Mostrando postagens com marcador EMEIEF Augusto Boal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EMEIEF Augusto Boal. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Projeto Olímpiadas: O esporte muito além do competir.

Adriana Costa Battella, Alexandre Costa Carraro, Andre Luis Morais Batista, Ailton Fiori, Edmilton dos Santos Silva, Everton Sibinel Silva, Luciana Dias Fiori, Maxwell Thiérri Machado dos Santos e Sandra Aparecida Faustino.

EMEIEF Augusto Boal, EMEIEF Cidade Takasaki, EMEIEF Eufly Gomes, EMEIEF Maria da Penha Manfredi e EMEIEF Tarsila do Amaral.

A REDE EM RODA 2016
Do Infantil ao Fundamental

O objetivo é trabalhar  conceitos referentes ao espírito dos jogos olímpicos baseado nos valores que norteiam nossa sociedade no que diz a respeito a competitividade e  aos próprios valores que podem ser desenvolvidos. Consiste em desenvolver  atividades práticas e teóricas paralelamente, levando  todos a  buscar  conhecimento,  através dos jogos olímpicos.

Na parte teórica, o histórico, os valores, a biografia, o resgate da vivência através de produção de texto, a confecção e construção de materiais, o trabalho com a  matemática através da estatística e da construção de  gráficos, a geografia através do conhecimento  dos países participantes ,  a informática com a apresentação de vídeos e o significado dos arcos olímpicos .

A parte prática será trabalhada com a vivência nas aulas de educação física e a competição como forma de estimulo e socialização destas vivências envolvendo um trabalho entre EMEIEFS, constituindo o primeiro Inter EMEIEF da rede municipal de Santo André.


Os alunos demonstraram interesses pessoais e afinidades por determinadas modalidades que até então eles não conheciam, houve um aumento considerável da auto estima, da cultura corporal, da responsabilidade, do empenho para com os horários e dias de treino.

 


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quarta-feira, 25 de maio de 2016

INCLUSÃO NA SALA DE AULA

Michelle de Barros da Silva

EMEIEF Augusto Boal

5º Ano

O objetivo da Educação Inclusiva é garantir que todos os alunos com ou sem deficiência participem na escola e na comunidade. O foco do trabalho foi incluir e contribuir com o desenvolvimento do aluno com deficiência  e ao mesmo tempo buscar garantir a aprendizagem da turma, todos aprendendo a lidar com os desafios que a nova situação nos coloca.

Iniciamos com a turma a acolhida do aluno, com a intenção de conhecê-lo melhor e buscar estratégias para desenvolver um bom trabalho. A sala, a professora e a estagiária passaram por um momento de desestabilidade, no qual a turma demonstrou fragilidade, diante desse novo desafio.

Após esse primeiro contato, descobrimos novos caminhos que possibilitaram um trabalho de parceria e efetiva inclusão. No momento de planejar os conteúdos de sala de aula, a professora com auxilio da estagiária e parceria com o grupo de alunos, adaptava as atividades para atender as necessidades do aluno, sempre respeitando e entendendo o limite do dele.

Graças ao apoio de todos os envolvidos desde a direção, os alunos, a estagiaria, a professora e a família do aluno, ele superou as expectativas. O grupo se envolveu e contribuiu com a confecção de livros adaptados para deficiência visual, houve mudança de posturas, acrescentou valores, desenvolveu a sensibilidade das crianças e construiu no grupo um olhar inclusivo. Avaliamos que os objetivos estabelecidos foram atingidos superando as nossas expectativas iniciais.



 A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

            




ESCOLA DE PAIS

Milene Biajoli

EMEIEF Augusto Boal

5° Ano

Tendo como objetivos desses encontros a integração da escola e família, de estimular a família a acompanhar o desenvolvimento da aprendizagem do aluno e acima de tudo dotar a família de conhecimentos teórico-práticos capazes de subsidiar o acompanhamento escolar do aluno, conscientizando os pais/responsáveis de seu papel de educadores.

