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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Projeto eu, você e o mundo

Carin Gorescu Caldeira / Cláudia de Nardi

Creche Professora Laura Dias Camargo

1º Ciclo Final

Objetivos:
Favorecer o desenvolvimento da percepção de si mesmo e do outro a partir de imagens dos rostos e intervenções com o corpo; Trabalhar a noção da diversidade e valorizar  as características individuais de cada criança; Valorizar  a importância do coletivo e das relações com os amigos; Aumentar a noção de pertencimento a um grupo e a importância dos combinados para o bom desenvolvimento das relações; Conhecer os artistas de referência desse projeto bem como algumas de suas obras; Conhecer e utilizar diversas técnicas de manifestação das artes plástica (colagem, pintura, fotografia, adesivagem, maquiagem, construções e intervenções tridimensionais) e as sensações das cores; Montar um painel com as obras e intervenções desenvolvidas pelas crianças para exposição.

Desenvolvimento:
Apresentação das obras dos artistas; Realização de rodas de conversa sobre a percepção das faces, similaridades e diferenças individuais; Montagem de fotos de frente e de perfil com escolha dos materiais; Realização de atividades de colagem, desenho e pintura usando as imagens das faces, diferentes materiais e cores; Modelagem com massinha, desenho no espelho e em outros suportes para desenvolvimento da percepção do rosto, do corpo e suas partes; Apresentação da obra da Tarsila do Amaral - Operários; Montagem e pintura da releitura da Obra da Tarsila, usando a creche como fundo; Trabalho com as sensações das cores, usando o corpo como suporte e elaboração de esculturas e intervenções tridimensionais.

Resultados Esperados:
Ampliar a percepção de si mesmo e do outro, assim como das diferenças e semelhanças individuais e a noção de pertencimento ao grupo; Ampliar o repertório artístico das crianças para desenvolver maiores possibilidades de expressão e criação.



A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


     

Trabalho em Equipe - "Juntos somos mais"

Renata de Souza Mazzotti /  Sabrina Cervi Ravagnolli Chauh

Creche Prof. Jorge Guimarães L. da Costa -  Anexo Sítio dos Vianas

2º ciclo Inicial e Final

Objetivos:
Estabelecer parcerias de trabalho; Incentivar a participação dos funcionários nos processos de gestão escolar; Estabelecer um clima saudável no ambiente escolar.

Desenvolvimento doTrabalho:
Trabalhar em equipe significa criar um esforço coletivo para resolver um problema.
Nosso problema era o lixo depositado de forma irregular na lateral da Creche, assim demos inicio ao Projeto Coletivo da Creche – “Nosso Lixo”.
Colaborando com ideias cada funcionário se empenhou estabelecendo parcerias a fim de amenizar o problema. Esse projeto fez o grupo estabelecer vínculos afetivos e contribuiu para outros projetos desenvolvidos na Creche, tornando os funcionários mais participativos.
        
Os funcionários começaram a se envolver nos momentos de atividade coletiva da Creche como: Dramatização de histórias, Dia da Beleza e outras situações de aprendizagem.
Acreditamos que professores, funcionários, diretores, assistentes pedagógicos, coordenadores ... são todos educadores com funções distintas, mas de mesma importância.

Para isso, os funcionários, conscientes de seu papel de educadores, construíram uma nova identidade profissional, no qual contribui para a qualidade da educação. 
Todos unidos por um só objetivo com metas coletivas. 


A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Momento Coletivo: Interação de diferentes idades

Angélica de Lourdes Furtado e Luciana de F. da Silva Rondina

Creche Prof. Jorge Guimarães Lopes da Costa

Educação Infantil - 1º e 2º ciclo

Objetivo: Desenvolver e ampliar a interação entre as crianças de diferentes idades, e respeitando as diferenças e o desenvolvimento das atitudes cooperativas.

