEIEF Professor José Lazzarini Junior

As professoras perceberam em suas discussões a necessidade de realizar momentos coletivos entre os alunos do período da manhã, com todos os alunos nas diferentes faixas etárias (3, 4 e 5 anos). Após muitas discussões e reflexões concluíram que havia a possibilidade de planejar a partir de observações, o trabalho coletivo de alguns conteúdos atitudinais através das histórias infantis.

Foram escolhidos os gêneros textuais que seriam significativos para os alunos, que contemplassem os objetivos propostos tais como desenvolver o gosto pela leitura, ampliar o repertório, dividir, partilhar, esperar a sua vez de falar, interagir e olhar para o outro com uma atitude colaborativa.

No encontro Rede em Roda, esse grupo de professores pode socializar as atividades desenvolvidas no projeto. Houve a criação de um ambiente diferente: porta de entrada com tecidos, ambiente escuro, clima de suspense, expectativa e som ambiente.


“Se quiser falar ao coração dos homens, há que se contar uma história. Dessas onde não faltem animais, ou deuses e muita fantasia. Porque é assim – suave e docemente que se despertam consciências”. Jean de La Fontaine

Produção de texto: como intervir para obter melhores resultados?

Professora Sheila de Oliveira Almeida Torres
EMEIEF Homero Thon

Realizamos uma proposta para qualificar e ampliar o repertório das produções de texto dos alunos do 4º ano, foram trabalhados os gêneros específicos da série com uma didática visando a construção coletiva e o desenvolvimento individual.

Para iniciar os trabalhos, realizamos uma sondagem para quantificar as necessidades da sala quanto a ortografia, gramática, pontuação, organização textual, coesão e coerência. A partir dos resultados, partimos do ponto em que havia o maior número de crianças com dificuldades, que no caso foi pontuação e organização textual.

Dentro das atividades propostas para sanar tais dificuldades tivemos: escrita seguindo um roteiro para a organização de parágrafos, fichas plastificadas com textos dos alunos para pontuarem com caneta hidrocor, quadro de conectivos, quadro com dicas de produção textual, ilustração com xilogravuras, cartazes com personagens para criação de diálogos, exposição oral, correção coletiva com o auxílio de projetor multimídia.

Contudo, tivemos grandes avanços na compreensão da escrita, dando mais clareza e estética aos textos produzidos pelas crianças.

Uma ótima estratégia de aprendizagem X apresentando uma estratégia diferenciada

Professoras Fernanda Pinheiro Lopes Camacho e Ana Lúcia Fortunato
EMEIEF Fernando Pessoa

1º e 2º ano

Objetivos:
  • Desenvolver conceitos específicos como de Língua Portuguesa e matemáticos de forma lúdica;
  • Favorecer a troca de saberes; Utilizar de maneira prática os conceitos aprendidos;
  • Respeitar o tempo de aprendizagem de cada criança, mas favorecer momentos de conflitos para que a faça refletir e avançar em suas hipóteses.

Dentro da sala de aula há conhecimentos variados, desafios diferentes devem ser lançados, afim de que todos avancem, para tanto a presente prática visa expor os alunos a várias linguagens, junto a agrupamentos que se aproximam em conhecimento. A sala fica organizada em grupos de 4 alunos, 8 grupos, cada grupo tem uma atividade diferente, todos passarão por todos os grupos. Os alunos são expostos a várias atividades, algumas mais dirigidas como: jogos, escritas de cartazes; outras mais livres como: blocos de montar, modelagem, colagem e pintura. O segredo do sucesso dessa prática é que enquanto alguns alunos estão concentrados em uma atividade livre e prazerosa, a professora pode intervir nas atividades dirigidas.

