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segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Brinca Comigo?

Valéria Ferreira Fortes 

EMEIEF DARCY RIBEIRO

A REDE EM RODA 2015
EDUCAÇÃO INFANTIL

Trabalhar a leitura por meio do conto de repetição, considerando que o aluno poderá ler mesmo sem saber ler convencionalmente, pois terão na memória os trechos do conto que se repetem. Crianças pequenas aprendem sobre a vida por meio de repetição e gostam de rever e refazer caminhos, gestos, descobertas. Com a linguagem, não é diferente.

A professora iniciou com o significado literal de brincar, segundo o dicionário e como algumas figuras como provocação. Falou sobre a história de repetição e apresentou o livro “Curupira, brinca comigo?” de Lô Carvalho, que traz os seres fantásticos do nosso folclore. Foi falado sobre a importância de se adequar as vozes de acordo com os personagens. Após a leitura realizaram brincadeiras como: pular de um pé só, como o saci, cantar como a Iara, dançar como o boto. Fez também a confecção de brinquedos com o ioiô da mula e o pião do curupira. Além de músicas, teatro e dança. Fez a leitura do livro “A princesa Maribel” utilizando objetos. Realizou pesquisas sobre os componentes da história, como por exemplo, o corvo que não é uma ave presente no nosso país. Foi realizada uma atividade com letras móveis, dividindo as crianças em grupos na qual deveriam escolher um componente da história e escrever utilizando as letras móveis, a professora esteve presente em cada grupo para fazer intervenções se necessário.

Os alunos demonstraram entusiasmo e não tiveram dificuldades em realizar a atividade. Foi possível perceber a facilidade de encontrarem os nomes dos personagens e de organizarem a sequência. Ao propor que as crianças localizem nomes no texto, possibilita-se que elas coloquem em jogo diferentes estratégias de leitura.

   


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

As Cores das Flores

Karen Ramos

EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

A REDE EM RODA 2015
5º Ano / 2º Ciclo Final / Ensino Fundamental

A atividade teve como objetivo a percepção dos diferentes elementos da natureza e seus matizes de cores para criação de tintas.

O trabalho se desenvolveu com uma conversa com os alunos sobre os elementos da natureza e suas cores. Após essa conversa, saímos para recolher folhas e flores. Em sala de aula foi organizado o material recolhido em potes de maionese para deixá-los em conserva no álcool que seria utilizado como tinta.Utilizamos esses material numa aula de pintura com tintas e expusemos o trabalho dos alunos para a escola.

A atividade proporcionou percepção visual, a curiosidade em relação aos elementos da natureza e a valorização das tintas produzidas.



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terça-feira, 18 de outubro de 2016

Teatro como integração entre as matérias e meio para discutir gênero

Francine Machado de Mendonça


EMEIEF Professor Darcy Ribeiro, EMEIEF Madre Teresa de Calcutá e EMEIEF Vereador Manoel de OLiveira.



A REDE EM RODA 2015
EJA II


Utilizar a linguagem teatral ajuda os educandos a perderem continuamente a timidez, a desenvolverem e priorizarem a noção do trabalho em grupo, a se saírem bem de situações onde é exigido o improviso e a se interessarem mais por textos e autores variados.
Através do teatro realizamos um exercício de cidadania e através desta prática ampliamos o repertório cultural dos nossos educandos.

Como surgiu a ideia de trabalharmos com o teatro?
A ideia foi explorar as artes cênicas com os educandos do 4º Termo, do semestre passado, que de algum modo se encantaram e pediram ao realizador do projeto na ocasião, Leonardo Formaggi, que também lecionava Ciências, para utilizarem o teatro nas discussões que faziam sobre violência contra as mulheres.
Nestas aulas foram explorados jogos e leitura dramática, a contextualização teórica sobre Augusto Boal, o Teatro do Oprimido, Vianninha e Brecht e ensaiadas as cenas deles.

Como queriam realizar duas cenas discutiram a violência doméstica e  a que acontece nos transportes públicos .  Sem ver conexão entre ambas situações, a arte educadora, jornalista  e professora Francine Machado editou dramaturgicamente os esquetes que os educandos haviam criado, fundindo as encenações deles e ensaiando em grupo.

Após estas conexões entre as aulas de artes e de projetos, a finalização aconteceu no pátio da escola com a participação de todos os integrantes das Unidades Escolares.



Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

EMEIEF e Centro Comunitário (CESA) – uma parceria que deu certo!

