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terça-feira, 16 de agosto de 2016

”O uso da literatura na construção da identidade surda”

Lúcia Aparecida França da Silva / Joice Garcia Goe e Daniela Cinquetti Martins 

EMEIEF Carlos Drummond de Andrade

A REDE EM RODA 2015 
Sala de recursos - Surdez    

Objetivos: 
Favorecer ao aluno surdo o autoconhecimento e identidade surda através da linguagem e literaturas, ampliando para o conhecimento do outro. Desenvolver aquisição de habilidades como: atenção, concentração, memória e raciocínio; Ampliar os movimentos, articulação dos sinais e vocabulário em LIBRAS efetivando a comunicação de forma fluente e proficiente; Utilizar a língua portuguesa na modalidade escrita na leitura de mundo.

Desenvolvimento do Trabalho: 
Durante o ano letivo, na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) de Surdez houve uma sequencia didática utilizando como base 4 livros da literatura infanto juvenil que foram apresentadas de várias formas: exploração visual dos livros, exibição no “power point” e leitura em Libras pela instrutora surda. Para a interpretação textual, houve a roda de conversa e confecção de um mural com materiais concretos, assim como a plantação e cultivo de margaridas, contemplando um dos contos, além de propostas com jogos e brincadeiras. Fizemos a árvore genealógica com fotos, para significar o grau de parentesco e as funções de cada pessoa pertencente ao núcleo familiar. Durante todo o percurso, seguimos os Eixos da Educação Especial determinados pelo MEC no contexto da SRM; eixos estes, atrelados aos objetivos do projeto e presentes nos planejamentos individuais dos alunos, realizados previamente. 

Resultado: 
Os alunos participaram efetivamente das atividades. 
Houve a ampliação de vocabulário permitindo um maior vinculo e diálogo entre eles, evidenciando o reconhecimento como pessoas surdas.  Identificaram e diferenciaram as pessoas do seu núcleo familiar e do convívio social. Isso foi observado em avaliações e registros individuais.






Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

REDESCOBRINDO POSSIBILIDADES , MEMÓRIAS SER E CONVIVER

Eliana de Assis Amaral e Silvia Aparecida Stolai da Silveira

CPFP João Amazonas

  EJA


O projeto “Dois em Um” Redescobrindo Possibilidades, significa que o projeto Memórias articulado com o projeto Ser e Conviver objetivam resgatar e refletir sobre a história de vida dos alunos da EJA, ampliando o conhecimento de si mesmo, e a partir desta ação, visualizar possibilidades e novas perspectivas de vida. 

Desta forma, o trabalho propiciará a valorização do aluno contribuindo com a autoestima, pois a partir das experiências vivenciadas e socializadas com o grupo contribuirá com o desempenho das aprendizagens deste sujeito no contexto escolar, assim como sua visão de mundo. Nesta perspectiva, resgatar as memórias mostra novas vertentes para a construção de novos ensinamentos.

O Projeto Ser e Conviver articulado com o Projeto Memórias objetivam formar cidadãos conscientes, realizados, felizes e plenos; de acordo com o seu potencial, cada um de acordo com seus interesses e habilidades,  dentro do seu tempo construirão o seu próprio caminho possível.



A REDE EM RODA 2015
Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO HOSPITALAR E DOMICILIAR

Adriana Aparecida Mafra da Silva e Solange Lima Serafim da Silva 

CPFP João Amazonas 

ATENDIMENTO PEDAGÓGICO HOSPITALAR E DOMICILIAR – DESAFIANDO OS LIMITES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL


Este trabalho tem o propósito de evidenciar a prática da Educação Especial em ambientes não formais de ensino, como o hospital e o domicílio, mas que são possíveis apesar de todos os prognósticos desfavoráveis á aprendizagem.

Compartilharemos o atendimento de uma aluna de sete anos, hospitalizada há quase quatro anos em uma UTI pediátrica em Santo André. Frente a todas as questões que envolvem esta aluna, há de se fazer o possível para ampliar seus conhecimentos, sendo necessário trazer o mundo até ela por meio de atividades lúdicas e prazerosas que quebrem um pouco o sofrimento de um ambiente hostil ao que aluna vivencia, explorando suas habilidades e estimulando uma vivencia de rotina escolar.




A REDE EM RODA 2015

Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Organização da rotina na Sala de Recursos Multifuncional

Professora Kelen Cristina Silveira Santos
EMEIEF Professora Maria da Penha de Almeida Manfredi

Sala de Recursos Multifuncionais

Objetivos:
  • Apresentar a organização da Sala de Recursos Multifuncional na rede de Santo André;
  • Explorar as possibilidades de trabalho com os alunos com deficiência na SRM;
  • Apresentar a organização da rotina na SRM.