Desenvolvimento do trabalho:
O momento coletivo realizado na Creche Prof. Jorge Guimarães Lopes da Costa, acontece quinzenalmente envolvendo as crianças de todos os ciclos (berçário, 1º ciclo inicial, 1º ciclo final e 2º ciclo inicial) com atividades planejadas pelos professores com a participação dos Adi’s (Agente de desenvolvimento infantil) da Unidade Escolar.
Buscamos atividades desafiadoras, promovendo o conhecimento do mundo por meio de experiências sensoriais, expressivas, corporais que possibilitem movimentação ampla, expressão da individualidade e respeito pelos ritmos e desejos das crianças.

Resultados obtidos:
Os resultados desses momentos foram mais do que o esperado, a interação das crianças e dos adultos possibilitou a aprendizagem de novas formas de brincar e a compreensão e apropriação das diferentes linguagens.


A REDE EM RODA 2015

Educação, Tecnologias e Inclusão Digital
Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil








segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Folhetim: uma criação coletiva ampliando universos culturais

Assistente Pedagógico Edson da Silva
Creche Parque Andreense

Educação Infantil

Objetivos:
  • Comunicar os fazeres das crianças, jovens e adultos;
  • Ampliar a visibilidade das ações e saberes construídos na coletividade;
  • Registrar a memória coletiva na história da cidade.

Uma simples ideia que surgiu do desejo de comunicar os fazeres das crianças, jovens e adultos. A criação de uma publicação em que a palavra, a fotografias, o desenhos sejam a memória em gestos poéticos, o registro do cotidiano em dias mais felizes.


Alguns resultados:
  • Espaço permanente para a participação de todos;
  • Cultura de leitura e escrita da realidade vivida;
  • O reconhecimento das famílias sobre o trabalho pedagógico realizado no CESA;
  • Prática em compartilhar os fazeres e projetos;
  • Contribuição para a memória local e da cidade.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Música no Berçário

Professora Walkiria de Oliveira da Costa
Creche Professor Máximo Manssur

Berçário

Ao iniciarmos o ano letivo nos defrontamos com a importância do período de adaptação à creche, momento em que as crianças passam a criar novas relações afetivas, que possibilitam a construção de uma visão mais ampla do mundo social.

Neste contexto, cabe à escola e aos profissionais que nela atuam um esforço coletivo, para que tanto os pais quanto as crianças se sintam seguros, acolhidos e demonstrem prazer em dividir momentos com todos que estejam ao seu redor. Sendo assim, propus na rotina da creche algumas atividades lúdicas, entre elas, a cantiga de roda. A musicalidade, os sons dos instrumentos ou sons que conseguimos produzir com o nosso corpo, fizeram com que as crianças do berçário interagissem umas com as outras, trabalhando assim diferentes áreas do desenvolvimento infantil, entre elas a oralidade, afetividade e a motricidade.

Ao término do semestre conseguimos ampliar o conhecimento musical das crianças, o contato com diferentes ritmos, sons, movimentos e finalizamos essa etapa do trabalho com uma apresentação na festa junina, prestigiados pelos pais, que se mostraram orgulhosos com o desenvolvimento de seus filhos.

Atividades Coletivas na creche: é possível?

Professoras Milene Pereira Martins Franchi, Carla da Silva Cuerva Valincius e Maria Ignêz Mazzaro da Costa Longo
Creche Paranapiacaba

Berçário, 1º Ciclo Inicial e 1º Ciclo Final

A Creche Paranapiacaba está inserida em uma pequena comunidade turística, ao pé de um morro e com um clima bem atípico. Conta apenas com três salas de aula, um pátio pequeno e o parque que fica em outro prédio fora da Creche. Todos os alunos frequentam o período integral. Ao refletirmos sobre o espaço e o cansaço desses alunos no período da tarde, chegamos à conclusão sobre a necessidade de planejarmos atividades coletivas e diversificadas, nas quais seriam garantidos o cuidado, a socialização, o desenvolvimento cognitivo, ético, moral e o bem estar de nossas crianças.