Franciane Aparecida da Silva

EMEIEF Professor Darcy Riveiro e CESA Parque Novo Oratório


A REDE EM RODA 2015
Ensino Fundamental


O objetivo desta parceria é estreitar o relacionamento entre a EMEIEFs e o CESA, visando contribuir nas aprendizagens das crianças.


São realizadas várias ações integradas com o objetivo de desenvolver a educação integral do aluno. Os alunos participam de Ações Complementares, com propostas lúdicas, oferecidas em aula no contra turno. 

Há preocupação em ouvir os professores, Equipe Gestora da EMEIEF – por parte da Equipe do CESA,  que participa das Reuniões Pedagógicas Semanais, para qualificar cada vez mais as ações dentro das reais necessidades dos alunos, garantindo o desenvolvimento das suas habilidades, favorecendo o seu desenvolvimento global e principalmente, incidindo diretamente na construção do conhecimento, na promoção de valores, e nas múltiplas competências que são esperadas ao longo do percurso escolar.


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil


Um conto e muitas descobertas

Cintia de Oliveira Rocha Silva

EMEIEF Professor Darcy Riveiro

A REDE EM RODA 2015
1º Ciclo Intermediário / 2º Ano / Ensino Fundamental

O inicio do projeto partiu de uma necessidade da turma  do 2º ano do Ensino Fundamental em construir textos individuais e coletivos e respeitar a fala do outro durante o desenvolvimento das atividades. 

O primeiro momento consistiu em realizar coletivamente a recriação da história Chapeuzinho Vermelho.  A história foi dividida em capítulos, e cada capítulo tratou de um determinado momento da história. Os alunos construíram o texto coletivamente tendo a professora como escriba. A reflexão sobre a escrita foi instigada a todo  momento observando  pontuações, questionamentos, atividades direcionadas sobre o texto, de maneira interdisciplinar e pesquisas  no laboratório de informática.  

Ao finalizar, fizemos uma exposição dos livros e assistimos uma versão moderna da história. A avaliação do trabalho foi contínua, revendo as necessidades do grupo e flexibilizando a forma de continuarmos na construção do livro, com a participação de todos.



Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

Jogo Coferbol

Celio Domingos dos Santos

EMEIEF Professor Darcy Riveiro


A REDE EM RODA 2015
2º Ciclo do Ensino Fundamental / 4º e 5º anos


O jogo Corfebol foi utilizado como experiência de um esporte misto, de contato controlado praticado principalmente na Europa, muito semelhante ao Basquetebol e que serviu como Projeto para desenvolver o potencial de aprendizado dos alunos do 4º e 5º anos do ensino fundamental, da EMEIEF Darcy Ribeiro, Parque Novo Oratório.   O Projeto foi desenvolvido durante cerca de quatro meses sendo dividido em momentos distintos: 
1)  Aula Teórica: História, Regras e Discussão social (função do projeto)
2) Atividades de aprendizado
3)  Jogo
O desenvolvimento do Projeto trouxe várias inquietações aos alunos gerando discussões como o respeito social, participação de meninos e meninas no mesmo jogo, participação de alunos com deficiência e o que é mais importante: cooperar ou competir?
Conforme  iam conhecendo e  entendendo melhor suas regras e formas de jogar, a critica também cresceu, gerando discussões extremamente importantes e alterando até mesmo a forma de competir com o outro.  


Educação, Tecnologias e Inclusão Digital

Secretaria da Educação de Santo André / SP - Brasil

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Jogos cooperativos

Professores Adriana Costa, Ana Carolina Nogueira e Célio Santos
EMEIEF Augusto Boal, EMEIEF Vinícius de Moares, EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

Atividade realizada na EMEIEF Professor Darcy Ribeiro, onde apresentamos atividades relacionadas aos jogos cooperativos. Com objetivo dos jogos serem trabalhados com os alunos nas aulas de Educação Física. Os Jogos Cooperativos desenvolvem vários valores sociais, tais como: Construção de uma relação social positiva; Empatia; Cooperação; Comunicação; Participação; Autoestima; Alegria.

