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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Tchau fraldinha: campanha para o uso do banheiro

Denise Monteiro da Costa Lofeu, Caroline de Vasconcelos Mateus Maciel e Leila da Silva Cabral

CRECHE HEITOR VILLA LOBOS

A REDE EM RODA 2016
1º Ciclo Inicial 

A criança quando possui aproximadamente dois anos começa a conquistar maior segurança nos movimentos motores, autonomia ao falar e a controlar o esfíncter, avisando que quer fazer xixi e cocô passando mais horas com a fralda seca. Desta maneira deve ser apoiada pela escola, realizando o trabalho em parceria com a família. Com este projeto pensamos em estratégias para que esse momento seja feito de forma tranquila e lúdica.

Tendo como objetivos: estimular a retirada de fralda dos alunos respeitando o desenvolvimento de cada um, compreender o uso de fraldas e do banheiro em situações que explorem essa vivência, entre outros. Entre as estratégias utilizamos conversas sobre o assunto utilizando uma boneca, explicando procedimentos necessários para troca de fraldas e utilizando materiais próprios para a higiene, assim como visita ao banheiro em pequenos grupos; apoio de livros paradidáticos que abordam temas relacionados como o uso do banheiro; a música do (a) sapo (a) que usava cueca e calcinha e confecção de cartaz da campanha e também buscamos parceria com as famílias através da discussão de um texto e repassando o projeto para que fossem envolvidas.
Como produto final foi construído junto com as crianças o painel que é um varal de calcinhas e cuecas, demonstrando a evolução da autonomia das mesmas.

Hoje o resultado é construído gradativamente e é possível observá-lo através da mudança de comportamento. Ainda temos crianças que utilizam fralda, alguns iniciaram recentemente na Unidade e outros a parceria com a família precisa se intensificar. O que é gratificante é ver que o assunto permeia diariamente em nossa rotina, seja trazido pelas educadoras ou mesmo pelas próprias crianças, através das conversas, brincadeiras e nas rodas de música.


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

O Gigante da Floresta

Patricia de Moura Rosa da Silva, Karine de Cassia Pereira dos Santos, Alexandra de Jesus Vieira Campos

CRECHE HEITOR VILLA LOBOS

2º Ciclo Inicial da Educação Infantil

A proposta de trabalho teve diversos objetivos, sendo estes: sensibilizar as crianças para o cuidado com a natureza, trabalhar vários conteúdos através das letras das músicas do CD (animais, metamorfose, germinação, ritmos de músicas, queimada das árvores, etc.) e estimular a formulação de hipóteses. 

Considerando que estamos num momento em que trabalhar questões ambientais é primordial, devido à preocupação com os recursos naturais e este aprendizado deve se iniciar desde cedo de forma lúdica e encantadora, trabalhamos com uma história verídica retratada pela Turma do Cocoricó no CD chamado "O Gigante da Floresta" de Helio Ziskind em que através de 19 canções é narrado o percurso da turma/personagens contextualizando os desde o inicio de sua história até chegarem ao local que de fato ocorreu à tragédia de uma grande árvore (Jequitibá). Esta por sua vez, nascida em Carangola no Estado de Minas Gerais que foi incendiada e quase morreu. 
Cada letra da música, trazia um aprendizado diferenciado, que possibilitou a  oportunidade de se trabalhar na abordagem de vários conteúdos e também ao encantamento de envolver as crianças no dilema do Gigante. Até a canção de número 14 as crianças estavam imaginando quem seria este gigante, o que acabou sendo desvendado apenas na canção seguinte.  


Consideramos que este projeto tem superado a cada etapa nossas expectativas, pois, as famílias se envolveram nas propostas demonstrando assim como as crianças, a grande curiosidade em descobrir quem era o “gigante”, trazendo em seus relatos orais os questionamentos que as crianças faziam em suas casas, bem como, vivendo juntamente com seus filhos, o sofrimento do personagem. 

O processo de finalização será o plantio do nosso Jequitibá e o compromisso de cuidarmos da natureza.




A REDE EM RODA 2015
Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Bichonário

Nádia Gonçalves, Maira Andrade Garcia, Elise Fatima Wiebbelling e Jessica de Lira Rubio 

Creche Heitor Villa Lobos

1ºciclo final

O objetivo deste trabalho é criar um ambiente escolar que promova ações e situações reais, concretas que desperte o interesse do aluno sobre os animais por meio de investigações, oportunizando o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias nesta fase, como também incentivar para a construção do processo de leitura e escrita.

No ano de 2015 nossa creche escolheu como tema para nomear as salas “Animais de zoológico”, e nossa sala foi nomeada como “Arara”. Partindo deste contexto fizemos uma sondagem com os alunos para saber quais animais de zoológico conheciam e constatamos que conheciam poucos, em geral só os de grande porte, então decidimos desenvolver um projeto que os aproximassem deste conhecimento. Devido a fase de interesse e descoberta dos alunos com relação ao nome próprio decidimos associar as letras do alfabeto aos animais de zoológico. Como não conseguiríamos contemplar todas as letras com os animais existentes usamos também animais em extinção.

De início exploramos bastante a arara, por ser o animal tema de nossa sala  em seguida trabalhamos cada semana um animal. Exploramos as características dos animais, assistimos a vídeos, visualizamos fotos, trabalhamos histórias que envolviam os animais, desenhos infantis, músicas, brincadeiras, etc., e também trabalhamos a construção do nosso Bichonário, enfatizando a letra de cada animal e construímos um trabalho manual de cada bicho para finalizar a semana. Sendo assim, contemplamos as diferentes áreas de conhecimento de modo interdisciplinar. A cada dia somos surpreendidas com crianças reconhecendo letras em diferentes suportes por toda a escola e recebemos relatos das famílias sobre o interesse dos alunos pelas letras e pelos animais também fora do ambiente escolar.  