Organizar a rotina nos atendimentos da SRM é de suma importância, pois é um objetivo e uma estratégia. Um objetivo, pois a rotina organizada e estruturada otimiza o tempo, facilita a organização de uma prática didática variada, que atenda as necessidades de aprendizagem de todas as crianças, organiza as crianças na medida em que antecipamos o que iremos fazer, diminuído a ansiedade do inesperado. É uma estratégia, pois com a apresentação/construção da rotina trabalhamos comunicação alternativa ou aumentativa, leitura, identificação de imagens, figuras e objetos, autonomia no ambiente escolar, conceitos como antes, agora e depois.

Para a organização da rotina usei neste, primeiro semestre, três modalidades organizativas: atividades permanentes, sequenciadas e independentes. Ao apresentar estas atividades e a relação das mesmas com o desenvolvimento das crianças demonstro as possibilidades de trabalho com estes alunos que podem ser estendidos para a sala regular, sendo assim uma parceria que irá contribuir com o sucesso do trabalho.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Caixa surpresa, trabalhando com os sentidos

Professora Nilceia Datori Barbosa
Creche Henfil

É uma atividade direcionada ao berçário e chama-se "caixa surpresa, trabalhando com os sentidos". A ideia desta atividade ocorreu devido ao próprio planejamento, tendo em vista a necessidade de atingir alguns objetivos que são cruciais para esta faixa-etária (3 meses à 1 ano e sete meses). Esta atividade, além de chamar a atenção das crianças, contempla vários objetivos ao mesmo tempo, que são: desenvolver a percepção visual, auditiva, tátil, estimular a fala e trabalhar com uma questão muito importante nesta fase, que é o início da socialização, tanto de objetos e brinquedos como dos colegas.

Esta atividade consiste em uma caixa decorada com vários objetos, que podem variar de acordo com os objetivos. Dentro da caixa coloquei objetos com formas, texturas, pesos e cores diferentes. Também coloquei algumas garrafinhas coloridas, outras com água e miçangas e algumas somente com miçangas, causando diferentes efeitos sonoros. A atividade inicia aguçando a curiosidade das crianças em saber o que há dentro da caixa. Em seguida os objetos são distribuídos um a um, mostrando, perguntando, nomeando e explicando sua utilidade. Após todas as crianças ter em mãos e explorar seu objeto, o educador interveem propondo trocas, mas sempre respeitando o tempo de cada uma.


O verdadeiro sentido da Inclusão

Professora Suzane Oliveira Machado
Creche Monteiro Lobato

Nossa protagonista
Quando assumi a sala logo percebi que teria um grande desafio. Pois nunca tinha trabalhado com uma criança surda. A aluna era extremamente agressiva, gritava o mais alto que podia, ou seja, dominava a sala. Em alguns momentos chegava até a “fugir” do grupo. Não conhecíamos LIBRAS utilizávamos sinais sociais, não havia uma comunicação efetiva, parecia que não nos entendíamos nunca. Depois de pesquisar muito resolvi conversar com a equipe e juntos elaboramos vários planos de ação.

Exploramos diariamente a linguagem de sinais LIBRAS através de contação de histórias, parlendas, explanação da rotina, envolvendo assim todos os alunos. Esta experiência relatou que é possível o desenvolvimento de várias atividades para a integração do grupo destacando o aprendizado e os desafios da inclusão.

Tivemos como objetivo envolver o grupo de crianças nas mais diferentes dinâmicas para elucidar o trabalho de incluir sem excluir na ampliação de novas possibilidades.


Interação com os colegas

Nosso grupo

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Sentindo a história

Professora Neiva S. Mazzoni e Karina Vielmas
EMEIEF Professor Nicolau Moraes Barros

Educação Infantil e Ensino Fundamental

Contação de História e a exploração dos diferentes sentidos

Objetivos:
  • Proporcionar uma experiência sensorial;
  • Refletir sobre a inclusão de alunos com cegueira e outras deficiências na sala de aula;
  • Apresentar uma forma de contação de história por meio da exploração de diferentes sentidos, fornecendo recursos pedagógicos que viabilizem a aprendizagem.

Inicialmente, foi solicitado aos participantes que colocassem vendas nos olhos para que a visão não fosse o principal sentido a ser utilizado e, assim, pudessem vivenciar a experiência com outros sentidos.

Com o desenrolar da história, os participantes sentiram aromas e ouviram sons, tais como: músicas, instrumentos musicais e outros efeitos sonoros.

Ao final, os participantes puderam descobrir como foram produzidos os sons e quais essências aromáticas foram utilizadas.