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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Folhetim: uma criação coletiva ampliando universos culturais

Assistente Pedagógico Edson da Silva
Creche Parque Andreense

Educação Infantil

Objetivos:
  • Comunicar os fazeres das crianças, jovens e adultos;
  • Ampliar a visibilidade das ações e saberes construídos na coletividade;
  • Registrar a memória coletiva na história da cidade.

Uma simples ideia que surgiu do desejo de comunicar os fazeres das crianças, jovens e adultos. A criação de uma publicação em que a palavra, a fotografias, o desenhos sejam a memória em gestos poéticos, o registro do cotidiano em dias mais felizes.


Alguns resultados:
  • Espaço permanente para a participação de todos;
  • Cultura de leitura e escrita da realidade vivida;
  • O reconhecimento das famílias sobre o trabalho pedagógico realizado no CESA;
  • Prática em compartilhar os fazeres e projetos;
  • Contribuição para a memória local e da cidade.

A obra de Monteiro Lobato “O Picapau Amarelo”

Professor Glauber Machado
EMEIEF Paranapiacaba

Partindo do livro “O Pica-pau Amarelo” do autor Monteiro Lobato, descobre-se nas figuras dos personagens lobatianos um grande universo a ser explorado. A obra encantou crianças desde o seu lançamento em 1939, sendo adaptada para novas mídias. Especialmente nesta obra, os personagens do Sítio encontram-se com outras culturas literárias, como Dom Quixote, os heróis gregos, príncipes encantados e as princesas dos contos de fada.

Desses encontros, surge a possibilidade de estimular a imaginação e a criatividade das crianças, bem como estimular a reescrita de contos tradicionais, com novos desfechos e novas aventuras, além de abrir um mundo de criação e encontros nunca antes pensados. Afinal, quem imaginaria que Branca de Neve ficou viúva e se casou com um príncipe das Arábias?


Lendas Urbanas

Professoras Jane Marques de Oliveira Mantello e Helena Aparecida Minzon Bonatto
EMEIEF Miguel Sanches Ruiz

O trabalho foi desenvolvido a partir do interesse dos alunos pelo tema, que foi incorporado também a leitura diária, o tema aguçou a curiosidade e criou um ar de mistério, incentivando a leitura e a escrita.

Nesse processo as famílias foram envolvidas, colaborando na pesquisa e na contação de lendas conhecidas aos alunos. Os alunos realizaram pesquisas por meio da internet, ouviram lendas contadas pelas professoras e pelos pais, houve contação de história envolvendo as lendas e dramatização, realizaram leituras sobre tema, produziram lendas autorais e confeccionaram painéis com desenhos das lendas.

O trabalho colaborou no aprimoramento das produções textuais e no incentivo à leitura.


Matemática investigativa

Professores Hugo Leonardo de Almeida e Rosa Mara Baptista
EMEIEF Cora Coralina

No trabalho com a Matemática Investigativa o professor deixa de ser um expositor e passa para a condição de expectador, atuando como mediador, numa prática onde vivencia como seus alunos pensam sobre a própria aprendizagem. Essa prática viabiliza uma aprendizagem significativa a partir do momento que professor e aluno se relacionam no processo ensino aprendizagem buscando o saber pela investigação. Objetivo definido é a base de um trabalho de investigação. Para isso, se faz necessário despertar o interesse do aluno envolvendo-o no assunto e proporcionando trocas com os demais para que todos tenham a oportunidade de conhecer as estratégias elaboradas pelos colegas. O saber conquistado é a certeza de que a aprendizagem realmente aconteceu de forma significativa para o aluno. Isso torna o ensino dinâmico e o conhecimento autêntico, sendo o saber infinito.

Informática como recurso na Educação

Professora Carla Maria Menezes Gibeli e MID Gilson Brandão Bello
EMEIEF Odylo Costa Filho

Informática – Educação Infantil e Ensino Fundamental

Todas as escolas da rede possuem um laboratório de informática, a questão é utilizá-lo da melhor maneira para garantir o desenvolvimento didático do aluno.

Pensando na informática como recurso na Educação, nossa escola desenvolveu alguns projetos com os alunos de Educação Infantil e Ensino Fundamental em parceria com o Monitor de Inclusão Digital e os professores polivalentes, de forma a utilizar o laboratório de uma maneira mais adequada com uso de diversos softwares e simuladores que podem ser utilizados no dia a dia da rotina escolar.

Com esse recurso é possível trabalhar de uma maneira mais prática e lúdica os conceitos trabalhados em sala de aula.