A REDE EM RODA 2015
Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

ROTINEIRAMENTE - como trabalhar a rotina diária na Creche

Cilene de Souza Goes, Débora Cristiane dos Santos Pasito, Emillyn Rosa e Sheila Aparecida Corrêa Silva

Creche Gonzaguinha, Creche Jd. Alzira Franco, Creche República Italiana e Creche Heitor Vila Lobos

Educação Infantil, do berçário ao segundo ciclo

       
O trabalho com a rotina tem como objetivo proporcionar estabilidade e segurança às crianças, maior facilidade na organização espaço-temporal, além de minimizar o sentimento de ansiedade, tão comum nos dias de hoje.
       
Ela deve ser pensada a partir do planejamento pedagógico, respeitando as características das crianças.
       
A creche é um espaço de aprendizagem e deve contemplar muitas propostas de trabalho, garantindo o cuidar e o educar. Uma rotina planejada e respeitada garante um trabalho de qualidade, permitindo reflexões e ajustes constantes, a fim de enriquecer o dia-a-dia.
       
Uma recepção acolhedora..., um café da manhã saboroso..., atividades significativas..., brincadeiras envolventes...,momentos de descanso...,lanche da tarde..., situações diferenciadas..., ambiente participativo...,entre outros, fazem a diferença, e com certeza teremos cidadãos que tornarão nosso futuro melhor!





A REDE EM RODA 2015
Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

domingo, 7 de dezembro de 2014

Projeto Sensações

Professora Denise Costa Lofeu
Creche Heitor Villa Lobos

1º ciclo Inicial

Observou neste grupo de alunos muita curiosidade e vontade de se expressar quando se encontraram envolvidos por materiais diversos entre eles a tinta, e assim, o Projeto “Sensações” foi planejado com o objetivo de permitir a descoberta de inúmeras sensações que se tornam únicas ao serem sentidas por indivíduos diferentes, produzindo o despertar da criatividade e imaginação.

As estratégias utilizadas foram marcadas por atividades de: Roda de conversa, Descubra se puder, Experiências, Pintura com giz de lousa, Colagem de recortes de revistas rasgados com as mãos, Pintura sobre cordão, Pintura sobre plástico bolha.

Através do Projeto “Sensações” os alunos tiveram a oportunidade de explorar materiais diversos, ampliando a capacidade de expressão e conhecimento sobre o mundo. Ao manipular materiais, sentir o gosto, cheiro, sons... os alunos demonstraram através das expressões exercitar os sentidos, descobrindo formas, cores, tamanhos.

Foi possível identificar com o produto final avanços dos alunos, quanto a dosagem da quantidade de tinta, a firmeza no traçado, a garatuja ordenada, o repertório de sensações adquirido ao perceber as diferenças entre as texturas.

Xerifes da Natureza

Professora Nádia Gonçalves
Creche Heitor Villa Lobos

1º Ciclo Final

No início do ano letivo houve um grande interesse dos alunos pelo livro “O Mundinho”, então decidimos trabalhá-lo construindo um “livrão”, usando o texto original da autora e ilustrações feitas pelo grupo coletivamente através de diferentes composições plásticas.

Durante a construção trabalhamos os conceitos meio ambiente e do universo, além do esquema corporal, características pessoais e individuais. Objetivo era que o resultado fosse a mudança de comportamento dos alunos com relação à preservação do meio ambiente, assim tivemos a ideia do Xerifes da Natureza.

Para o desenvolvimento dos projetos, iniciamos trabalhando os 3R (Reciclar, Reduzir e Reaproveitar), no decorrer do ano, diariamente o "xerife" era sorteado e tinha a responsabilidade de auxiliar em casa e na escola, a separar a reciclagem, fiscalizar alunos, funcionários e familiares quanto a redução de consumo de água e energia elétrica, cuidados com plantas, animais e preservação do meio ambiente de modo geral. Para finalizar o projeto cada criança recebeu um certificado de xerife da natureza, uma medalha e uma foto lembrança.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Significando olhares na Educação Infantil

Professoras (APS) Cilene de Souza Goes, Débora Cristiane dos Santos Pasito e Sheila Ap. Correa Silva
Creches Gonzaguinha, Professor Manoel Campestrini e Heitor Villa Lobos

Berçário ao 2º Ciclo

Através do “brincar” o professor/educador é convidado a perceber e ressignificar seu “olhar”. O lúdico propicia um amplo leque de situações onde esse olhar deve estar focado e se tornar um instrumento de ampliação de possibilidades que ajudarão no pleno desenvolvimento do educando.


Ver e Olhar. Será que existe essa diferença?

Ao perguntar a alguém se existe alguma diferença entre Ver e Olhar, certamente ouviremos que não; que Ver e Olhar são sinônimos. E de fato são. Entretanto, mesmo sendo sinônimos, existe diferença entre a ação de Ver e de Olhar.

Ouvimos muito, mas pouco escutamos; vemos muito, mas pouco olhamos. Quando paramos para olhar algo, devemos nos despir de todo e qualquer preconceito, conceito ou pré-conceito; devemos estar abertos ao que iremos presenciar, pois é através do olhar que percebemos o imperceptível.


"Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo,
e o mundo aparece refletido dentro da gente".
Rubem Alves