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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Educação Física Escolar e Musicalidade-relato de experiência

Paulo Clepard Silva Januário

EMEIEF Demercindo da Costa Brandão

A REDE EM RODA 2015
EDUCAÇÃO FÍSICA - Ensino Infantil E Fubdaental

A proposta deste trabalho teve por objetivo desenvolver as relações/interfaces entre a musicalidade e o movimento do corpo humano. Os fundamentos que subsidiam o referido trabalho educativo estão alicerçados nos parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs.

As atividades propostas ocorreram num período de 6 meses e foram utilizadas diversas estratégias como: 1) Exploração de diversos instrumentos musicais; 2) Atividades lúdicas e ritmicas envolvendo componentes da musicalidade; 3) Registros das letras das músicas por meio do desenho; 4) Proposição de elaboração artística e poética a partir do movimentar-se.

Foi possível a ampliação de recursos típicos dos domínios da oralidade, incluindo a participação de alunos com múltiplas deficiências, com significativo incremento do repertório gestual dos discentes envolvidos.




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

            

Explorando as operações matemáticas relacionadas a compra e venda de produtos

Marcela Jacob Lira

EMEIEF Demercindo da Costa Brandão

A REDE EM RODA 2015
3º ano do fundamental

OBJETIVO: Compreender na prática como o sistema monetário funciona
e influenciam a nossa vida.Vivenciar situações em que envolva o raciocínio lógico.Resolução de conflitos por meio do diálogo.Desenvolvimento da socialização.Valorização do registro para conseguir desenvolver o desafio lançado. 

DESENVOLVIMENTO - ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO
A sala foi organizada em grupos de 4 a 5 crianças, de forma que as carteiras propiciassem tanto os momentos em grupo como a livre movimentação dos alunos pelo espaço sem obstáculos. Após as orientações as crianças começaram a desenvolver a proposta com os materiais, as orientações foram previamente acordadas e a dinâmica fluiu, os alunos se mostraram seguros para fazer as tarefas. A professora ficou o tempo todo auxiliando os grupos nas dúvidas, tais como na hora do registro na lista, cálculos realizados com o uso da calculadora e também a questão do ponto na hora de somar . Ao final, cada grupo expôs seu carrinho de compras na lousa e a lista foi trazida ao caixa (que foi a professora), fizemos a soma juntos e após o resultado o banco teria que separar a quantia e pagar ao caixa para validar o seu carrinho.  A avaliação foi feita por meio da observação da professora mediante a participação dos alunos, registro das compras na lista e o carrinho de compras.

RESULTADOS OBTIDOS: Os resultados obtidos foram uma segurança por parte do aluno no momento de lidar com esses momentos presentes na unidade quatro do PNLD de matemática, uma maior rapidez de raciocínio em situações lógicas e diminuição de dúvidas no momento de usar a vírgula tanto na calculadora quanto no papel.




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

            

Conselho mirim – Como fazer acontecer

Denise Marrero de Oliveira

EMEIEF Demercindo da Costa Brandão

A REDE EM RODA 2015
EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL

O objetivo do presente trabalho é despertar nos alunos a conscientização da importância de sua participação nas decisões coletivas na escola para viver em uma sociedade de forma democrática, solidária, crítica, autônoma e participativa.
O Conselho Mirim é representado por um grupo de alunos, que tem como atribuição defender os interesses da sala que representa, através de reuniões que é um importante instrumento que pode auxiliar na construção de um ambiente onde os conselheiros e as conselheiras tenham oportunidade de conviver democraticamente, definindo caminhos. Torna-se um espaço privilegiado de discussão, negociação e encaminhamentos das demandas educacionais, possibilitando a participação social e promovendo a cultura da gestão democrática. Seus participantes foram eleitos pelos colegas de sala e tem como função trazer para as reuniões questões observadas no dia-a-dia, que podem ser melhoradas na Escola, e levar para os colegas os encaminhamentos dados às mesmas. O respeito pelo pensamento do outro e por opiniões divergentes, a valorização da troca de ideias é um ponto predominante nas reuniões, que são sempre explanadas pelos próprios conselheiros e a vice-diretora ou em forma de textos, vídeos, dinâmicas, etc. As reuniões são realizadas uma vez por mês sempre avisado com antecedência através de um convite entregue a todos os conselheiros.
Ampla participação nos projetos desenvolvidos; maior socialização das reuniões para os outros alunos da sala; respeito pelo pensamento do outro e por opiniões divergentes, a valorização da troca de ideias; valorização do trabalho em equipe, parceria e união, sentindo-se importante; desenvolvimento de atitudes de ajuda e colaboração; desenvolvimento do pensamento crítico.






Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

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Brinca Comigo?

Valéria Ferreira Fortes 

EMEIEF DARCY RIBEIRO

A REDE EM RODA 2015
EDUCAÇÃO INFANTIL

Trabalhar a leitura por meio do conto de repetição, considerando que o aluno poderá ler mesmo sem saber ler convencionalmente, pois terão na memória os trechos do conto que se repetem. Crianças pequenas aprendem sobre a vida por meio de repetição e gostam de rever e refazer caminhos, gestos, descobertas. Com a linguagem, não é diferente.

A professora iniciou com o significado literal de brincar, segundo o dicionário e como algumas figuras como provocação. Falou sobre a história de repetição e apresentou o livro “Curupira, brinca comigo?” de Lô Carvalho, que traz os seres fantásticos do nosso folclore. Foi falado sobre a importância de se adequar as vozes de acordo com os personagens. Após a leitura realizaram brincadeiras como: pular de um pé só, como o saci, cantar como a Iara, dançar como o boto. Fez também a confecção de brinquedos com o ioiô da mula e o pião do curupira. Além de músicas, teatro e dança. Fez a leitura do livro “A princesa Maribel” utilizando objetos. Realizou pesquisas sobre os componentes da história, como por exemplo, o corvo que não é uma ave presente no nosso país. Foi realizada uma atividade com letras móveis, dividindo as crianças em grupos na qual deveriam escolher um componente da história e escrever utilizando as letras móveis, a professora esteve presente em cada grupo para fazer intervenções se necessário.

Os alunos demonstraram entusiasmo e não tiveram dificuldades em realizar a atividade. Foi possível perceber a facilidade de encontrarem os nomes dos personagens e de organizarem a sequência. Ao propor que as crianças localizem nomes no texto, possibilita-se que elas coloquem em jogo diferentes estratégias de leitura.

   


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

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As Cores das Flores

Karen Ramos

EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

A REDE EM RODA 2015
5º Ano / 2º Ciclo Final / Ensino Fundamental

A atividade teve como objetivo a percepção dos diferentes elementos da natureza e seus matizes de cores para criação de tintas.

O trabalho se desenvolveu com uma conversa com os alunos sobre os elementos da natureza e suas cores. Após essa conversa, saímos para recolher folhas e flores. Em sala de aula foi organizado o material recolhido em potes de maionese para deixá-los em conserva no álcool que seria utilizado como tinta.Utilizamos esses material numa aula de pintura com tintas e expusemos o trabalho dos alunos para a escola.

A atividade proporcionou percepção visual, a curiosidade em relação aos elementos da natureza e a valorização das tintas produzidas.



Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Teatro como integração entre as matérias e meio para discutir gênero

Francine Machado de Mendonça


EMEIEF Professor Darcy Ribeiro, EMEIEF Madre Teresa de Calcutá e EMEIEF Vereador Manoel de OLiveira.



A REDE EM RODA 2015
EJA II


Utilizar a linguagem teatral ajuda os educandos a perderem continuamente a timidez, a desenvolverem e priorizarem a noção do trabalho em grupo, a se saírem bem de situações onde é exigido o improviso e a se interessarem mais por textos e autores variados.
Através do teatro realizamos um exercício de cidadania e através desta prática ampliamos o repertório cultural dos nossos educandos.

Como surgiu a ideia de trabalharmos com o teatro?
A ideia foi explorar as artes cênicas com os educandos do 4º Termo, do semestre passado, que de algum modo se encantaram e pediram ao realizador do projeto na ocasião, Leonardo Formaggi, que também lecionava Ciências, para utilizarem o teatro nas discussões que faziam sobre violência contra as mulheres.
Nestas aulas foram explorados jogos e leitura dramática, a contextualização teórica sobre Augusto Boal, o Teatro do Oprimido, Vianninha e Brecht e ensaiadas as cenas deles.