Este trabalho tem por objetivo socializar alguns recursos que podem ser utilizados na sala de informática em parceria com as disciplinas do comum, como por exemplo, sites educativos como Escola Games e Softwares Word e Stellarium.

Através do trabalho desenvolvido e da parceria estabelecida com o MID, alunos e Professores puderam ampliar seu repertório de fontes de pesquisas, bem como criar autonomia para buscar conhecimentos e ilustrar a aprendizagem de forma midiática usando a informática como grande recurso pedagógico.


domingo, 7 de dezembro de 2014

Encantando os pequenos leitores

Professora Ivanilza da Silva Xavier
Creche Professor Máximo Manssur

Flex- Creche

A contação de história é uma ferramenta que estimula o desenvolvimento dos educandos, cognitiva, afetiva e socialmente, incentivando as crianças a se tornarem bons ouvintes, estimulando também a imaginação e a criatividade.

Auxilia na aquisição da oralidade, instiga os movimentos corporais, a criticidade do sujeito, a autonomia e a dialogicidade. Assim, quanto mais cedo a criança for apresentada ao mundo da leitura, mais prazer encontrará futuramente no ato de ler, ampliando sua visão sobre o mundo que o cerca.

Neste Projeto “Encantando os Pequenos Leitores” foi possível conquistá-los, estimulá-los a recontar a história a sua maneira e a cuidar dos livros, a serem leitores, desde o momento do manuseio.

Música no Berçário

Professora Walkiria de Oliveira da Costa
Creche Professor Máximo Manssur

Berçário

Ao iniciarmos o ano letivo nos defrontamos com a importância do período de adaptação à creche, momento em que as crianças passam a criar novas relações afetivas, que possibilitam a construção de uma visão mais ampla do mundo social.

Neste contexto, cabe à escola e aos profissionais que nela atuam um esforço coletivo, para que tanto os pais quanto as crianças se sintam seguros, acolhidos e demonstrem prazer em dividir momentos com todos que estejam ao seu redor. Sendo assim, propus na rotina da creche algumas atividades lúdicas, entre elas, a cantiga de roda. A musicalidade, os sons dos instrumentos ou sons que conseguimos produzir com o nosso corpo, fizeram com que as crianças do berçário interagissem umas com as outras, trabalhando assim diferentes áreas do desenvolvimento infantil, entre elas a oralidade, afetividade e a motricidade.

Ao término do semestre conseguimos ampliar o conhecimento musical das crianças, o contato com diferentes ritmos, sons, movimentos e finalizamos essa etapa do trabalho com uma apresentação na festa junina, prestigiados pelos pais, que se mostraram orgulhosos com o desenvolvimento de seus filhos.

Atividades Coletivas na creche: é possível?

Professoras Milene Pereira Martins Franchi, Carla da Silva Cuerva Valincius e Maria Ignêz Mazzaro da Costa Longo
Creche Paranapiacaba

Berçário, 1º Ciclo Inicial e 1º Ciclo Final

A Creche Paranapiacaba está inserida em uma pequena comunidade turística, ao pé de um morro e com um clima bem atípico. Conta apenas com três salas de aula, um pátio pequeno e o parque que fica em outro prédio fora da Creche. Todos os alunos frequentam o período integral. Ao refletirmos sobre o espaço e o cansaço desses alunos no período da tarde, chegamos à conclusão sobre a necessidade de planejarmos atividades coletivas e diversificadas, nas quais seriam garantidos o cuidado, a socialização, o desenvolvimento cognitivo, ético, moral e o bem estar de nossas crianças.

Nosso projeto leva em consideração os aspectos climáticos da Vila, o espaço físico restrito e a riqueza histórica de Paranapiacaba. Sendo assim, utilizamos no dia-a-dia diferentes locais para concretizarmos nossas atividades coletivas, tais como parque externo da creche, parque de areia da Vila, parque do Clube Lira e as diversas áreas verdes que a Vila nos proporciona. Dessa forma desenvolvemos ações como Contação de História com fantoches, Caça ao Tesouro, Circuitos diversos, e o Dia de Quem Cuida de Mim, projeto que enfatiza a importância da família na escola. Por trabalharmos em um lugar tão distante e com características tão peculiares, achamos importante que a Rede conheça a rotina e os projetos desenvolvidos em nossa creche, mostrando que tudo é possível quando se trabalha em equipe!

Projeto Sensações

Professora Denise Costa Lofeu
Creche Heitor Villa Lobos

1º ciclo Inicial

Observou neste grupo de alunos muita curiosidade e vontade de se expressar quando se encontraram envolvidos por materiais diversos entre eles a tinta, e assim, o Projeto “Sensações” foi planejado com o objetivo de permitir a descoberta de inúmeras sensações que se tornam únicas ao serem sentidas por indivíduos diferentes, produzindo o despertar da criatividade e imaginação.