Viajando com a Sacola Mágica

Professora Ana Kelly Santos Alencar, Daniela Cristina Biber, Kétsia Maria de Deus e Tatiane dos Santos Silva
Creche Professora Marina Gonçalves Ulbrich

O projeto coletivo da nossa unidade tem como principal objetivo o acesso a livros de qualidade, ampliando as possibilidades a novas descobertas. O grupo acredita que por meio dos livros as crianças entram em um mundo mágico onde a fantasia e realidade se misturam. Ampliar o interesse e o hábito pela leitura faz parte da rotina e do cotidiano da creche, é o caminho que leva a criança a vivenciar novas aventuras e fantasias além de desenvolver habilidades e novas vivências.

O projeto enseja também alcançar as famílias, solicitando que as mesmas registrem suas impressões e experiências. As professoras juntamente com as crianças escolhem os livros que vão para casa. O livro é organizado na sacola mágica com um caderno de registro onde os familiares irão contar à experiência que tiveram ao receber a sacola mágica. As professoras orientaram os familiares que os registros poderiam ocorrer por meio da escrita, de desenho e fotos.


O jogo linguístico no trabalho com a consciência fonológica em crianças de 5 anos da Educação Infantil

Professora Regiane Ibanhez Gimenes Berni
EMEIEF Elizabete Leonardi


O trabalho apresentado refere-se a uma pesquisa que investigou como o Jogo Linguístico, estratégia metodológica para o trabalho com a consciência fonológica, pode qualificar o processo de alfabetização desde a Educação Infantil. Como parte do arcabouço teórico utilizado, estão os autores como Gombert (2003), Barrera e Maluf (2003), Lamprecht (2008), Monteiro e Baptista (2009) e Leite e Morais (2012b), que discutem a temática. Colaboraram também Corrêa (2009) para a discussão da proposta do Jogo Linguístico (Jogo das Fitas para os alunos como) feita no estudo de campo e com Leite e Morais (2012a), durante a análise dos dados. A pesquisa experimental, feita com alunos da faixa etária de 5 anos da Educação Infantil de uma escola pública da cidade de Santo André, São Paulo, ocorreu durante o segundo semestre de 2013. Os resultados da pesquisa alcançaram os objetivos propostos, pois evidenciaram ser o Jogo Linguístico uma estratégia positiva no processo de alfabetização na Educação Infantil, tendo colaborado com o desenvolvimento de grande parte do grupo pesquisado, que de forma lúdica, brincando em equipes, foram refletindo sobre os sons das palavras e progredindo em suas hipóteses de escrita.

Dando vida aos bonecos – Fantoches

Professora Janete Machado Infante
EMEIEF Sylvia Orthof


Com a finalidade de trazer para a criança o encantamento no mundo do “Faz de Conta” foi desenvolvido o projeto no qual permitiu ao grupo vivências a imaginação por meio do lúdico. Ao aguçar a criatividade e a imaginação infantil, o professor oferece oportunidades para a criança manusear fantoches e fazer muitas descobertas ao ouvir sons diversificados, dramatizar, cantar músicas com ritmos variados, reproduzir e também criar suas próprias histórias. Todo esse momento de imaginação que a criança vivência por meio dos fantoches, favorece seu desenvolvimento integral, bem como em sua oralidade, ampliação de vocabulário e suas habilidades motoras. Essa vivência lúdica contribuirá como bagagem em seu processo de uma alfabetização mais significativa no momento de sua iniciação na escrita, facilitará a elaboração e compreensão da criança na estruturação de textos. Vale a pena os professores de educação infantil estarem convidando as crianças entre sorrisos e “Faz de Conta” em sua imaginação, a estarem dando vida aos bonecos.

A magia das histórias infantis

Professora Lorena Valeri Pardo
Creche Monteiro Lobato

Nosso grupo
Desde o início do ano pude observar que os alunos ficavam muito envolvidos nos momentos das histórias. Sempre fez parte da rotina antecipar a programação do dia. Ouvia: “Oba! Qual será a história de hoje”? “Prô vai ter gigante, bruxa..”. O que me impulsionava renovar os títulos constantemente, trazendo-lhes sempre novos enredos com personagens diversos.