Como queriam realizar duas cenas discutiram a violência doméstica e  a que acontece nos transportes públicos .  Sem ver conexão entre ambas situações, a arte educadora, jornalista  e professora Francine Machado editou dramaturgicamente os esquetes que os educandos haviam criado, fundindo as encenações deles e ensaiando em grupo.

Após estas conexões entre as aulas de artes e de projetos, a finalização aconteceu no pátio da escola com a participação de todos os integrantes das Unidades Escolares.



Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

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EMEIEF e Centro Comunitário (CESA) – uma parceria que deu certo!

Franciane Aparecida da Silva

EMEIEF Professor Darcy Riveiro e CESA Parque Novo Oratório


A REDE EM RODA 2015
Ensino Fundamental


O objetivo desta parceria é estreitar o relacionamento entre a EMEIEFs e o CESA, visando contribuir nas aprendizagens das crianças.


São realizadas várias ações integradas com o objetivo de desenvolver a educação integral do aluno. Os alunos participam de Ações Complementares, com propostas lúdicas, oferecidas em aula no contra turno. 

Há preocupação em ouvir os professores, Equipe Gestora da EMEIEF – por parte da Equipe do CESA,  que participa das Reuniões Pedagógicas Semanais, para qualificar cada vez mais as ações dentro das reais necessidades dos alunos, garantindo o desenvolvimento das suas habilidades, favorecendo o seu desenvolvimento global e principalmente, incidindo diretamente na construção do conhecimento, na promoção de valores, e nas múltiplas competências que são esperadas ao longo do percurso escolar.


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

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Um conto e muitas descobertas

Cintia de Oliveira Rocha Silva

EMEIEF Professor Darcy Riveiro

A REDE EM RODA 2015
1º Ciclo Intermediário / 2º Ano / Ensino Fundamental

O inicio do projeto partiu de uma necessidade da turma  do 2º ano do Ensino Fundamental em construir textos individuais e coletivos e respeitar a fala do outro durante o desenvolvimento das atividades. 

O primeiro momento consistiu em realizar coletivamente a recriação da história Chapeuzinho Vermelho.  A história foi dividida em capítulos, e cada capítulo tratou de um determinado momento da história. Os alunos construíram o texto coletivamente tendo a professora como escriba. A reflexão sobre a escrita foi instigada a todo  momento observando  pontuações, questionamentos, atividades direcionadas sobre o texto, de maneira interdisciplinar e pesquisas  no laboratório de informática.  

Ao finalizar, fizemos uma exposição dos livros e assistimos uma versão moderna da história. A avaliação do trabalho foi contínua, revendo as necessidades do grupo e flexibilizando a forma de continuarmos na construção do livro, com a participação de todos.



Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Jogo Coferbol

Celio Domingos dos Santos

EMEIEF Professor Darcy Riveiro


A REDE EM RODA 2015
2º Ciclo do Ensino Fundamental / 4º e 5º anos


O jogo Corfebol foi utilizado como experiência de um esporte misto, de contato controlado praticado principalmente na Europa, muito semelhante ao Basquetebol e que serviu como Projeto para desenvolver o potencial de aprendizado dos alunos do 4º e 5º anos do ensino fundamental, da EMEIEF Darcy Ribeiro, Parque Novo Oratório.   O Projeto foi desenvolvido durante cerca de quatro meses sendo dividido em momentos distintos: 
1)  Aula Teórica: História, Regras e Discussão social (função do projeto)
2) Atividades de aprendizado
3)  Jogo
O desenvolvimento do Projeto trouxe várias inquietações aos alunos gerando discussões como o respeito social, participação de meninos e meninas no mesmo jogo, participação de alunos com deficiência e o que é mais importante: cooperar ou competir?
Conforme  iam conhecendo e  entendendo melhor suas regras e formas de jogar, a critica também cresceu, gerando discussões extremamente importantes e alterando até mesmo a forma de competir com o outro.  


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

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Para alfabetizar: Vamos jogar?