Segundo Brotto (2001) nestes jogos, chamados cooperativos, é importante deixar claro para todos os participantes que: não há seleção dos melhores porque cada um é vital para o jogo do momento, não há primeiro nem último lugar porque o lugar que ocupamos é nosso lugar comum, não há vencedores nem perdedores porque jogamos para 'VenSer', para vir a Ser quem somos plena e essencialmente, não há adversários porque somos todos parceiros de uma mesma jornada, não há troféus, medalhas ou outras recompensas porque já ganhamos tudo o que precisávamos ter. Para saber que a verdadeira conquista é poder continuar jogando uns com os outros, ao invés de uns contra os outros. Aprende-se a considerar o outro que joga como um parceiro, e não como adversário, fazendo com que a pessoa aprenda a se colocar no lugar do outro, e não priorizar seu lado, resultando assim na ação de aceitar todos como são verdadeiramente. Nos jogos cooperativos o maior prêmio é a alegria!!


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Matemática: Caça ao Tesouro

Professora Dandiê Soares da Silva
EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

Através do PNAIC discutimos sobre a importância da Matemática em situações lúdicas e de uso real, portanto, essa experiência objetivou a prática da matemática sobre o viés lúdico. O Caça ao Tesouro Matemático empregou em seus desafios situações problemas nas quais os alunos usaram a soma, subtração, multiplicação e divisão. Além disso, o raciocínio lógico foi valorizado já que os diferentes grupos de alunos corriam contra o tempo para conseguir o baú de tesouro de “um certo pirata”.

Divididos em nove grupos de diferentes cores recebiam pistas enigmáticas para encontrar os desafios. Todos ganharam a primeira pista para iniciar a caçada, mas as outras só a medida que resolviam os desafios.

A explicação básica da Caça ao Tesouro Matemático foi dada através de uma carta “escrita por um pirata”, o dono do tesouro. No baú havia outra carta desse mesmo pirata impondo uma última condição para o seu recebimento, o grupo vencedor teria de aceitar dividir o prêmio com os outros grupos.

Posteriormente essa atividade gerou uma discussão sobre a dificuldade ou facilidade dos desafios e voltamos a resolver estes coletivamente. No final da carta “o pirata pediu” que os alunos escrevessem de volta contando como foi a experiência deles na caça ao tesouro. E assim eles fizeram.

Além de narrarem esse momento fizeram perguntas ao “pirata”, sobre a vida dele. Além da matemática, essa atividade proporcionou o trabalho com o gênero carta, a cooperação e a solidariedade entre as crianças.

Jogos cooperativos

Célio Domingos dos Santos
EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

O relato será sobre aulas de Educação Física com o objetivo de trabalhar a amizade, respeito, solidariedade e criatividade (jogos cooperativos), utilizando os óculos e o paraquedas do kit cooperativo.

Os jogos cooperativos como conteúdo das aulas, oferecem uma grande oportunidade para que os alunos possam participar ativamente, mesmo aqueles que tenham resistência por acreditarem que é preciso competir o tempo todo para se divertir, bem como aqueles que possuem dificuldade nas práticas corporais. Assim a amizade, a cooperação, a alegria e a solidariedade trabalhadas, favorecem atitudes positivas nos relacionamentos, auxiliando o desenvolvimento do pensamento critico e participativo nas aulas e dentro de um período do desenvolvimento das crianças que tendem a ser mais competitivas.


PNAIC: Jogos de alfabetização matemática

Professora Valéria Ferreira Fontes
EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

1º ciclo do Ensino Fundamental

Este relato provém dos estudos do PNAIC, com uma série de jogos que podem e devem ser utilizados em sala de aula, favorecendo assim, a “alfabetização matemática”. Estes jogos, em especial a “amarelinha matemática”, visam portando, garantir a todos os alunos oportunidades para, ludicamente, atuarem como sujeitos da linguagem da matemática, numa dimensão mais reflexiva.

Temos que saber que:
  • aprendemos a vida toda;
  • aprender não é acumular conhecimentos;
  • o importante é aprender a pensar;
  • o sujeito aprende através de sua experiência;
  • aprende-se o que é significativo;
  • é preciso tempo para aprender.

“Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.” Paulo Freire

Gêneros textuais

Professora Karen Ramos
EMEIEF Professor Darcy Ribeiro

5º ano do Ensino Fundamental

A proposta é sondar o conhecimento prévio do aluno sobre gêneros textuais.

Consiste em um jogo composto por 10 gêneros textuais escritos em outra língua (grego, inglês, italiano) e, pelas características de cada gênero o grupo de alunos deve escolher a placa com o gênero correto. O aluno tem mais de uma chance de acerto e, durante as escolhas o grupo conversa e expõe o motivo pelo qual acredita ser “esse” ou “aquele” gênero, trocando assim informações com todos.