As estratégias utilizadas foram marcadas por atividades de: Roda de conversa, Descubra se puder, Experiências, Pintura com giz de lousa, Colagem de recortes de revistas rasgados com as mãos, Pintura sobre cordão, Pintura sobre plástico bolha.

Através do Projeto “Sensações” os alunos tiveram a oportunidade de explorar materiais diversos, ampliando a capacidade de expressão e conhecimento sobre o mundo. Ao manipular materiais, sentir o gosto, cheiro, sons... os alunos demonstraram através das expressões exercitar os sentidos, descobrindo formas, cores, tamanhos.

Foi possível identificar com o produto final avanços dos alunos, quanto a dosagem da quantidade de tinta, a firmeza no traçado, a garatuja ordenada, o repertório de sensações adquirido ao perceber as diferenças entre as texturas.

Xerifes da Natureza

Professora Nádia Gonçalves
Creche Heitor Villa Lobos

1º Ciclo Final

No início do ano letivo houve um grande interesse dos alunos pelo livro “O Mundinho”, então decidimos trabalhá-lo construindo um “livrão”, usando o texto original da autora e ilustrações feitas pelo grupo coletivamente através de diferentes composições plásticas.

Durante a construção trabalhamos os conceitos meio ambiente e do universo, além do esquema corporal, características pessoais e individuais. Objetivo era que o resultado fosse a mudança de comportamento dos alunos com relação à preservação do meio ambiente, assim tivemos a ideia do Xerifes da Natureza.

Para o desenvolvimento dos projetos, iniciamos trabalhando os 3R (Reciclar, Reduzir e Reaproveitar), no decorrer do ano, diariamente o "xerife" era sorteado e tinha a responsabilidade de auxiliar em casa e na escola, a separar a reciclagem, fiscalizar alunos, funcionários e familiares quanto a redução de consumo de água e energia elétrica, cuidados com plantas, animais e preservação do meio ambiente de modo geral. Para finalizar o projeto cada criança recebeu um certificado de xerife da natureza, uma medalha e uma foto lembrança.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Jogos matemáticos no processo de ensino e aprendizagem

Professoras Sandra Oliveira e Maria Paula Rizzo
EMEIEF Professora Therezinha Monteiro Barros Nosé

2º ano do Ensino Fundamental

Com os objetivos de estimular a aprendizagem da Matemática através de recursos pedagógicos que despertem no aluno o interesse e o gosto pelo estudo da disciplina e estimular o gosto pela disciplina de Matemática, alterando a rotina da turma com atividades diversificadas, visando aumentar a motivação, concentração e aprendizagem dos conteúdos da disciplina, desenvolvemos atividades envolvendo jogos para trabalhar a matemática em sala de aula. Essas práticas tornaram semanais. Ora os alunos escolhiam os jogos e os jogavam livremente, ora um jogo específico era utilizado sob orientação e com propósito de auxiliar aos alunos a compreensão de novos conceitos matemáticos. As opções mais frequentes foram: quebra cabeça, jogo da velha, damas, etc... Construímos um dominó gigante (a base era fitas de vídeo). A intenção maior era fazer com que os alunos se apropriassem das 28 peças do dominó, quantidade de vezes que cada número aparece (de 0 a 6). A construção do jogo envolveu várias aulas e foi muito além do encapar as fitas e colar as quantidades correspondentes de bolinhas. Trabalhamos: agrupamentos, sequências numéricas, adição, multiplicação, cores, formas geométricas planas, etc.

O conceito trabalhado foi registrado pelos alunos, as regras também combinadas, até a culminância: o jogo em si.


Desenho com profundidade

Professor Luciano S. Foga
EMEIEF Professora Therezinha Monteiro Barros Nosé

Artes - Ensino Fundamental

Com o objetivo de trabalhar noções de desenho com profundidade com os alunos do 4º e 5º ano do Ensino Fundamental, realizei um trabalho com as crianças em que, em um primeiro momento, conversamos sobre o formato dos objetos para que percebessem a profundidade de cada desenho. Para transformar numa representação artística bidimensional, foram convidados a observamos suas linhas principais e como elas se apresentam no desenho. Passo a passo, os alunos acompanham o desenvolvimento do desenho até compreenderem a distorção dele no papel. Brincaram muito de desenhos até fazerem uma composição e uma releitura.