Desenvolvimento do trabalho:
Esse projeto é embasado em vivências pessoais e profissionais, e teoricamente alicerçado com trabalhos desenvolvidos pelo Cortella e dois livros “As Cinco Linguagens do Amor da Criança”..... e “No Mundo da Lua”, de Paulo Matos. De acordo com Cortella, a família é que deve se ocupar da educação, porém uma parcela dos pais está perdida.  Quando chega à escola, o aluno se depara pela primeira vez com um ambiente com regras, daí explica-se parte do conflito. A Escola de Pais objetiva ser uma forte aliada da educação dos filhos. Pais e escola devem estar alinhados em suas atitudes, tendo objetivos comuns. Devem, portanto, compartilhar o mesmo ideal, pois só assim, realmente estarão formando e educando, superando conflitos e dificuldades, proporcionando ao educando, um caminho livre para a aprendizagem efetiva. A programação da Escola de Pais está estruturada em encontros que ocorrerão ao longo do ano letivo, com duração de uma hora e meia em cada encontro. As reuniões deverão conter interação entre pais e organizadores, interligando a teoria e a prática da educação cotidiana.

Resultados obtidos ou esperados:
Com esse projeto estamos conseguindo aumentar gradativamente a participação nas reuniões com pais. Consideramos que a reunião não pode ser apenas um momento de informes, mas também um espaço de acolhimento, sem “deixar toda a bola” da responsabilidade pelas crianças para o professor. E, já podemos perceber 

 A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Jogos cooperativos

Professores Adriana Costa, Ana Carolina Nogueira e Célio Santos
EMEIEF Augusto Boal, EMEIEF Vinícius de Moares, EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

Atividade realizada na EMEIEF Professor Darcy Ribeiro, onde apresentamos atividades relacionadas aos jogos cooperativos. Com objetivo dos jogos serem trabalhados com os alunos nas aulas de Educação Física. Os Jogos Cooperativos desenvolvem vários valores sociais, tais como: Construção de uma relação social positiva; Empatia; Cooperação; Comunicação; Participação; Autoestima; Alegria.

Segundo Brotto (2001) nestes jogos, chamados cooperativos, é importante deixar claro para todos os participantes que: não há seleção dos melhores porque cada um é vital para o jogo do momento, não há primeiro nem último lugar porque o lugar que ocupamos é nosso lugar comum, não há vencedores nem perdedores porque jogamos para 'VenSer', para vir a Ser quem somos plena e essencialmente, não há adversários porque somos todos parceiros de uma mesma jornada, não há troféus, medalhas ou outras recompensas porque já ganhamos tudo o que precisávamos ter. Para saber que a verdadeira conquista é poder continuar jogando uns com os outros, ao invés de uns contra os outros. Aprende-se a considerar o outro que joga como um parceiro, e não como adversário, fazendo com que a pessoa aprenda a se colocar no lugar do outro, e não priorizar seu lado, resultando assim na ação de aceitar todos como são verdadeiramente. Nos jogos cooperativos o maior prêmio é a alegria!!


Doze dias, doze minutos

Professora Cleide Gonçalves Silva
EMEIEF Augusto Boal

2º ano Ensino Fundamental

No segundo trimestre iniciou-se um trabalho baseado no livro "Doze Dias, Doze Minutos", de Celso Antunes, que teve utilização de jogos, confeccionados com materiais simples, como estratégia para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático dos alunos.

Através deste, foram desenvolvidas as habilidades básicas necessárias à resolução de problemas, ao cálculo mental e às técnicas operatórias simples, que possibilitaram a aprendizagem de maneira lúdica e prazerosa, pois como destaca Antunes “os estímulos procedimentais não substituem estímulos experimentais, mas estes também não substituem aqueles. Ambos são imprescindíveis”, e isso foi vivenciado na rotina da sala.