Numa manhã li a história do João Pé de Feijão. Através desta história nasceu nosso projeto recheado de novidades. Plantamos, confeccionamos um livro, cantamos músicas, criamos uma história com fantoches e as crianças passaram a ser os verdadeiros protagonistas.

Objetivamos o faz de conta, oralidade, concentração e o confronto de ideias e opiniões.


Nosso artista reproduzindo a história

Plantando

Hora da história

Gêneros textuais

Professora Karen Ramos
EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

5º ano do Ensino Fundamental

A proposta é sondar o conhecimento prévio do aluno sobre gêneros textuais.

Consiste em um jogo composto por 10 gêneros textuais escritos em outra língua (grego, inglês, italiano) e, pelas características de cada gênero o grupo de alunos deve escolher a placa com o gênero correto. O aluno tem mais de uma chance de acerto e, durante as escolhas o grupo conversa e expõe o motivo pelo qual acredita ser “esse” ou “aquele” gênero, trocando assim informações com todos.


Mala de música; Malinha do desfralde; Chuvinha colorida

Professoras Maria Luciana Alves da Silva e Tissiana Lopes Biffi de França
Creche Henfil

1º Ciclo Inicial


MALA DE MÚSICA


Objetivo: Trabalhar a oralidade, cores, tamanho, formas, ritmo e percepção dos sons.

As crianças sentam em roda, em seguida a caixa é aberta e é pego o primeiro personagem para começa-lo a descreve-lo, por exemplo: Se for o Jacaré, ele é descrito para as crianças descobrir quem é o personagem, com as seguintes falas: ele é verde, tem dentes branquinhos, tem uma boca bem grande, tem um rabo comprido e vive na lagoa. Quando descobrirem é cantada uma música referente ao personagem.



MALINHA DO DESFRALDE

Objetivo: Trabalhar a importância do uso do banheiro.


Roda de conversa.

Leitura dos livros: - Cocô no Trono, O que tem na sua fralda, O xixi da Lulu.

Preparamos fraldas para as bonecas com massinha em formato de bolinhas representando “Fezes” e em outras com canetinhas amarelas, representando o “xixi”. As crianças abrem a fralda e encontram a “sujeira”, jogam no lixo, colocam o bebê no pinico e vestem calcinhas e cuecas.

Em Casa: As crianças levam para casa uma mala contendo dois livros, uma boneca, uma fralda, uma calcinha de boneca e um papel higiênico para a boneca. Conversamos com os pais para ajudar no processo de desfralde, lendo os livros e brincando com os brinquedos da malinha.



CHUVINHA COLORIDA

Objetivo: Propiciar a manipulação de diferentes objetos e materiais, explorando suas possibilidades de manuseio, como também a percepção de variadas possibilidades de impressão e a expressão do fazer artístico.


As crianças estarão de calcinha/cueca ou fralda ao redor do tapete de TNT. Todas irão receber uma garrafinha com a água colorida. A tampa da garrafinha está com furinhos para simbolizar a chuva, sendo também um recurso para realizarem a pintura. Aos poucos as crianças estarão colorindo o tapete e explorando, observando a “chuvinha” cair, com o decorrer da atividade as crianças já estarão com os pés molhados da chuva, pulando na água.

Nome próprio e o próprio nome

Professoras Sandra Regina Gomes Sikansi e Daisy Dias Amorim
EMEIEF Madre Teresa de Calcutá

2º Ciclo Final

O nome é a peça chave para o início da compreensão do sistema de escrita, é uma fonte de informação preciosa para quem está aprendendo a ler e escrever. O nome também ajuda os alunos a compreenderem umas das características fundamentais da escrita: a estabilidade da sequência, ou seja, que uma palavra é sempre escrita da mesma maneira, com as mesmas letras e na mesma ordem. A lista com nomes da classe é um texto com enorme potencial didático, pois ele cria múltiplas possibilidades de informação sobre as características da escrita.