O trabalho com arte na escola apresenta possibilidades enquanto ação educativa, podendo ser qualitativamente bem feita. Para isso, o professor precisa encontrar condições de aperfeiçoar-se continuamente, tanto em saberes artísticos e sua história, quanto em saberes sobre a organização e o desenvolvimento do trabalho de educação escolar em arte. Neste sentido trocar conhecimentos desta prática com os pares, torna-se de fundamental importância.

O trabalho com as crianças teve resultados muito positivos, pois a todos conseguiram perceber como representar no plano bidimensional a profundidade dos elementos, desenvolvendo o desenho e abrindo novas possibilidades para suas produções.


Alfabetização com Músicas

Professora Gisele Nadim R. Oliveira
EMEIEF Professora Therezinha Monteiro Barros Nosé

1º ano do Ensino Fundamental

O objetivo do trabalho com parlendas, trava-línguas, rimas, cantigas e quadrinhas é refletir sobre o sistema de escrita, estabelecendo relação entre a fala e a escrita.

Com o texto na mão, sabendo de cor, o aluno tem o desafio de ajustar aquilo que fala àquilo que está escrito, e, com o apoio do professor alfabetizador, acaba por analisar o texto e buscar relações entre as letras e os sons.

Esta é uma atividade que cria problemas para diferentes níveis de conhecimento, promovendo a aprendizagem para todos os níveis de escrita.

Desenvolvemos esse trabalho em várias etapas: roda de conversa sobre a música escolhida, cantamos muito com gestos e letra da música, ordenamos o texto fatiado da canção, focamos nas palavras chaves da música e começamos a refletir sua escrita utilizando estratégias variadas, chegamos, então, nas atividades escritas: cruzadinhas, completar... utilizando das palavras chaves, reescrita de memória coletiva e reescrita de memória individual.

Cada etapa foi realizada com diversas parlendas e textos de memória conhecidos dos alunos. Esse trabalho virou um projeto que foi desenvolvido ao longo do ano letivo.


O desafio da escola integral

Diretora Ana Claudia Azevedo Fonseca dos Santos e Assistente Pedagógico Eliane Ipolito da Silva Gomes
EMEIEF Paranapiacaba

Como pioneira em implantar escola integral na rede municipal de santo Andre, a EMEIEF tem a intenção de focar e discutir as diferenças e desafios da escola em período integral (nosso ideal), e a escola em tempo integral, especificar as dimensões essenciais que caracterizam a educação integral.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Projeto Vida

Professora Gislene Benedetti Crisov
EMEIEF Professor Paulo Freire

2º Ciclo Final - Educação Infantil

O objetivo principal do Projeto Vida é instigar a curiosidade e a criticidade das crianças, através da oralidade, permitindo que os pequenos levantem suas hipóteses acerca de suas próprias indagações.

O projeto envolve também um movimento de pesquisa em que a família participa ativamente. O professor é um mediador nesse processo de construção do conhecimento.

Segundo a professora, “É um projeto que está sendo construído pelas próprias crianças, que apontam o caminho a seguir”.

Nesse projeto a questão da água e sua importância para a vida do planeta foi tratada com os pequenos de maneira bem pontual.

Para não perder a ludicidade da Educação Infantil, a professora proporcionou aos alunos momentos muito divertidos que aconteceram na “Sexta-feira especial”, como o “Dia do pijama”, que abriu a discussão “Por que necessitamos de algumas horas de sono?” e o “Dia do Baile” onde os questionamento e pesquisa foram sobre “Por que nos movimentamos?”

Jornal da Creche

Professora Adriana Aparecida Ramos Miron Ferreira
Creche Beth Lobo

1º Ciclo Final - Educação Infantil

Este projeto surgiu a partir da necessidade de estreitar as relações entre creche e família. Em parceria estabelecida entre a professora do horário de flexibilização Adriana Ramos com a Assistente Pedagógica Carmelita, foi desenvolvido o Projeto do “JORNAL DA CRECHE”.

O Jornal tem por objetivo divulgar as atividades da unidade escolar com as crianças, como também levar conhecimento e informações sobre assuntos que sejam pertinentes à faixa etária atendida, às demandas da comunidade levantadas no PPP, à divulgação das ações do CESA Vila Sá, entre outros.

O Jornal foi feito em um programa especifico chamado COREL DRAW, utilizado para a formatação de Jornal, o que facilita a sua diagramação.

As professoras contribuem com a escrita do jornal, entregando um pequeno artigo que é revisado pela Assistente Pedagógica.

Este Projeto foi sugerido pela diretora, resgatando o que a Rede Municipal já fazia no período de 2005 a 2008.