Nosso projeto leva em consideração os aspectos climáticos da Vila, o espaço físico restrito e a riqueza histórica de Paranapiacaba. Sendo assim, utilizamos no dia-a-dia diferentes locais para concretizarmos nossas atividades coletivas, tais como parque externo da creche, parque de areia da Vila, parque do Clube Lira e as diversas áreas verdes que a Vila nos proporciona. Dessa forma desenvolvemos ações como Contação de História com fantoches, Caça ao Tesouro, Circuitos diversos, e o Dia de Quem Cuida de Mim, projeto que enfatiza a importância da família na escola. Por trabalharmos em um lugar tão distante e com características tão peculiares, achamos importante que a Rede conheça a rotina e os projetos desenvolvidos em nossa creche, mostrando que tudo é possível quando se trabalha em equipe!

Xerifes da Natureza

Professora Nádia Gonçalves
Creche Heitor Villa Lobos

1º Ciclo Final

No início do ano letivo houve um grande interesse dos alunos pelo livro “O Mundinho”, então decidimos trabalhá-lo construindo um “livrão”, usando o texto original da autora e ilustrações feitas pelo grupo coletivamente através de diferentes composições plásticas.

Durante a construção trabalhamos os conceitos meio ambiente e do universo, além do esquema corporal, características pessoais e individuais. Objetivo era que o resultado fosse a mudança de comportamento dos alunos com relação à preservação do meio ambiente, assim tivemos a ideia do Xerifes da Natureza.

Para o desenvolvimento dos projetos, iniciamos trabalhando os 3R (Reciclar, Reduzir e Reaproveitar), no decorrer do ano, diariamente o "xerife" era sorteado e tinha a responsabilidade de auxiliar em casa e na escola, a separar a reciclagem, fiscalizar alunos, funcionários e familiares quanto a redução de consumo de água e energia elétrica, cuidados com plantas, animais e preservação do meio ambiente de modo geral. Para finalizar o projeto cada criança recebeu um certificado de xerife da natureza, uma medalha e uma foto lembrança.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Inventariando as Árvores da Escola

Professoras Catarina Ap. Molero Loverra e Rejane M.S. Lins
EMEIEF Professor José do Prado Silveira

Educação Infantil e Ensino Fundamental

Temos na Unidade Escolar um espaço verde bem vasto, com uma grande variedade de árvores, muitas destas, frutíferas, variando de 15 a 25 anos de idade, as quais foram plantadas anos atrás, por alguns moradores, vizinhos da escola. Consideramos um patrimônio valiosíssimo para esta nova geração escolar que ainda não tinha se apropriado das diversas espécies existentes.

Nosso objetivo principal, portanto, seria catalogar as árvores, deixar registrado sistematicamente para futuras consultas. Resolvemos, então, produzir um livro: contando a história das árvores, através da entrevista com os moradores que as plantaram. Incluímos ficha de identificação das árvores e o relato coletivo de cada turma sobre o que observaram e aprenderam no decorrer do projeto.

Em 29 de novembro publicamos o livro, com manhã de autógrafos. Homenageamos os moradores que as plantaram, a comunidade escolar pode passear pelo espaço, conhecendo um pouco de cada uma.

Além da publicação do livro, alcançamos outros objetivos didáticos perceptíveis em nossos alunos:

  • observar, cuidar e apreciar a natureza;
  • ser responsável com o espaço escolar;
  • valorizar a memória local;
  • aprender com os mais velhos;
  • levantar hipóteses; investigar;
  • realizar pesquisas;
  • fazer registros (do desenho ao convencional, de acordo com a faixa etária);
  • conhecer diversos gêneros textuais (entrevista, poesias, relatos e ficha de identificação das árvores).

Oralidade

Professoras Adriana Moda Sacutari e Sonia Andreia Ferreira Menezes
EMEIEF Comendador Piero Pollone

Visando estimular a oralidade, a troca de experiências e o respeito entre os alunos, pensou-se na atividade permanente “Compartilhar”, que resgata a história dos alunos por meio dos objetos trazidos por eles.

Apresentamos um Power Point com os materiais, os relatos dos alunos e, além disso, compartilhamos nossa história pessoal através de álbuns de fotos que foram manuseados por todo o grupo de alunos.

Percebemos que o grupo compreendeu a proposta e também elogiou pela devolutiva que recebemos.