Contudo, escrever seu próprio nome convencionalmente não quer dizer que os alunos tenham compreendido completamente o funcionamento do sistema de escrita. Mas, no início o nome serve de fonte de informação sobre a escrita e escrever o próprio nome e o nome de outros do grupo impulsiona a reflexão sobre este sistema.

Diante disto, em nosso planejamento preparamos uma sequência didática de leitura e escrita envolvendo o nome próprio e o dos colegas. No decorrer do trabalho podemos observar os avanços das crianças na compreensão do sistema de escrita ampliando gradativamente sua hipótese de escrita. Certamente esse trabalho tem ajudado os alunos a compreenderem, dentro do processo de aquisição da escrita, que são essas letras e não outras e nesta ordem e não em outra que escrevemos. Oportunizamos isto através de atividades de registro e reflexão significativas para eles: seus nomes e suas fotos!

Planejamento Estratégico – Oralidade

Professora Fernanda Rodrigues Malheiro
EMEIEF Madre Teresa de Calcutá

2º ano do 1º Ciclo - Ensino Fundamental

Com o objetivo de desenvolver a oralidade em nossos alunos, iniciei um projeto que tratasse deste conteúdo, envolvendo os fatos cotidianos da escola. Acreditando na intencionalidade de nossas ações, o projeto iniciou com uma proposta de filmagem de uma mensagem de Dia das Mães.

Os alunos precisaram saber o que gostariam de dizer, desenvolver a ideia com coerência, registrar e ensaiar suas falas para então a professora poder filmá-los para que esta mensagem fosse apresentada no dia da reunião com pais para as mães presentes. Foi muito interessante observar o quanto os alunos analisaram suas apresentações e quantas propostas de melhoria eles realizaram nas apresentações dos amigos, como aumentar o tom da voz, olhar para a câmera, postura diante da câmera, etc.

Além desta sequência de atividades, também programei atividades permanentes de reconto de histórias, onde as crianças conseguem enriquecer sua linguagem, suas experiências, desenvolver a imaginação, a organização lógica de seu pensamento recebe novo impulso.

Também com foco na oralidade, realizamos a dramatização de história, onde foi possível desenvolver bons padrões de linguagem, na pronúncia correta, boa dicção, linguagem direta, tom de voz, diálogos respeitando os turnos de fala etc.

Livro vai, livro vem, eu leio e você também

Professora Rosa Neide de Souza
EMEIEF Dom Jorge Marcos de Oliveira

Esse trabalho foi desenvolvido com o objetivo de despertar a curiosidade e o prazer que a leitura pode nos proporcionar, criando momentos de interação com o mundo dos livros. Os pais também são envolvidos nas atividades, pois são participantes ativos nesse processo de ler para informar, para recrear, para se divertir e estudar. O projeto contempla a leitura em quatro etapas: Leitura diária, Maleta da Leitura, Biblioteca Circulante e Painel de Avaliação das Histórias Lidas.

Viviana, Rainha do Pijama

Professoras Maria de Lara Terna, Garcia Mancilha e Camila Coutinho da Silva Teles
EMEIEF Dom Jorge Marcos de Oliveira

1º ano – Ensino Fundamental

Com a necessidade de incentivo à leitura e escrita dos alunos, as atividades foram desenvolvidas a partir do livro “Viviana, a Rainha do Pijama”. O livro possibilitou um trabalho nas diferentes áreas do conhecimento. As sequenciadas de atividades contemplaram diferentes conteúdos e portadores textuais como: Países e sua localização, Animais e seus habitats, Receitas, Convites, Gráficos e Tabelas. Como encerramento, planejamos uma Festa do Pijama em colaboração com os pais, onde pudemos refletir na conscientização, na importância e no impacto que a leitura causa na vida de cada um.