Sara Timóteo

EMEIEF Cora Coralina

A REDE EM RODA 2015
1º ANO/CICLO I- Ensino Fundamental

OBJETIVO:
Utilizar jogos de forma prazerosa para o avanço na hipótese de escrita;

DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO:
 De acordo com a sondagem inicial constatou-se um grande número de alunos na hipótese de escrita pré silábica.
Sendo assim, percebemos a necessidade de organizar um trabalho prazeroso com jogos como estratégia para os alunos avançarem em suas hipóteses. Iniciamos em fevereiro e ainda continuamos de acordo com a necessidade de alinhamento de saberes relacionados a hipótese de escrita dos alunos.
A rotina foi organizada com os jogos como atividade permanente (todos os dias) utilizando jogos disponíveis na escola bem como confeccionando jogos com os alunos (utilizados em sala de aula e em casa).
A reunião com as famílias foi um momento que oportunizou o esclarecimento a respeito do trabalho desenvolvido.


RESULTADOS OBTIDOS OU ESPERADOS: 
O projeto vem obtendo avanços esperados paulatinamente e terá continuidade neste trimestre.




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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

ALFABETIZAÇÃO PELO CORPO: Brincadeiras e intervenções que auxiliam no processo de aprendizagem

Noboru Ito Júnior e Tatiane Aparecida Martins Franco

EMEIEF CORA CORALINA

A REDE EM RODA 2015
Fundamental I

Vivenciar na íntegra a área motora com as demandas da alfabetização, buscando estimular as áreas neuromotoras que auxiliem na aprendizagem da escrita e da leitura.

Através do trabalho direcionado com os alunos do 1º ao 3º anos do Ensino Fundamental buscou-se alinhar as práticas motoras com os objetivos de cada ano que compõem o PPP. Além disso, realizou-se o trabalho interligado com as discussões realizadas em RPS entre os professores da sala regular, professores de Educação Física e equipe gestora para estruturar o desenvolvimento do trabalho com jogos e estímulos corporais. Tendo como base teórica Piaget, Wallon, Luria e Vygotski o trabalho está sendo desenvolvido paulatilamente e continuamente no último trimestre.

Em conversas pontuais e discussões em RPS's verificou-se avanço significativo na coordenação motora das crianças, influenciando positivamente nas questões de alfabetização. Sendo que, o trabalho terá continuidade no terceiro trimestre.    





Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


Os recursos audiovisuais em sala de aula.

Alessandro Santana

 EMEIEF Cora Coralina

A REDE EM RODA 2015
EJA II

Objetivo: Alcançar aprendizagem significativa com a utilização de recursos audiovisuais.
Trabalhar com recursos audiovisuais é uma maneira interessante de provocar o aluno a fazer descobertas e alcançar aprendizagem significativa.  Ao utilizar os cinco sentidos, o educando é capaz de fazer analises, comparações, subjetivar  e interpretar de formas diferentes. 

As aulas se tornam extremamente ricas, uma vez que o público alvo da EJA é heterogêneo, logo a percepção dos jovens e adultos, vindo de diferentes culturas, com diferentes modos de ver e sentir a vida se entrelaçam e tornam-se ainda mais significativas, com momentos de construção de conhecimentos e troca de experiências. Haja vista as dificuldades que os  alunos possuem em interpretar e visualizar os conceitos e atividades propostas em sala de aula, pois muitos estão afastados do ensino formal  há muitos anos ou abandonaram a escola por não se adaptarem ao tipo de ensino tradicional,   proponho aos educandos uma nova visão da utilização dos recursos que facilitam a interpretação dos conceitos trabalhados em aula, utilizando técnicas audiovisuais. 

Os recursos escolhidos podem ser: vídeos, músicas, celulares, objetos  antigos, objetos de pouco conhecimento do público que despertem curiosidade sempre contextualizados com os temas propostos. Por meio desses recursos trazemos o mundo para a sala de aula para problematizá-lo e analisá-lo a fim de construir conhecimentos.
 
Os resultados obtidos com este trabalho são supreendentes, pois os educandos  aprendem com maior facilidade os conteúdos trabalhados na medida em que vivenciam, pegam, sentem, ouvem  e mostram-se interessados e participativos nas aulas.




Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

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