Linguagem Oral e Comunicação

Professora Eliane Cristina U. Enumo
EMEIEF Professor Paulo Freire

2º Ciclo Inicial - Educação Infantil

Objetivo: Destacar a importância do desenvolvimento da oralidade na Educação Infantil, considerando que a aprendizagem é um processo em constante construção e modificação.


A professora Eliane realizou um trabalho com seus alunos da Educação Infantil, para desenvolver a oralidade das crianças.

Segundo ela, isso é de extrema importância pois é através das palavras que a criança expressa seu entendimento sobre as coisas e o mundo, expressa suas emoções, sentimentos, se comunica com o mundo e se socializa.

Desenvolve com os pequenos um trabalho estimulando-os a exporem suas ideias e opiniões a respeito das coisas e do mundo, através da construção coletiva de histórias tomando como ponto de partida suas próprias criações: desenhos e fala.

Organiza esse trabalho elaborando livros, registrando o que cada criança relatou durante as atividades realizadas como: brincadeiras, passeios, conversas, desenhos, atividades que despertam também a curiosidade e o interesse das crianças pela leitura.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Aprendendo a jogar e jogar para aprender

Professora Claudia Rebeca Kielblock Ferreira Pereira
EMEIEF Salvador dos Santos

2º ano - Ensino Fundamental

Socialização de jogos confeccionados pela professora Rebeca para uso em sua classe.

Serão apresentados: jogos de percurso e tabuleiro com adaptações voltadas para o desenvolvimento dos alunos.Os jogos foram confeccionados em parceria com a turma.

Segundo Piaget (1975), através do jogo as crianças constroem o conhecimento sobre o mundo físico e social, desde o período sensório-motor até o período operatório formal. O jogo pode ser definido como “o conjunto de atividades às quais o organismo se entrega principalmente pelo prazer da própria atividade” (Kami e Devries, sd, p. 29).

Posse responsável

Professora Adriana Souza dos Passos Viana
EMEIEF Tarsila do Amaral

O ponto de partida do nosso trabalho foi o projeto coletivo da escola chamado Semeando Valores, que traz como tema das discussões os valores, as atitudes e ações de cidadania. De outro lado, a Educação Infantil necessita trabalhar temas que sejam de interesse dos alunos, assim a temática Bichinhos de Estimação é bastante significativa para eles, já que um bichinho de estimação requer cuidados, atenção, carinho e responsabilidade (posse responsável).

Com o objetivo de discutir e vivenciar valores e atitudes, de forma lúdica e prazerosa, nossa turma adotou uma cachorrinha de brinquedo. Nossa mascote, que recebeu o nome de Pipoca, passou a receber os cuidados das crianças como se fosse de verdade. Toda semana, um aluno era o responsável por levá-la para casa e ter todos os cuidados necessários, junto com as famílias, que também participavam realizando registros: escritos, desenhos e fotos.

Ao longo do projeto, aconteceram rodas de conversa em que as crianças discutiram sobre temas como responsabilidade, respeito, cuidados com o próximo, dignidade, afeto, carinho, ações de cidadania, etc. O envolvimento das crianças e das famílias foi total e nossa mascote "criou vida", passando a se constituir como um membro da turma. Percebemos que, ao final do projeto, as crianças passaram a agir de forma mais responsável e cuidadosa, transformando as ações do grupo.


Contos de Fadas

Professora Érica Oliveira dos Santos Nascimento
Creche Brasil Marques do Amaral

1º Ciclo Final - Educação Infantil

Diante da leitura de contos e interesse demonstrado pelo grupo, realizamos o projeto Contos de Fadas. Atividades como: modelagem, dobradura, reconto oral (respeitando a faixa etária do grupo).

A construção do livro de culinária, foi feito de acordo com os alimentos que foram surgindo nos contos.

No conto Chapeuzinho Vermelho, após listar com o grupo o que teria na cesta da vovó, surgiram indicações de diferentes doces e pão, optamos então por fazermos uma receita de pão caseiro.

No conto Cachinhos Dourados e os Três ursos, fizemos mingau.

Um bolo foi feito em formato de casa e as crianças o decoraram com doces para contemplar o conto João e Maria.