Música, quem canta se alegra

Professoras Alessandra, Ivanete, Patricia e Sirlene
EMEIEF Carolina Maria de Jesus

Com o objetivo de ampliar o vocabulário oral por meio de atividades orais e musicalização, bem com repertoriar o educando no universo das cantigas e brincadeiras cantadas. O projeto “quem canta se alegra” contempla de maneira interdisciplinar estes aspectos envolvendo a todos, com atividades de expressão corporal e musicalização. No contexto escolar da educação infantil, a musica é elemento essencial para desenvolver nos educando a apreciação, para ampliar o vocabulário e apresentar à eles como é vasta a nossa cultura musical por meio das cantigas de roda e brincadeiras cantadas. “O ideal seria alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo alfabetizado e letrado” (Soares, 2005, p. 47).


Leitura em sala de aula

Nelci Marques Batista e Rosa Ivanilde G. S. Barbosa
EMEIEF Carolina Maria de Jesus

Objetivo: desenvolver uma postura leitura, além de ampliar o gosto pela leitura e escrita.

A ideia do projeto surgiu para incentivar os alunos à leitura, pois se sabe que, é por ela que se reverte certas situações de aprendizagem. O papel da escola é formar cidadãos competentes capazes de não só decifrar códigos, mas compreender seus significados. A leitura é um elemento fundamental para o ingresso e a participação na sociedade letrada, é uma ferramenta básica da comunicação. O ato de ler é desenvolvido durante toda a vida do indivíduo e se processa de modo formal na escola a partir da alfabetização. Os livros e suas leituras são recursos e ferramentas de atuação em sala de aula, contribuindo na formação de leitores competentes, capazes de decodificar o mundo, sendo este o papel do cidadão dentro da escola e da sociedade. Uma criança que tem pouco ou nenhum contato com livros em casa deverá ter oportunidade de tê-lo na escola e com qualidade, este é um dos seus direitos. Não se pode esperar que as crianças criem algo do nada, pois precisam ter conhecimentos e bons repertórios, ouvir muitas histórias, assim terão mentes enriquecidas e criativas, além do gosto e hábito pelas leituras.

Motricidade, jogos e brincadeiras no processo de alfabetização e letramento

Professor Esp. Claudio Aparecido de Sousa
EMEIEF Carolina Maria de Jesus

Sabemos que a Psicomotricidade é a ciência que tem como objeto de estudo o homem através do seu corpo em movimento, onde o corpo é a origem das aquisições cognitivas, afetivas e orgânicas. Para Ferreiro (2001), a psicogênese realiza um processo de recontar a escrita, para a autora esse processo irá se constituindo pelos caminhos da formação do símbolo (imitação, jogo simbólico, desenho), caminhos que se intensificarão com o lúdico, a brincadeira e o jogo. A criança percebe seu próprio corpo por meio de todos os sentidos, capta imagens, recebe sons, sente cheiros e sabores, dor e calor, movimenta-se.

O processo de adaptação do indivíduo ao ambiente está relacionado à memória e experiências vivenciadas. Brincar é um ato social que permite uma comunicação através de gestos, mesmo que não haja comunicação verbal. É no brincar que a criança tem a oportunidade de expressar o que esta sentindo ou necessitando, daí a importância do faz de conta. (Freire, 1989).

Jogos pedagógicos na sala de aula

Alexandra A. Liberato Trevisan e Maria Matilde Antonelli
EMEIEF Carolina Maria de Jesus

Trata-se de uma experiência desenvolvida com os alunos dos terceiros anos do Ensino Fundamental I, a partir do pressuposto de que os jogos oferecem inúmeras possibilidades de melhorar o raciocínio lógico das crianças durante o envolvimento dessas atividades em sala de aula.

Os jogos foram confeccionados pelas alunas do Curso de Pedagogia do CUFSA (Centro Universitário Fundação Santo André) participantes do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência), em parceria com a professora titular da classe. No intuito de aguçar a curiosidade das crianças, os jogos foram depositados em um carrinho intitulado “Hora do Jogo”. Enquanto jogam, as crianças planejam ações, projetam e criam estratégias próprias para resolução encarando o “erro” como forma de aprender novos conceitos.

Os resultados mostram que, para serem bem sucedidos, os jogos na sala de aula devem contar com planejamento, objetivos e intencionalidade. O “olhar” atento do professor permite subsidiar o processo com intervenções pedagógicas de intensificar ou diminuir os desafios para que as crianças se sintam motivadas a ultrapassar as etapas. É nesse ambiente de ações e trocas que as crianças “aprendem a respeitar regras, a exercer papéis diferenciados e controles recíprocos, a discutir, a chegar a acordos” (PARRA; SAIZ, 1996, p. 223).