Fizemos a receita do biscoito de gengibre, para o conto O biscoito de Gengibre.

E na história Bruxa, Bruxa, venha a minha festa, fizemos brigadeiro em conjunto com os alunos da sala do inicial.

As crianças realizaram dramatizações em sala e para a sala do inicial, montamos também um álbum de figurinhas dos contos.

No projeto de releitura Bom dia todas as Cores – Ruth Rocha, as crianças tiveram oportunidade de conhecer e ampliar seus saberes sobre as cores primárias, ampliando para as secundárias, explorando a criatividade nos diferentes momentos de atividades de pintura.

Projeto Meu corpo, Seu corpo, atividades voltadas para conhecimento e identificação das partes externas do corpo, reconhecendo também sensações, promovendo a construção de uma imagem positiva de si, aprendendo a conviver e respeitar as diferenças.

Confeccionamos um boneco de tecido que as crianças levam para casa no fim de semana, para que possam cuidar desse novo amigo e os pais ficaram responsáveis em realizar o registro de como foi o fim de semana da criança com o boneco e a família.

Diante das propostas as crianças puderam ampliar o interesse pela leitura, imaginação, criatividade, aquisição de valores, percepção visual, auditiva e gustativa experimentando diferentes alimentos e sensações adquirindo noções de medidas, quantidade e tempo de preparo dos alimentos.

Vale ressaltar que para a realização dos momentos de culinária foi enviada uma pesquisa a todas as famílias para atualização dos dados de restrições alimentares dos alunos.

A realização dos projetos apontados foram significativos para as crianças contribuindo para o desenvolvimento do grupo como um todo, muitas aprendizagens que merecem ser compartilhadas.

Amarelinha

Professores Vinícius dos Santos Moreira e Juliana do Nascimento
EMEIEF Doutor Janusz Korczak e EMEIEF Professora Maria da Graça de Souza

Educação Infantil e Ensino Fundamental I

Como um dos conteúdos da Educação Física, os jogos e brincadeiras tradicionais se mostram como uma excelente ferramenta para o desenvolvimento integral do aluno. Nesse relato de experiência em que está sendo utilizada a brincadeira amarelinha, pretendemos compartilhar o andamento do trabalho que está sendo realizado com objetivo de resgate de brincadeiras tradicionais com ênfase nas dimensões conceituais, procedimentais e atitudinais. Nesse sentido estamos atuando em duas escolas: EMEIEF Dr. Janusz Korczak (Valparaiso) e EMEIEF Maria da Graça de Souza (Vila Floresta), com turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Na metodologia foram adotadas algumas características do modelo didático de investigação na escola, que tem como finalidade educativa, o enriquecimento do conhecimento dos alunos, numa direção que conduza para uma visão mais complexa e crítica da realidade, sem deixar de dar prioridade para a ludicidade. Dessa maneira, busca relacionar os conhecimentos da disciplina de Educação Física com os conhecimentos prévios do cotidiano dos alunos.

Alguns resultados e investigações durante as aulas até o momento mostram que parte dos alunos nunca tinham vivenciado essa brincadeira de maneira sistematizada. Aos poucos os alunos foram demonstrando interesse e interagindo com os colegas já “experientes” para a realização da atividade, compartilhando os conceitos, procedimentos e desenvolvendo atitudes necessárias para brincar. Verificou-se também, a necessidade de planejar as ações visando diversificar as maneiras de jogar, respeitando a criatividade dos alunos para ampliação do repertório motor, e ainda, a possibilidade de se trabalhar de maneira interdisciplinar, tendo em vista que essa brincadeira envolve sequências numéricas, formas geométricas e cores.

O trabalho interdisciplinar no Programa Mais Educação

Professora Vivian Moreira Domingues
EMEIEF Miguel Sanches Ruiz

Apresentação musical entre as turmas do Programa Mais Educação

As atividades interdisciplinares permitem desenvolver vários eixos temáticos, estabelecendo regras, proporcionando a socialização, o trabalho em equipe pela preservação do espaço escolar e resgatando a autoestima e o respeito.

O Programa Mais Educação é um agente facilitador para o desenvolvimento de trabalhos interdisciplinares. A proposta apresentada foi a finalização de um trabalho para sensibilizar os alunos quanto a preservação da água, através da percussão corporal em conexão com o Projeto Reágua.

Esta experiência propõe trabalhar com música, educação ambiental, ludicidade, preservação da água, arte, esporte e letramento de forma prazerosa e permite que a criança desenvolva a concentração, memória e atitudes.


Ciranda Literária

Professora Tatiane Souza Piva
EMEIEF Professora Maria da Graça de Souza

3º ano / 1º ciclo

Objetivos:
  • Estimular o gosto pela leitura;
  • Desenvolver o comportamento leitor através de bons exemplos de um leitor mais experiente;
  • Ler em voz alta com fluência e expressividade;
  • Ampliar vocabulário;
  • Realizar inferências em textos lidos;
  • Antecipar sentidos e ativar conhecimentos prévios;
  • Promover momentos coletivos de valorização da leitura;
  • Proporcionar momentos de manuseio de livros;
  • Estimular a criança a ler também imagens e construir histórias a partir delas.

O relato de experiência terá como foco a leitura e a oralidade. Devido à necessidade apresentada pelas turmas de ler com autonomia e compreensão, elaboramos um projeto que visa a leitura com fluência e expressividade, articulada aos eixos da Língua Portuguesa dos direitos de aprendizagem (PNAIC).

A turma apresenta três grupos distintos em diferentes hipóteses de leitura.

O primeiro grupo ficou com a responsabilidade de apresentar a história utilizando recursos como fantoches e dedoches, os quais tiveram a oportunidade de socializa-la com a Educação Infantil.

O segundo grupo, contou a história para a nossa turma.

O terceiro grupo contou a história para o 1º ano e utilizaram como recurso a leitura da história no próprio livro (portador).

Os próprios alunos escolheram a história e após conheceram as várias versões da mesma, optaram pela mais tradicional, aquela que contavam para eles quando eram menores.

Foi uma experiência muito válida e graças a esse projeto, foi possível trabalhar outras formas de desenvolvimento da oralidade como o teatro, além de despertar cada vez mais o interesse pela leitura e a função do ler: ler para quê e para quem.


Durante a apresentação:

  • Questões indicadas pelos participantes
  • Envolvimento dos alunos
  • Sugestões do grupo ao trabalho apresentado

Apresentação 1 - Ciranda Literária (ver)
Apresentação 2 - Ciranda Literária (ver)

Dança e suas possibilidades educativas

Professora Jaqueline Gonçalves Bonini Chasseraux
EMEIEF Professora Maria da Graça de Souza

2º Ciclo do Ensino Fundamental

Objetivo: Desenvolver a consciência da corporeidade através da dança como forma de expressão.


Ao ingressar na escola a criança traz consigo um conhecimento amplo a respeito de seu corpo, mas que muitas vezes não foi despertado. A criança nasce, desenvolve-se e cresce, vivenciando experiências através do próprio corpo. Este é o meio de ação para explorar e conhecer o espaço em que vive, interagindo com as pessoas que a cercam. Em todas as fases, observa-se a importância do corpo como forma de expressar emoções. A criança necessita de experiências que possibilitem o aprimoramento de sua criatividade, atividades que favoreçam a sensação de alegria, que a partir daí, ela possa retratar e canalizar o seu humor, seu temperamento, através da liberdade de movimento, explorando-o e permitindo que suas fantasias aflorem em seus movimentos, numa corporeidade plena e consciente.

Dançar é, pois, a efetivação da corporeidade através de uma experiência transcendente, na qual se vivencia o processo de aprendizagem na educação. O trabalho da dança educacional, quando preocupado em deixar fluir dos educando suas emoções, seus anseios e desejos, através dos movimentos permitirá que o sujeito se revele e desperte para o mundo, numa relação consigo e com os outros, de forma consciente. Contudo, na medida em que favorece a criatividade, pode trazer muitas contribuições ao processo de aprendizagem, se integrada com outras disciplinas além de promover experiência lúdica. O trabalho com o corpo gera a consciência corporal. O aluno questiona-se e começa a compreender o que passa consigo e ao seu redor, torna-se mais espontâneo e expressa seus desejos de modo mais natural. O aprendizado da dança deve integrar o conhecimento intelectual e criatividade do aluno, desenvolvendo os pilares da educação: aprender a conhecer; aprender a fazer; aprender a viver juntos; aprender a ser. (DELORS, 1996).

Segundo o Coletivo de Autores (1992), a Educação Física possui conhecimentos específicos a serem tratados pedagogicamente, sistematizados no contexto escolar. Dentre esses conteúdos, materializados na expressão corporal como linguagem, encontra-se a dança. A dança na escola não deve priorizar a execução de movimentos corretos e perfeitos dentro de um padrão técnico imposto, gerando a competitividade entre os alunos. Deve partir do pressuposto de que o movimento é uma forma de expressão e comunicação do aluno, objetivando torná-lo um cidadão crítico, participativo e responsável, capaz de expressar-se em variadas linguagens, desenvolvendo a auto- expressão e aprendendo a pensar em termos de movimento (MARQUES, 2003).

Diante do exposto, passei a questionar qual seria a proposta de dança realmente condizente com o ensino/aprendizagem no ambiente escolar. No que se refere a Dança Educativa destaca-se a proposta de Rudolf Laban que possibilita ao aluno expor-se por seus próprios movimentos, educa conforme o vocabulário de movimento de cada um, contribuindo para o desenvolvimento emocional, físico e social do participante. Rudolf Laban possibilita ao aluno expor-se por seus próprios movimentos. Não ensina apenas a forma ou a técnica, mas educa conforme o vocabulário de movimento de cada um, contribuindo para o desenvolvimento emocional, físico e social do aluno. Com base em sua Teoria Do Movimento, apliquei atividades em formas de jogos que explorassem as ações corporais como saltar, girar, rolar, torcer, flexionar, estender e os quatro fatores do movimento destacados por Laban que são fluência, espaço, tempo, peso. A proposta foi realizada com o segundo ciclo do ensino fundamental da EMEIEF Maria da Graça, Vila Floresta, Santo André.


Durante a apresentação:

  • Questões indicadas pelos participantes
  • Envolvimento dos alunos
  • Sugestões do grupo ao trabalho apresentado

Japão, além das fronteiras!

Professoras Natalia Francisquetti da Silva e Edirlaine Aparecida de Lana Freire
EMEIEF Professora Maria da Graça de Souza

2º ciclo - inicial e final

Objetivos:

  • Repertoriar as crianças acerca de algumas características e tradições da cultura japonesa;
  • Trabalhar com diferentes áreas do conhecimento em situações contextualizadas, ampliando saberes.


A temática da Copa do Mundo de futebol foi um assunto muito frequente no cotidiano das crianças durante o primeiro semestre. Por esta razão ficou acordado entre o grupo de professoras e gestão escolar a substituição da tradicional “Festa Junina” pela “Festa das Nações”, ocasião em que todas as turmas da escola apresentariam uma dança típica de algum país escalado para o mundial.

O Japão foi escolhido para as crianças do 2º ciclo inicial e final como país a ser representado na festa. Porém, as professoras elencaram ser de fundamental importância repertoriar as crianças acerca de algumas características e tradições da cultura japonesa, tendo para tanto a cultura brasileira como referência, objetivando despertar o respeito pela diversidade cultural e racial entre os povos.

Desta forma, foi realizado um projeto interdisciplinar e em parceria entre as duas turmas. O trabalho teve início com uma roda de conversa para as crianças socializarem o que já sabiam sobre o Japão. Surgiram assim relatos que o país é do outro lado do mundo e que a população possui “olhos puxados”. Utilizando o Mapa-Mundi como recurso as crianças conheceram a localização geográfica do Brasil e Japão. Estabeleceram comparações entre os tamanhos territoriais de ambos e a distância. O envolvimento e questionamentos das crianças possibilitou ainda uma conversa sobre o dia e noite.

A bandeira do Japão foi apreciada pelas crianças em comparação com a do Brasil. Após observação e conversa sobre os seus significados, as crianças confeccionaram suas bandeiras utilizando moldes vazados com formas geométricas. Nesta atividade, além da criatividade a solidariedade também foi contemplada. As crianças do 2º ciclo final auxiliaram as crianças do 2º ciclo inicial a realizar a pintura.

As crianças apreciaram o vídeo musical “Cocoricó no Japão” que apresenta diversos elementos da cultura japonesa, como banheira de ofurô, origami, alimentação, vestes e idioma. Todos esses aspectos foram trabalhados estabelecendo comparações com a cultura das crianças.

Para contemplar o estudo sobre a alimentação no Japão as crianças brincaram de restaurante, preparando Sushi e Sashimi com massinha. Vivenciaram também, simbolicamente, a experiência de comer com “hashi” ao invés de talheres.

O registro escrito por meio de símbolos foi bastante intrigante para as crianças, sobretudo quando comparado com as letras do alfabeto.

A finalização deste trabalho aconteceu na Festa das Nações com a apresentação de dança. Nesta data as crianças vestiram-se de quimono, chinelo e meias, conforme a tradição deste povo.

Durante toda a realização deste projeto as crianças se envolveram com as propostas e assuntos em estudo. O projeto possibilitou o trabalho com diferentes áreas do conhecimento em situações contextualizadas e do interesse das crianças, que se mostraram curiosas e envolvidas em todas as etapas deste estudo.


Durante a apresentação:

  • Questões indicadas pelos participantes
  • Envolvimento dos alunos
  • Sugestões do grupo ao trabalho apresentado

Ginástica Laboral

Professores Everton Sibinel Silva e André Luis Morais Batista
EMEIEF Professora Maria da Penha de Almeida Manfredi

Educação Física

Esta experiência foi desenvolvida no ano de 2013 com todos os alunos do período da manhã. A ginastica consiste em promover um momento coletivo, de diferentes atividades físicas, que proporcionam a ativação do sistema nervoso central para melhor concentração e desempenho em sala de aula.

Utilizamos a ginástica laboral para proporcionar aos alunos pausas nas suas atividades em sala de aula e promover alguns minutos de exercícios de alongamento, relaxamento, massagem e dinâmica em grupo o que auxilia na melhora da concentração, diminuição do estresse, aumenta a motivação, melhora a atenção, o relacionamento interpessoal e diminui o sedentarismo durante as aulas, contribuindo com a aprendizagem.

Jogos cooperativos

Professores Adriana Costa, Ana Carolina Nogueira e Célio Santos
EMEIEF Augusto Boal, EMEIEF Vinícius de Moares, EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

Atividade realizada na EMEIEF Professor Darcy Ribeiro, onde apresentamos atividades relacionadas aos jogos cooperativos. Com objetivo dos jogos serem trabalhados com os alunos nas aulas de Educação Física. Os Jogos Cooperativos desenvolvem vários valores sociais, tais como: Construção de uma relação social positiva; Empatia; Cooperação; Comunicação; Participação; Autoestima; Alegria.

Segundo Brotto (2001) nestes jogos, chamados cooperativos, é importante deixar claro para todos os participantes que: não há seleção dos melhores porque cada um é vital para o jogo do momento, não há primeiro nem último lugar porque o lugar que ocupamos é nosso lugar comum, não há vencedores nem perdedores porque jogamos para 'VenSer', para vir a Ser quem somos plena e essencialmente, não há adversários porque somos todos parceiros de uma mesma jornada, não há troféus, medalhas ou outras recompensas porque já ganhamos tudo o que precisávamos ter. Para saber que a verdadeira conquista é poder continuar jogando uns com os outros, ao invés de uns contra os outros. Aprende-se a considerar o outro que joga como um parceiro, e não como adversário, fazendo com que a pessoa aprenda a se colocar no lugar do outro, e não priorizar seu lado, resultando assim na ação de aceitar todos como são verdadeiramente. Nos jogos cooperativos o maior prêmio é a alegria!!